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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Batman Noir: A Piada Mortal

BATMAN NOIR: A PIADA MORTAL - MOORE & BOLLAND
Edição Especial Para o RA: Trascrição, Letras e Montagem: DuckDan

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Batman: A Piada Mortal é a marcante origem do Coringa e seu confronto máximo com o Homem Morcego. Uma história que não poupa os personagens e tampouco os leitores, com suas polêmicas criando ondas até os dias de hoje, estes tão sensíveis. 

Na edição Batman Noir: Killing Joke podemos apreciar a arte de Brian Bolland em todo seu esplendor e magnificência (uia), pois ela é toda em preto e branco. Além da clássica história de A Piada Mortal, temos vários extras, como outras histórias curtas desenhadas por Brian Bolland, além de outras capas ilustradas pelo artista, que envolviam Batman.

O DuckDan acrescentou por conta própria alguns extras que deram ainda mais impacto a este especial. Em sua primeira colaboração com o RA, DanDuck chega chutando a porta. Espero que curtam seu trabalho.






domingo, 16 de julho de 2017

Halo Jones

A BALADA DE HALO JONES - MOORE & GIBSON
Digitalização e Tratamento: Outsider The Z/HORDA Comics

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"Os anos 80 foram, sem dúvida, a época mais prolífica de Alan Moore. Da distopia Orwelliana à desconstrução do super-herói, da homenagem ao horror à fábula fashion, o roteirista cobriu diversos estilos e gêneros. Não seria de estranhar que, sendo tão prolífico e variado, o escritor tentasse algo completamente fora do tradicional em uma revista tão voltada para a violência gráfica quanto a 2000AD. 

Em se tratando de uma antologia de ficção científica cujo personagem principal era o prototípico Juiz Dredd, o surgimento de uma protagonista física e emocionalmente frágil inserida numa trama de cinco páginas por mês levava a um ritmo próximo de uma telenovela, com cliffhangers ("ganchos") em sucessão.

Halo Jones é, talvez, a primeira heroína de uma série de ícones femininos - nascidas da pena de Moore, que incluiriam mais tarde sua revisão de Mina Murray de Bram Stoker, na série A Liga Extraordinária, e Promethea. 

Apesar da aparente imobilidade, ela evolui de uma guria de 17 anos que faz pouco além de frequentar shoppings a uma garçonete interestelar  envolvida numa trama político-policial e, finalmente, uma militar balzaquiana, soldado profissional numa guerra onde os papéis principais são eminentemente vividos por mulheres. 

Temas como zumbis massificados por música pop, moda provocando revoltas e a invisibilidade dos impopulares sucedem na velocidade de cinco ou seis quadros por página, sobrepostos nem sempre num ritmo previsível por outros assunto que provocam uma imersão do leitor, muitas vezes exigindo alguns minutos de reflexão embalados pelo traço longilíneo e hachurado de Ian Gibson.

Os três capítulos de A Balada de Halo Jones, com sua diagramação pouco homogênea, tem as características de de uma obra produzida 'no calor do momento', apresentando perceptíveis alterações de roteiro provocadas por palpites editoriais e pressões do público. Moore admitiu que aumentou o nível de ação  no segundo capítulo a pedido dos editores, respondendo a uma exigência dos fãs, o que levou a uma perceptível mudança no perfil da protagonista, e existem rumores que a série deveria continuar  até um hipotético livro 10, onde Halo Jones fecharia um ciclo, retornando às origens. 

Porém, em seu formato atual, a saga de Halo Jones pode ser considerada um libelo em prol do livre-arbítrio, do 'faze o que tu queres', com a heroína traçando  seu caminho sem jamais olhar sobre os ombros. 

Se lembrarmos da condição de eremita de Alan Moore, não deixa de ser uma ironia que essa moça pequena e perdida, um soldado que não conhece lar fora das trincheiras de supergravidade, acabe se tornando um arauto de diversos temas que assombrariam seu criador nos trinta anos seguintes após sua última publicação."




sexta-feira, 7 de julho de 2017

Providence

PROVIDENCE - 12 EDIÇÕES
Uma Fucking Supreprodução: Gibiscuits


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Providence é o terceiro ato da trilogia de Alan Moore e Jacen Burrows baseada em H.P. Lovecraft, que começou com O Pátio e foi seguida por Neonomicon. Essas duas primeiras minisséries foram publicadas no encadernado da Panini Neonomicon, já publicado aqui, e que seria aconselhável - para quem não leu ainda - ler primeiro, para entender melhor Providence. 

Ter um conhecimento da obra de H.P. Lovecraft também ajuda na compreensão da minissérie, mas não é obrigatório, já que os extras que o Gibiscuits providenciou são bem explicativos, direcionando para as obras que inspiraram a HQ. Os extras acompanham os dois primeiros números, depois são colocados no blog do grupo, e os linkarei mais abaixo. É aconselhável ler sempre depois de lido cada número para não toma uns spoilers. 

Providence é a cereja do bolo de uma HQ de Alan Moore que, apesar do tem lovecraftiano, não parecia ser grande coisa em O Pátio e Neonomicon. Porém, com essa minissérie em 12 edições, as duas anteriores se tornam apenas uma espécie de introdução a esta obra que, para mim, é uma das melhores coisas que o barbudo já escreveu. 

O ano é 1919 e Robert Black é um jornalista do New York Herald que, depois de uma grande perda, decide que vai escrever um livro sobre o lado oculto da América, baseado em boatos sobre livros que levaram pessoas ao suicídio, como o Rei Amarelo, entre outros. Ele começa a rastrear um livro de ocultismo árabe e um gruipo ocultista chamado Estrela Sapiente. É o começo de um caminho sem retorno para Black. 

Na verdade eu nem sou bom o suficiente para traçar aqui um perfil de Providence, tal a densidade e complexidade do que está ali. Além de ser uma obra extremamemente detalhada na obra de Lovecraft é, também, muito perturbadora, como são os contos em que a minissérie é baseada. Mas, como é Moore, isso é pouco para descrever a genialidade da coisa toda e se eu o fizesse teria que dar spoilers. 

Abaixo estão os links para os extras de cada edição a partir da terceira:






quarta-feira, 3 de maio de 2017

Liga Extraordinária: Dossiê Negro

LIGA EXTRAORDINÁRIA: DOSSIÊ NEGRO - MOORE & O'NEILL
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA SCANS
Capa, páginas duplas e poster: Alan Bishop

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EXTRAS, CLIQUE AQUI

Liga Extraordinária: O Dossiê Negro já era, para mim, um objeto mítico, uma lenda urbana que nunca seria vista aqui por essas bandas em papel. Na verdade, nem em scans traduzidos, já que o material continha muito texto corrido, que daria um trabalho hercúleo de tradução e diagramação. 

Mas, eis que depois de Liga Extraordinária: Século, lançado pela Devir ano passado, a editora nos brindou com Dossiê Negro, que veio antes de Século. A história se passa na década de 50 - uma espécie de pausa nos acontecimentos de Século -, e nossos intrépidos heróis Wilhelmina Harker e Allan Quatermain estão agora jovens para sempre. 

Eles roubam o Dossiê Negro e passam a ser perseguidos pelo agente secreto britânico mais conhecido de todos os tempos, mas que não pode ser citado nominalmente por problemas de direitos autorais. 

Com referências a 1984, de George Orwell  e O Grande Ditador, de Charles Chaplin, entre outras tantas, Dossiê Negro é uma espécie de despedida da Liga Extraodinária, para nós aqui. Moore ainda publicou um álbum da Capitã Nemo, mas, Mina e Allan não devem voltar mais. 

A história é entrecortada pelas páginas do Dossiê Negro, que traz informações tanto sobre a Liga Extraordinária de Mina e Allan, quanto de Ligas de tempos passados e de outros países como Alemanha e França.

Também traz extras que vieram em separado, e assim foram postados aqui. Na edição original, Moore até mesmo colocou um compacto de vinil, que aqui só veio a capa e as letras das músicas.

P.S.: As últimas páginas da história são em 3D, assim precisam de um óculos para serem vistas de tal forma. Como não dá pra digitalizar o óculos, sugiro que façam o seu, se fizerem questão.


LINKS PARA OS OUTROS VOLUMES:








sexta-feira, 6 de maio de 2016

MDP: Fase Moore Completa

MONSTRO DO PÂNTANO - FASE ALAN MOORE COMPLETA
Digitalização e Ajustes by Renato P. para o Rapadura Açucarada



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O Natal chegou mais cedo no Rapadura Açucarada. Então, é Natal, e o que você fez? Scans, diria o Renato, que os enviou, para nossa alegria. 

Preciso contar a história desses scans e, em que nela, eu sou meio que o vilão. Um vilão chato bagarai: o Renato me enviou esses seis volumes a meses atrás. Eu gostei muito da qualidade e tal, mas, eles estavam pequenos. Com certeza dariam para ler normalmente, no CDisplay, Celular, Tablet e etc. Mas, desde que comecei a refazer os scans que aqui já foram postados, eu procuro não cometer o mesmo erro de antes, colocando um tamanho que não precise mais ser refeito no futuro. 

Daí que, muito chateado, eu tive de recusá-los. O Renato aceitou na boa - mesmo que provavelmente, por trás de seu e-mail, quisesse arrancar minha vabeça haheuhauea - e o assunto foi esquecido. Achei, com certeza, que nunca mais o veria, pois, se fosse comigo, acho que não teria volta. Mas teve. Inacreditavelmente ele refez todos os scans no tamanho que venho padronizando aqui. 

Para fazer jus a tanto trabalho, eu postei até mesmo os dois primeiros volumes que eu já tinha feito, agora feitos por ele, para que fique tudo no "Padrão Renatístico" de digitalização e ajustes. 

Cabe aqui uma explicação do por quê eu chamar de ajustes e não restauração, nestes scans de HQs novas. Ora, porque elas são novas. Não restauramos nada, apenas retiramos os defeitos que o scanner deixa em evidência. HQs antigas, amareladas e com defeitos mais complicados essa sim são restauradas, mesmo que nem sempre como gostaríamos, devido a dificuldade. 

Dito isso, vamos lá:

Volume 01 - Alan Moore amarra todas as pontas para começar sua saga do Monstro do Pântano. Ele mata e ressuscita o verdão que começa a descobrir coisas sobre si que nunca tinha imaginado antes. Abigail Cable se torna cada vez mais íntima do monstro, mas seu marido está cada vez mais decadente.

Volume 02 - Matthew Cable é usado por Anton Arcane para retornar ao mundo dos vivos. Seu desejo de vingança contra o Monstro do Pântano não poupa nem meswmo sua sobrinha. também ficamos sabendo mais sobre Alec Holland.

Volume 03 - Surge John Constantine, o mago criado por Alan Moore com aparência inspirada no cantor Sting. Sua relação com o Monstro do Pântano não é pacífica, mas ele surge para levar as habildades do verdoso a um novo patamar. Além disso, fantasmas e homens  venenosos permeiam este volume. 

Volume 04 - Entra em cena o Parlamento das Árvores e o monstro desvenda cada vez mais e mais sobre as suas origens elementais. mais a frente, uma reunião do montros, Constantine e vários outros personagens mágicos e sobrenaturais tem a missão de enfrentar um grande perigo. Zatanna e seu pai estão entre os convidados. 

Volume 05 - o Monstro do Pãntano cobre o mundo com o verde e isso parece ameaçador para muitas pessoas, incluindo entre elas, o Batman, que decide enfrentar o elemental. O monstro acaba indo para o espaço, onde, solitário, vive outras aventuras.

Volume 06 - As aventuras espaciais do Monstro do Pântano continuam até a despedida de Alan Moore do título que o consagrou e o apresentou para o mundo. E, indo embora, ele nos deixou um clássico inesquecível e revolucionário.



sábado, 23 de abril de 2016

Monstro do Pântano - Livro Dois

MONSTRO DO PÂNTANO - LIVRO DOIS 
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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O Monstro do Pântano está sendo assombrado pelo fantasma de Alec Holland. ou seja, por ele mesmo. Agora ele precisa descobrir o que o fantasma quer. Matthew Cable parece estar indo de vento em popa e Abigail talvez esteja finalmente próxima da felicidade. Mas, alguma coisa está muito errada com seu marido. 

 Abigail encontra Caim e Abel, os anfitriões em seu sonho, onde ela encontrar o Monstro do Pântano, mas que não é exatamente aquele que ela conhece. Apesar do nome parecido, eles tem histórias diferentes. Como poder ser? Quem é este que surgiu nas páginas de House of The Secrets? 

 Alec Holland tem que lidar com o retorno do maligno Anton Arcane, que se apossou do corpo de Matthew Cable. Mais ainda, ele matou sua amada, Abigail e agora o monstro não sabe o que fazer para salvá-la. Talvez, quem sabe, ir até o inferno, com a ajuda do Desafiador, Vingador Fantasma, Espectro e Etrigan, para que possa tentar recuperar a alma dela. 

Além de tudo isso, Alan Moore ainda homenageia Pogo, um personagem clássico das tirinhas americanas, em uma história contada a partido do ponto de vista do novos visitantes.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Replay: Watchmen

WATCHMEN - EDIÇÃO DEFINITIVA
Digitalização e Ajustes by RA/OD

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Este ano Watchmen completará nada menos que 30 anos desde a primeira vez em que foi publicada nos EUA. Trinta anos desde que Alan Moore dividiu as águas dos quadrinhos de super-heróis, mesmo já tendo balançado as estruturas com Miracleman. Claro, Watchmen teve muito mais visibilidade e impacto devido a sua quase imediata publicação no mundo todo.  

Juntamente com Frank Miller e seu Cavaleiro das Trevas, Moore deixou os quadrinhos mais sérios e empolgantes de uma nova forma. Não é a questão de que eles não eram mais para crianças e sim de que eles eram para crianças que estavam prestes a crescer de forma impactante. 

Não que eu entendesse tudo que Watchmen representava quando li na época de sua primeira publicação no Brasil. Eu era um pós-adolescente ainda tão ingênuo quanto qualquer garoto. Mas, alguma coisa parecia ribombar naquelas páginas, como a cena do copo d'água em Jurassic Park, anunciando que algo grande estava chegando.

Mesmo hoje em dia, após nova leitura, ainda parece que estou naqiela primeira vez, sabendo que há algo a ser descoberto. E claro, sempre há. Mesmo com o filme de Zack Snyder tendo feito relativo sucesso e dado um olhar hollywoodiano sobbre a obra, ainda a leio como se o filme não existisse, apesar de - pasmem - eu gostar do mesmo. 

Por mais blasé que alguns tentem se manter diante desta história, por mais chato que às vezes Alan Moore seja, nada disso afeta o fato de que Watchmen é de imenso valor para os quadrinhos contemporâneos. Isso, até os dias de hoje. 

A saga do grupo disfuncional de super-heróis mais realistas, sem superpoderes, onde apenas um deles acaba se transformando em um semideus, é lida e relida quase que milimetricamente a todo momento. Roscharch e suas palavras cruas, Ozymandias e sua inteligência fria, Coruja e sua ingenuidade perante o mundo, Silk Spectre e sua relação com o vigilantismo, o Comediante e seu sarcasmo cruel sofre o impacto de algo pior do que ele. E, por fim, Dr. Manhattan e sua indiferença perante a humanidade. 

Watchmen é uma história clássica de super-heróis dentro de algo completamente novo, bruto, inteligente e cativante. Uma história que nos lembra a todo momento momento da pergunta crucial, afinal "quem vigia os vigilantes?"

terça-feira, 22 de março de 2016

Monstro do Pântano - Livro Um

MONSTRO DO PÂNTANO - LIVRO UM
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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O mais distante na memória que me lembro de ler Monstro do Pântano é na revista Superamigos da Editora Abril. O verdão era publicado pela EBAL anteriormente, mas eu nunca o li, provavelmente porque não me interessava em um gibi sobre um vegetal ambulante. Claro, eu não sabia o que estava perdendo. 

Mesmo antes de Alan Moore, Monstro do Pântano já era um gibi imperdível, hoje em dia percebo isso. Quando comecei a ler Supermigos, lia aquelas histórias incríveis, mas ainda era mais ligado às histórias de super-heróis. Alan Moore? Não fazia a mínima ideia de quem era. 


Para se ter uma ideia de como eu dava pouca atenção, quando soube que John Constantine tinha surgifo nas páginas de Monstro do pântano, eu o confundia com Anton Arcane. Acha que ele era o vilão. 

O fato é que, passado o tempo, quando comecei a escanear, voltei a ter contato com esses quadrinhos. Muita gente enviava scans dos formatinhos e da revista solo que a Abril lançou, com aventuras de Alec Holland e John Constantine. 

Assim como tentei com os quadrinhos de Hellblazer, também tentei publicar Monstro do Pântano em ordem de numeração original. E, assim como em Hellblazer, era complicado, ainda que menos. 


Mas, o fato é que a Abril publicara o personagem em formatinho e depois em formato americano. Em vez de reiniciar, ela apenas continuou e a diferença de um formato para o outro fazia com que os scans dos dois tivessem uma diferença gritante.

Quando a Brainstore, antiga metal pesado, começou a lançar encadernados, minha esperança de que poderia escanear com melhor qualidade se renovou. Se renovou e se destruiu em seguida quando vi que os encadernados eram em preto e branco. 

Nada contra o preto e branco, quando os originais são assim, como era o caso de A Espada Selvagem de Conan, por exemplo. Essa decisão não era estética, era financeira. Os encadernados eram tão caros quanto se fossem coloridos. Só foi até o segundo volume, claro. 


Então, o jeioto foi continua tentando arumar os scans de formatinhos e formato americano da Abril. Para se ter uma idea, na tentativa de melhorá-los, eu até baixei scans em inglês, apaguei os balões, e transcrevi os textos dos scans de formatinho, tendo que completar os textos editados pela Abril, assim como perceber que páginas inteiras tinham sido cortadas. Dessa forma a fase Alan Moore foi completada. Assim pensava eu. 

Um grupo, que não me lembro agora, traduziu e letreirou o número 20, que era onde Moore realmente começava, com a história "Pontas Soltas". Graças às editoras e suas decisões editoriais estranhas, eu achava que a fase dele começasse no número 21. Só assim, graças a este grupo, tivemos a fase realmente completa em scans. 


Outros grupos continuaram produzindo a fase seguinte, a que Rick Veitch passou a escrever, além de ilustrar. E, creio que foi completada ou quase. Não tenho certeza. 

Quando a Pixel adquiriu os direitos sobre o material da Vertigo, pensei novamente, que agora teríamos Monstro do Pântano em scans de qualidade. Novamente só tivemos o primeiro volume, que foi digitalizado. E tudo parou aí. Mas, a Panini retomou a publicação do elemental e já completou a fase Alan Moore. Se vai continuar com a de Veitch, não sei dizer. 

Mas, ao menos uma parte que nenhuma editora conseguiu antes, já foi feita. Neste volume, eu coloquei as três páginas de introdução escritas por Alan Moore, publicadas na edição da Pixel, que não foi publicada nessa. No mais, mergulhem de cabeça no pântano. 

domingo, 6 de março de 2016

Replay: Neonomicon

NEONOMICON - ALAN MOORE & JACEN BURROWS
Digitalização e Ajustes by Onomatopéia Digital

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Neonomicon dá sequência a O Pátio (The Courtyard), HQ que, na verdade, não foi roteirizada por Alan Moore, que escreveu apenas a ideia original. O roteirista foi Antony Johnston e o ilustrador Jacen Burrows. O Pátio foi uma minissérie em duas edições e ela abre este encadernado.

Na trama um agente do governo está à paisana num bairro sujo de Nova York, onde investiga uma série de assassinatos. Embora todos tenham usado o mesmo modus operandi, os 15 assassinatos foram feitos por três pessoas totalmente distintas! O que leva o agente a uma estranha boate, localizada nas construções de uma enorme igreja. Perito numa teoria própria, chamada Teoria da Anomalia, ele descobre uma nova droga, AKLO, que o faz criar mais um elo entre os assassinos.

Anos depois o próprio Alan Moore volta ao tema lovecraftiano expandindo a história. Desta vez, o agente do governo da primeira minissérie auxilia dois agentes do FBI para encontrar o possível assassino que escapou da primeira vez. Mas, uma teia de eventos leva os agente a se infiltrarem em uma seita que lida com ocultismo, e eles talvez tenham ido longe demais. 

Desta vez Moore não poupa as sensibilidades de ninguém. Sexo e morte, monstros e ocultismo, tudo é levado ao limite máximo e H. P. Lovecraft nunca mais será o mesmo. 






quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Liga Extraordinária - Vol. 03

LIGA EXTRAORDINÁRIA - VOLUME 03: SÉCULO
Digitalização e Montagem: H.O.R.D.A./Part. Especial: ShadowBoss

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E chegamos ao volume três das aventuras da Liga Extraordinária. Este volume vem após LoEG: Black Dossier, que não foi publicado no Brasil até agora e nem foi traduzido por nenhum grupo de scan, pelo simples motivo de ser um trabalho complicado em matéria de tradução e letreiramento. A Devir promete a publicação desde 2013. As notícias mais recentes dão conta de que ser publicado em 2016. Mas, nunca sabemos se será mesmo.

Os spin offs que começaram a ser publicados, como Nem: Coração de Gelo, que é o primeiro de três, só aparecerão por aqui quando estiverem todos publicados. Então, não será tão cedo.

Mas, o que importa é este terceiro volume, uma compilação dos três álbuns publicados pela Devir: 1910, 1969 e 2009. A Liga tem agora uma nova formação que, além de Mina e Allan, contam com o imortal Orlando, o investigador do sobrenatural, Thomas Carnacki e o ladrão redimido Arthur Raffles.

É 1910 e Carnacki tem vislumbres de algo que está acontecendo no submundo do ocultismo. Aparentemente um mago satanista chamado Oliver Haddo está tentando gerar uma criança lunar, o Anticristo. Mas, além deste contratempo, temos ainda a introdução da herdeira do Capitão Nemo, Janni, que se recusa a assumir o lugar do pai.

Conforme o tempo vai passando, Haddo consegue manter seu plano de trazer o Anticristo ao mundo, mesmo que ele precise usar de artifícios para continuar vivo e presenciar tal momento.

Na década de 60 a Liga continua investigando, agora no cenário musical de Londres, quem poderá ser o próximo fantoche de Haddo a ajudá-lo a concluir seus planos.

O embate final, já no século XXI é monumental, com o Anticristo sendo uma referência explícita à literatura inglesa atual.

Alan Moore e Kevin O’Neill não deixam pedra sobre pedra neste que pode ser a última aventura destes destemidos cavalheiros e damas. Ou não. 


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Liga Extraordinária - Vol. 02

LIGA EXTRAORDINÁRIA – VOLUME 02
Digitalização e Ajustes 2.0 by H.O.R.D.A. Comics

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Mal terminaram uma missão e Mina Murray, Allan Quatermain, Capitão Nemo, Jekyll/Hyde e Hawley Griffin já se veem diante de uma nova aventura de proporções apocalípticas: alienígenas de Marte estão invadindo a Inglaterra e, com certeza, planejam tomar toda a Terra.

Apesar de não poderem se locomover no planeta devido a gravidade, usam gigantescas naves conhecidas como tripods e estão dizimando a população. Agora tudo depende da Liga dos Cavalheiros Extraordinários e de sua líder.

Este volume está mais do que repleto de H. G. Wells. Já tínhamos o seu Homem Invisível desde o primeiro volume e, agora, a invasão marciana é uma referência direta a Guerra dos Mundos. Além disso, temos a participação especial – e essencial para a trama – do Dr. Moreau e suas criaturas saídas do livro A Ilha do Dr. Moreau.

Neste segundo volume as coisas estão bem mais tensas, tanto por causa da invasão, quanto por causa da interação cada vez mais cheia de atritos e nuances entre os membros da Liga Extraordinária.

Enquanto Hyde se mostra um monstro que tenta ser humano, outros se mostram humanos que no fundo são verdadeiros monstros. Enquanto isso, as criaturas marcianas avançam cada vez mais e seu número vai aumentando.

Alan Moore e Kevin O’Neill dão continuidade de forma magistral às aventuras do grupo mais literário dos quadrinhos!