sexta-feira, 19 de julho de 2019

Mestres Modernos - John Byrne

MESTRES MODERNOS - VOLUME DOIS - JOHN BYRNE
Digitalização e Tratamento: Véio do Scan/HORDA Masters

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John Byrne se tornou John Byrne, para mim, claro, a partir de X-Men. Seu trabalho em Punho de Ferro só vim a conhecer ou me dar conta que era ele, depois. E foi através de X-Men que, assim como muitos outros leitores de quadrinhos, eu aprendi a admirar o desenhista. E com o passar do tempo, essa admiração sempre aumentou, mesmo nos altos e baixos do artista. 

Lembro que eu não me importava tanto com X-Men quando era Dave Cockrum quem desenhava. Mesmo já com o texto de Chris Claremont, eu simplesmente não me empolgava com os mutantes da Marvel. Quando o texto de Claremont se juntou à arte de Byrne, foi como uma mistura explosiva e o supergrupo passou a ser algo indispensável para mim. 

Logo veio a Tropa Alfa e Quarteto Fantástico. Também tivemos a incrível Mulher-Hulk, entre tantas outras obras do autor para a Marvel. Mas, para mim, o ápice foi quando, depois de Crise nas Infinitas Terras, ele foi chamado para reformular totalmente o Homem de Aço. 

Quando vi o Superman desenhado e recriado por ele, parecia apenas natural que fosse ele a fazer isso. Byrne não apenas ilustrava, ele era o roteirista, como já havia sido em Tropa Alfa e Quarteto Fantástico. Foi uma das melhores - ou talvez a melhor - fases do Superman. 

Byrne ainda continuaria nos surpreendendo por muito tempo, até mesmo com hist´rias nunca antes pensadas como Batman e Superman - Gerações, que mostra como seria se os super-heróis seguissem uma linha do tempo literal desde a criação do primeiro deles, em 1938 até os dias de hoje e além. 

Este volume de Mestres Modernos, assim como o anterior, de George Pérez, traz uma extensa entrevista como o artista, que conta tudo sobre sua vida no mundo dos quadrinhos, além de uma galeria com vários de seus trabalhos. 






Um comentário:

Anderson Mendanha disse...

Byrne é maravilhoso. Adoro o traço dele, mesmo em trabalhos mais pessoais.