quinta-feira, 18 de abril de 2019

CMS: Bem-Vindo de Volta, Frank 2

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: JUSTICEIRO - BEM-
VINDO DE VOLTA, FRANK - PARTE 02 de 02
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Bem-vindo de volta à segunda parte da sanguinária guerra de Frank Castle contra a notótia família Gnucci. 

Há poucos escritores em tempos recentes que tenham se tornado tão intimamente relacionados a um personagem quanto Garth Ennis ao Justiceiro. A abordagem que Ennis deu ao Justiceiro foi um retorno refrescante  a Frank Castle. 

Por anos foram feitas tentativas de revisar o personagem de diversas maneiras. A mais recente, antes da chegada de Ennis à série, foi uma fase em que Frank trabalhou a mando de um grupo de anjos, usando armas de fogo sobrenaturais para encontrar malfeitores infernais que tinham conseguido voltar à Terra. Embora tenha sido uma mudança de direção certamente corajosa para o personagem, acabou sendo tão desastrosa quanto. 

A minissérie em doze edições de Ennis e Dillon era a história do Justiceiro que os fãs esperavam. A abordagem que deram ao exército de um homem só da Marvel foi tão popular, que a dupla foi logo designada para uma série mensal. Na verdade, Ennis continuaria a escrever o Justiceiro até 2008. A esta altura, ele já teria criado uma saga que cobria todos os aspectos da vida de Frank, recriando toda a sua história como jamais foi feito antes.

Houve narrativas fechadas como O Tigre, que mostravam um Frank de dez anos de idade experimentando a "justiça das ruas", a minissérie Nascido Para Matar, detalhando suas experiências no Vietnã, e Justiceiro: O Fim, uma história que agia como um apropriado "O Que Aconteceria Se...?" que apresentava a conclusão da vida de Frank. 

Com o término do período de oito anos de Ennis, o Justiceiro tinha evoluído para muito mais do que um homem que buscava vingança pela família assassinada. Todos os horrores que o haviam colocado no caminho da vingança tinham sido revelados e sua personalidade fora redefinida para o século 21. (Texto de Marco M. Lupoi)





HPM: Fugitivos

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL - FUGITIVOS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Texto de Ed Hammond no interior da edição:

Eu adoro os Fugitivos. Sei que não devia ter favoritos. Sei que eu deveria tratar todos os personagens com a mesma quantidade de reverência, mas... está é, sem dúvida alguma, uma das minhas séries favoritas da Marvel dos últimos 25 anos. A história de Brian K. Vaughan e Adrian Alphona sobre seis adolescentes rebeldes que descobrem que seus pais são literalmente as piores pessoas do mundo é um conceito tão simples e tão brilhantemente executado que você não consegue desgrudar. 

Todos nós já fomos adolescentes em algum momento, e, para a maioria, sentir a necessidade de se mexer e se rebelar contra o mundo é parte natural do processo. Mudança faz bem, mas quase sempre leva a conflitos - e é comum colocar a culpa  nos pais por isso! A série dos Fugitivos pega essa angústia e confusão, esse inevitável conflito de gerações, e transforma na metáfora perfeita.

As crianças são os heróis, sendo que seus pais são os principais vilões. Parece meio óbvio, e, provavelmente, nas mãos de outros criadores, poderia ter se tornado o clichê mais horroroso do mundo. Mas o talentoso Brian K. Vaughn transformou Alex, Karolina, Gert, Chase, Molly e Nico nos seis personagens mais interessantes que apareceram no Universo Marvel. 

Orgulho e Felicidade (Pride and Joy), as primeiras seis edições da série, é basicamente uma longa história de origem, com cada um dos filhos do Orgulho [grupo secreto dos quais os pais fazem parte] descobrindo seu superlegado e tentando ficar um passo á frente de seus pais malignos. Todos os seis Fugitivos parecem ser reais, profundos, sem nenhum diálogo forçado - um testemunho ao valor de Vaughan como autor. 

No entanto, não é só a maneira como eles falam que captura o sentimento de jovens do início dos anos 2000 com tamanha perfeição. Os desenhos de Adrian Alphona para seus vários uniformes e acessórios são fantásticos. Na ocasião, isso fazia a história parecer incrivelmente moderna e relevante, com um visual  que misturava o novo com o velho., e super-heróis mais como o Capitão América e Homem de Ferro. 

Com seu apurado conhecimento de moda contemporânea, a arte de Alphona leva a série a outro nível. Não importa o que o roteiro pede, ele entrega em abundância. E também impressionantes são as belíssimas capas pintadas à mão por Jo Chen para cada número, as quais eram únicas na época e se destacavam nas prateleiras das bancas. 

Apesar da qualidade das histórias, do charme e do humor impresso naquelas páginas, e do talento de todos os envolvidos, a série foi apenas um sucesso mediano, publicada por pouco mais de seis anos, angariando muitos fãs, mas não o suficiente para ganhar destaque. 

Foi somente nos últimos anos que uma grande base de leitores de quadrinhos começou a entender de verdade o quão inovador os Fugitivos foram na ocasião e se tornou uma joia rara. Pode ser que a equipe retorne ao Universo, mas o vários membros ainda estão por aí, á espreita de outro escritor que os traga de volta aos holofotes. E quando isso ocorrer, pode ter certeza de que serei o primeiro da fila pra pegar a edição número 1! 






terça-feira, 16 de abril de 2019

Comics Star Wars 2

COLEÇÃO COMICS STAR WARS - VOLUME 02 - CLÁSSICOS 02
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Depois da batalha na Estrela da Morte, a Aliança Rebelde envia Luke Skywalker em busca de nova localização para a base central. As suas viagens levam-no a combater os Lordes dos Dragões, governadores tiranos e até mesmo piratas espaciais. 

Há mais a temer na Galáxia além do Império! Felizmente, o nosso herói pode contar com a Princesa Leia Organa e com seus droides leais. Mas será essa ajuda suficiente para sobreviver ao tempo passado na Roda, a corrupta e inospitaleira estação espacial?

Depois da estreia no primeiro volume, com a adaptação de Uma Nova Esperança por Roy Thomas e Howard Chaykin, em seis edições, e das histórias seguintes, desenhadas por Carmine Infantino, segue-se as aventuras, ainda com Infantino e com a colaboração de Walt Simonson e Herb Trimpe nestas primeiras aventuras em quadrinhos deste clássico do cinema. 




domingo, 14 de abril de 2019

CMS: Bem-Vindo de Volta, Frank - 01

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: JUSTICEIRO - BEM-
VINDO  DE VOLTA, FRANK - PARTE 01 de 02
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Desde sua primeira aparição em Amazing Spider-Man 129, o Justiceiro é um personagem que alcançou status cult entre os fãs.  Certamente, parte desse apelo se deve ao fato de ele ser um dos poucos personagens da Marvel  que não pode ser definido  com clareza se é herói ou vilão. 

Mesmo alguém com um passado tão em jogo como Wolverine, ainda está firmemente postado ao lado do bem e ninguém questionaria essa aliança. Mas em se tratando do Justiceiro, não é assim tão fácil. Diferente dos heróis que operam por um código não escrito de só matar quando for um último e inevitável recurso (e, mesmo então, há heróis que não cruzam essa linha), Frank Castle não possui tais pudores. 

Prisão? Esqueça. Reabilitação? Ele não sabe o significado dessa palavra. Para ele, a única punição adequada para a escória é a morte. Mas, apesar do comportamento homicida, ele ainda opera sob um rígido código moral quando se trata de proteger inocentes. Sua fúria é reservada  para aqueles que a merecem. Tudo o que se pode dizer é que ele faz as piores coisas pelo que julga ser os melhores motivos. 

Claro que, em se tratando de Bem-Vindo de Volta, Frank, isso é completamente irrelevante. A genialidade da revista e o que a destaca das demais séries do Justiceiro, é que Garth Ennis escolhe deixar de fora qualquer questão moral. Não espere um exame aprofundado por trás dos motivos do Justiceiro fazer o que faz ou sobre a ética do vigilantismo. Esta edição é só sobre uma coisa: entretenimento de ação exagerado. 

O qual ela promove em abundância - e com uma contagem de corpos que deixaria John Rambo com ciúme. O roteiro de Ennis é bruto, temperado com humor negro que faz troça com clichês já estabelecidos dos heróis de ação. E, quanto à brilhante arte... bem, vamos apenas dizer que não há outro artista que possa desenhar bandido-contra-idiota-destinado-alevar-uma-bala-na-cara como Steve Dillon!

Então, vista seu colete de kevlar, apanhe uma .45 e adentre o mundo sanguinário do Justiceiro... (Texto de Marco M. Lupoi). 





HMPM: Sentinela

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL - O SENTINELA
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc. 

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(Capa alternativa, original está no arquivo, tb)

Quem é o Sentinela? Ou, mais direto ao ponto, quem foi o Sentinela. Na sequência de sua aclamada minissérie dos Inumanos, a Marvel anunciou em 2000 que o escritor Paul Jenkins e o artista Jae Lee voltariam a se unir numa série apresentando um novo personagem chamado Sentinela. Mas ele era realmente um personagem novo? Em teoria, sim, mas começam a circular rumores de que o Sentinela era, na verdade, um herói imaginado por Stan Lee e o finado desenhista Artie Rosen nos anos 1960 poucos  meses antes da estreia de Fantastic Four 1. 

Como uma série de artigos na revista Wizard explicou, por alguma razão, o herói foi arquivado  e nunca saiu dos esboços iniciais e de uma breve sinopse. A redescoberta dele, com certeza, foi intrigante. Como um campeão que surgiu apenas alguns meses antes do nascimento do Universo Marvel, ele poderia muito bem ter sido o primeiro herói da era Marvel. Agora, quase 40 anos depois, era chegada a época da volta do Sentinela, com uma história inspirada pela sua misteriosa origem. 

Que coisa mais intrigante, certo? Bem, fora de que nada disso foi verdade. Toda essa pegada de "herói esquecido" não passou de um trote bem elaborado pelo então editor-chefe da Marvel Joe Quesada. Jenkins, Jae, a equipe da revista Wizard e até mesmo o próprio Stan Lee entraram na brincadeira.  A coisa toda, incluindo a criação do artista falso Artie Rosen, foi uma enorme jogada de marketing para promover o quadrinho. Felizmente, tudo deu certo, fisgando os leitores e acrescentando um charme à origem  do herói esquecido havia tanto tempo. 

Desde o lançamento do filme de horror de baixo orçamento A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project) um ano antes, esse tipo de truque promocional misturando fato e ficção estava na moda, embora, definitivamente, trazia muitos riscos. A Marvel sabia que, se não fizessem direito, poderiam acabar com uma legião de fãs bastante irritados ao sabrem que haviam sido enganados.

Porém, qualquer sensação de "pegadinha" foi logo deixada de lado quando a série foi publicada. Independentemente do plano de marketing de Quesada, a série em si chamou bastante atenção por causa do roteiro intrigante e a natureza misteriosa dopersonagem principal Robert Reynolds e seu alter-ego heroico. 

É uma prática padrão que os heróis da Marvel tenham todos uma certa tragédia em seu passado e muitos personagens não sabiam  o que era uma felicidade psiquiátrica por anos, maso Sentinela estava num nível bem diferente.  O relacionamento Yin e Yang entre o heroico Sentinela e o vilão Vácuo faziam dele o próprio pior inimigo, enquanto a psicose danosa de Robert Reynolds se manifestava enfrentando superseres de desmedido poder. 

A história resultante do despertar do Sentinela é sem duvida alguna um conto único. Embora ele seja um herói cujas supostas vêm de uma época mais inocente da Casa das ideias, a história é, de muitas formas, um testemunho de quão longe pode ela pode chegar e da maturidade possível nos quadrinhos de hoje. (Texto de Ed Hammond). 





sábado, 13 de abril de 2019

HMPM: Feiticeira Escarlate

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL: FEITICEIRA ESCARLATE
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Comics

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Tocada pelo caos no momento de seu nascimento, não é de surpreender que a história da Feiticeira Escarlate seja tão cheia de confusão e loucura. Sua vida não tem sido fácil. Com um passado repleto de mentiras e manipulação, é fácil entender que seu apego à realidade tenha escapado. 

Algo tão simples como quem pode ter sido seus pais continua uma incógnita até hoje, assim como a verdadeira origem de suas habilidades e como ela se tornou tão poderosa. Ela também se viu a mercê de inúmeras forças  que esperavam controlar seu poder.  Mefisto, Doutor Destino e até mesmo seu irmão, Mercúrio,  tiraram vantagem da natureza, muitas vezes frágil, de Wanda, manipulando-a para cometer atos terríveis.

Mas ela também fez grandes coisas  como integrante dos Vingadores e além. Para cada momento passado como vítima de algum esquema perverso, há outros dez exemplos de Wanda arriscando sua vida para salvar os outros. 

Os gêmeos Maximoff fizeram sua estreia no Universo Marvel em X-Men 4, como membros da Irmandade de Mutantes de Magneto. Mesmo desde a sua primeira aparição, duas coisas ficaram bastante claras. Os gêmeos são muito ligados e protetores entre si, e não têm nenhuma admiração pelos métodos vilanescos de Magneto. 

Depois de alguns conflitos com os X-Men, na edição 11, o par decidiu se separar de Magneto. Foi um choque para os leitores quando eles apareceram na edição 16 dos Vingadores, buscando abrigo e uma chance de redenção com a nova equipe de heróis do Capitão América. 

Como membro dos Vingadores, a Feiticeira Escarlate logo compensou por qualquer má ação que tenha empreendido enquanto servia na Irmandade de Mutantes de Magneto. Na nova equipe ela conheceu seu futuro esposo, Visão. Originalmente criado por Ultron, embora tenha escolhido se rebelar contra ele, o sintozoide teve uma afinidade instantânea com a Feiticeira e, mesmo sendo uma criatura mecânica de lógica, o Visão era exatamente o oposto de Wanda e seus poderes caóticos. 

Foi no final dos anos 1980 que Wanda viveria sua história mais dramática até então. Na época, os Vingadores tinham duas equipes e duas séries - uma baseada em Manhattan e outra, a equipe da Costa Oeste, na Califórnia. 

A Feiticeira Escarlate e o Visão, agora casados e com dois filhos, tinham deixado Manhattan para se juntar aos Vingadores da Costa Oeste, cujas aventuras estavam sendo narradas pela lenda dos quadrinhos John Byrne. 

Como você verá, é um momento sombrio para a Feiticeira Escarlate, do tipo que a levará até seus limites absolutos. Repercussões dessa história iriam se desdobrar muitos anos depois, com terríveis consequências para as duas equipes de Vingadores. (Texto de Ed Hammond).





Dr. Slump - Vol. 03

DR. SLUMP - VOLUME 03
Digitalização: Renato PLT/Tratamento: Outsider Z/HORDA Mangás

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"Era uma vez... Mas não há tanto tempo assim, um aldeão que enviou um mangá para uma cidade grande chamada Tóquio. A história girava em torno de um cientista maluco, e o primeiro capítulo era sobre uma boneca mecânica com aparência de menina. 

Nessa mesma noite, o telefone do aldeão tocou. 'Olha, troca o personagem principal, essa boneca é bem mais interessante que o doutor', falava a voz do outro lado do telefone, com seu sotaque sofisticado da cidade grande. Bastaram essas palavras para que passasse a ser sobre a boneca mecânica. E todos viveram felizes para sempre". 

Akira Toriyama criou assim um mangá dos mais engraçados que já li até hoje. Com histórias curtas, que não dependem de cronologia, Dr. Slump se supera a cada nova história, fazendo com que Arale e sua turma interajam com os mais inusitados personagens.

Neste número, por exemplo, temos uma raposinha que se acha esperta, alienígenas totalmente pirados e um super-herói que não é lá tão super-heróico assim: o Suppaman. 

Arale é uma robôzinha que pensa que é uma menina de verdade, mas, esquecendo que é uma robô, sempre assusta aquelas pessoas que também acham que ela é uma menina real. Ela é inocente em sua ingenuidade não apenas de menina, mas de robô, que vê os humanos como iguais a ela, mesmo ela sempre deixando claro que ela é bem mais esperta que todos. Byetcha!





sexta-feira, 12 de abril de 2019

Aliens 3

ALIEN 3: UM ROTEIRO NÃO PRODUZIDO - WILLIAM GIBSON
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Inc.



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Eu assisti Alien 3 no cinema. Por mais que eu tentasse, não consegui gostar e as cenas do alien em computação gráfica só pioraram tudo. Ripley morrer no fim então, nem se fala. É um filme que eu preferiria esquecer que existiu. Na verdade, é como se tudoi tivesse terminado mesmo em Aliens - O Resgate. 

William Gibson é o escritor de Neuromancer, livro que deu bastante inspiração para Matrix. Gibson fora chamado para escrever o roteiro de Alien 3, que acabou sendo trocado pelo que foi filmado. O roteiro de Gibson vai por um caminho totalmente diferente daquele que foi apresentado nas telas. 

A nave onde Ripley e os outros estão, acaba por ser interceptada e encontram ela, a menina, Hick e o andróide Bishop ainda vivos. No caso de Bishop, ele foi consertado. A estação especial que encontra os sobreviventes também entende que alguma coisa veio com eles, e que não é algo com que se brincar. Porém, logo são impedidos de destruir seja láo que for aquilo. A intenção de usar os aliens como arma de guerra se mostra como uma opção. Porém, os donos da Sulaco querem seus sobreviventes e de volta, incluindo o alien. 

Logo se percebe porque o roteiro de Gibson foi rejeitado. Nele, Ripley não tem destaque, passando a maior parte do tempo desacordada. Hicks e Bishop são os protagonistas e até mesmo a menina tem mais destaque que Ripley. Alien sem Sigourney Weaver não seria Alien. 

Para os quadrinhos se tornou o roteiro perfeito, já que não depende de astros de Hollywood para que a história funcione bem.  


quinta-feira, 11 de abril de 2019

Vampirella - Grandes Mestres

VAMPIRELLA - GRANDES MESTRES 
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc. 

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Vampirella nunca foi um dos quadrinhos que eu me importasse. Creio que nem é uma questão de gostar ou não. Simplesmente não me chama a atenção. Mas, como encontrei esta edição em um sebo e vi que a seleção de artistas valia a pena, resolvi trazê-la para cá. 

Apesar da capa destacar três roteiristas, a edição se destaca também por grandes artistas, como por exemplo, Gary Frank, Bruce Timm, Michael Golden, Arthur Adams, Tim Sale e outros. Alan Moore está aí mais como um chamariz mesmo. A história que ele escreve nem mesmo tem Vampirella, é sim, sobre Drácula. 

Jeph Loeb aparece em sua parceria sempre certeira com Tim Sale e os dois trazem um conto de Vampirella que envolve a sempre interessante metalinguagem. A vampira encontra Archie Goodwin. 

Forrest J. Ackerman, o criador da personagem, nos mostra sua origem através da arte de Mark Texeira. Kurt Buseiek e Arthur Adams levam Vampirella a enfrentar uma praga de besouros que podem não ser aquilo que parecem. 

Chistopher Priest e Alan Davis criam um conto silencioso onde a vampira precisa controlar sua sede para salvar um bebê. Ty Templeton e Bruce Timm fazem ela se apaixonar por um pintor que, no entanto, pode ter outras intenções.

Steve Lieber (Whiteout) nos traz uma história de terror envolvendo uma seita macabra a qual Vampirella e um amigo precisam desbaratar. Liam Sharp roteiriza e ilustra um dilema para Vampirella, que envolve um lobisomem. Michael Golden (Histórias do Vietnã) leva-a até um cinema onde três crianças entram para assistir a um filme sem saber que correm grande perigo. 

Jimmy Palmiotti e Amanda Conner deixam Vampirella curtir o Halloween, mas, do jeito dela. E, por fim, Phil Hester e Stephen Segovia contam a história de um tatuador a quem Vampirella vai visitar para fazer uma tatuagem que ele nunca esquecerá. 





quarta-feira, 10 de abril de 2019

Comics Star Wars 01

COLEÇÃO COMICS STAR WARS: VOLUME 01 - CLÁSSICOS 01
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

Capa alternativa by: Outsider Z e Alex Ross
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Quando Guerra nas Estrelas estreou em 1977 eu tinha 8 anos de idade e é a época que considero meu despertar para a vida, pois é onde tudo começa, para mim. Claro, eu nem sabia da existência de Guerra nas Estrelas e só ouvia alguma coisa aqui e ali. Só lá pela década de 80, quando Império Contra-Ataca estreou que eu já sabia mais ou menos o que era. Mas, foi em 1983, com O Retorno de Jedi e com a TV Manchete exibindo os dois anteriores, que eu realmente entrei no mundo de Star Wars. 

Infelizmente não fui ver O Retorno de Jedi no cinema. Para compensar eu tinha o álbum de figurinhas, do qual comprei tantas, que as repetidas dava para fazer enormes castelos de "cartas". Mas, pude me deliciar com Uma Nova Esperança e O Império Contra-Ataca na extinta TV Manchete. 

Porém, é como se desde sempre Guerra nas Estrelas fizesse parte da minha vida, sejam os filmes bons ou os ruins. Lembro comose fosse hoje, do filho adulto do dono da padaria onde eu trabalhava,ao ver O Retorno de Jedi anunciado  no jornal, disse: "Daqui a três anos serão As Guerras Clônicas". Não foi dali a três anos e nem foi Guerras Clônicas.

Quando finalmente chegou, em 1999, A Ameaça Fantasma, primeiro filme da série que fui ver no cinema, foi aquele desastre total. Depois do impacto dos efeitos especiais, depois da anestesia passar, comecei a pensar na história, em Jar Jar Binks e tudo foi desmoronando. Não senti nada de bom assistindo aquele filme. E nem os dois seguintes. Parecia que Star Wars tinha morrido. 

Mas, eis que a Disney compra a franquia e, em dezembro de 2015, com O Despertar da Força, estou eu lá no cinema, como se estivesse de volta a 1977, e senti toda a emoção de assistir um filme de Guerra nas Estrelas no Cinema. Isso se repetiria com Rogue One, mas não com Han Solo e nem com o Último Jedi. Nem mesmo fui assisti-los no cinema. E, quando assisti, vi que não perdi grande coisa. Então está 2 a 2 nesta nova fase. 

Mas, voltando, com o tempo assisti O Retorno de Jedi em fita VHS, completando assim a trilogia original. Depois tive a trilogia original remasterizada em VHS com as cenas refeitas e/ou acrescentadas. Deois o DVD e finalmente o blu-ray. 

Nos quadrinhos meu primeiro contato foi nas revistas do Hulk publicadas pela editora Abril, mas, com os quadrinhos do primeiro filme, o de 1977, só agora mesmo, nesta coleção, que traz Uma Nova Esperança em seis edições e algumas outras histórias que se passam após os acontecimentos deste filme.