domingo, 31 de março de 2019

Tarzan no Planeta

TARZAN NO PLANETA DOS MACACOS - 05 EDIÇÕES
Produção de Jotas/Midori/ArthurFMG/Os Invisíveis-SóQuadrinhos

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Dark Horse e Boom! Studios se reúnem para um dos maiores e mais lógicos crossovers de todos os tempos. Tarzan, o Rei dos Macacos vai parar no Planeta dos Macacos graças às elocubrações de Tim Seeley e David Walker, com a arte de Fernando Dagnino e as cores de Sandra Molina, mais as capas de Duncan Fegredo.

Uma criança foi criada pelos macacos depois que seus pais morreram na selva. Zira e Cornelius são seus pais. Eles vieram de uma outra realidade, do futuro talvez, e tiveram um filho que se tornou irmão do adotivo Tarzan, Milo. 

Quando Tarzan é encontrado por seu primo e levado para a civilização descobre que é John Graystoke, porém, sua intenção é retornar para a selva e reencontrar Zira, Cornélius e Milo. Mas, ao fazer isso, uma guerra tem início entre humanos e macacos. E, para piorar as coisas, uma anomalia temporal está trazendo novos inimigos e alguns aliados. 

Costurando a clássica história de Tarzan aos filmes da franquia O Planeta dos Macacos, os autores nos dão uma história inteiramente nova e emocionante. A arte bem trabalhada completa o que se torna um dos melhores crossovers já feitos. Tarzan adentra a um mundo ao qual ele está familiarizado e que, ao mesmo tempo, precisa lutar para salvar. 




sábado, 30 de março de 2019

Hellblazer: Assombrado - Vol. 01

HELLBLAZER: ASSOMBRADO - VOLUME 01 DE 02
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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A fase de Warren Ellis foi bem curta em Hellblazer. O escritor saiu do título quando uma de suas histórias foi vetada. Era sobre garotos entrando em uma escola e matando várias pessoas. Mesmo tendo sido escrita antes dos acontecimentos de Columbine, acabou que ela sairia depois, então a editora decidiu não publicar. Devido a essa desavença, Ellis saiu.

Tempos depois a Vertigo a publicou em um título chamado Vertigo Ressurect, e até mesmo aqui no Brasil ela já foi publicada em uma Vertigo Especial, lançada pela Panini. A história retorna no próximo volume de Hellblazer com as outras poucas que Ellis ainda escreveu para o título. Porém, o escritor deixou sua marca no arco Assombrado, publicado neste volume, com arte de John Higgins, o colorista de Watchmen e ilustrador do arco em que Garth Ennis retorna rapidamente ao título, O Filho do Homem. 

Em Assombrado, Constantine fica sabendo pelos jornais que uma ex-namorada sua foi brutalmente assassinada. Sem conseguir tirar o acontecimento da cabeça, procura a ajuda de um policial que lhe deve um favor e consegue mais detalhes do assassinato, e a brutalidade e alguns outros detalhes, deixam claro para ele que alguem a usou em um ritual de magia negra chamado A Mulher Escarlate, ritual esse que remete a Aleister Crowley. Constantine decide que vai pegar o assassino, custe o que custar. 




sexta-feira, 29 de março de 2019

Dr. Slump - Vol. 01

DR. SLUMP - VOLUME 01
Digitalização: Renato PLT/Tratamento: Outsider Z/HORDA Mangás

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Antes de DragonBall existia Dr. Slump. Akira Toriyama mostrava todo seu talento para o humor e sua arte na história da robô Arale, criada pelo tresloucado Dr. Senbe Norimaki. 

Já com quase 40 anos desde seu lançamento, Dr. Slump continua tão divertido quanto na época. As peripécias de Arale, que enlouquecem o Dr. Norimaki são de uma qualidade humorística sem igual. 

Arale, construída como uma menina, uma garotinha, sabe que é uma robô e, ao mesmo tempo, age como se fosse humana, e isso gera perguntas muitas vezes incômodas para Norimaki. Por exemplo, quando descobre que não vai envelhecer como as pessoas normais, exige ao cientista que ele dê um jeito de que ela envelheça. Autoritária, como uma criança nesta idade, Arale geralmente consegue o que quer, mesmo que para isso, Senbe Norimaki precise lançar mão de alguma invenção maluca.

Como qualquer criança, Arale é mandada para a escola, onde faz amizades e tenta esconder - muito mal - que é uma robôzinha. Sempre consegue deixar claro que não é uma menina comum, para espanto de seus coleguinhas. 

As invenções malucas de Norimaki não se restringem a Arale. Sempre construindo alguma nova, ele acaba metendo todo mundo em mais confusões e acaba precisando dar um jeito de desfazer o que fez, com a ajuda de Arale. 

Dr. Slump é exatamente como Arale, não envelhece.






quinta-feira, 28 de março de 2019

Umbrella Academy - Vol. 02

UMBRELLA ACADEMY: VOLUME 02 - DALLAS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Umbrella Academy deixou sua marca, a ponto de, anos depois, ganhar uma série live action. Com o segundo volume Gerard Way e Gabriel Bá retornam para mostrar mais da família de super-heróis mais disfuncional que já existiu. 

Neste retorno, as consequências dos acontecimentos do volume anterior separam ainda mais a Umbrella Academy, porém, não pode se dar ao luxo de permanecer assim por muito tempo. O número 5 está sendo caçado por uma agência de controle da linha do tempo e não é exatamente para ser morto, pois apenas ele pode completar uma missão quase impossível: deter a si mesmo. 

Para chegar a até ele, a dupla de assassinos Hazel e Cha-Cha é chamada e logo entra em ação, levando um dos irmãos a ser capturado, torturado e... morto. Ainda assim, a missão está longe de ter um fim. 

Número 5 e Allison se mandam para 1963 para cumprir algo que pode ser bem complicado de se fazer e, atrás deles, vai toda a Umbrella Academy restante. Porém, eles vão parar em outro lugar. 

Nada mais será o mesmo depois desta aventura temporal, onde mudar o passado talvez não seja uma opção. 

Após longos dez anos depois é que a Dark Horse começou  apublicar o volume 3, Hotel Oblivion, em sete partes, cinco das quais já podem ser baixadas aqui no blog d'Os Invisíveis.




quarta-feira, 27 de março de 2019

Umbrella Academy - Vol. 01

UMBRELLA ACADEMY: VOLUME 01 - SUÍTE DO APOCALIPSE
Digitalização e Tratamento (Scans 2.0): Outsider Z/HORDA Inc.

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Quarenta e três mulheres ao redor do mundo ficam grávidas de uma hora para outra e geram os filhos instantaneamente. Sir Reginald Hargreeves, milionário e excêntrico, consegue adotar sete dessas crianças que nasceram com poderes especiais... ou pelo menos seis delas os têm. 

Hargreeves as treina incessantemente para que sejam capazes de salvar o mundo, porém, no processo, faz com que cresçam magoadas por ter um pai ausente que pensa apenas em que uso fazer de seus poderes. Entre elas temos Vanya que, por não ter nenhum dom especial, é colocada de lado. Quando crescem, cada um toma um rumo diferente e elas passam a se ver muito pouco. É quando Sir Reginald morre. 

A morte do pai adotivo faz com que elas se reúnam novamente, se não para prantear, ao menos para ter certeza de que ele está morto. Spaceboy, o número 01 deixa sua base na lua e vai ao encontro dos irmãos na mansão de Hargreeves. Lá encontra Allison, Séance, Vanya, Diego e o número 5. 

Número 5 que voltou para o presente recentemente, pois estava preso no futuro, onde o mundo foi destruído e ele só tem alguns dias para descobrir o responsável e impedir. Porém, ele mesmo está sendo perseguido por uma agência reguladora do tempo. 

Gerard Way e Gabriel Bá criaram uma família disfuncional de super-heróis que, dez anos depois, ganhou uma série live action na Netflix.





sábado, 23 de março de 2019

HMPM: Garota-Aranha

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA 
MARVEL: GAROTA-ARANHA
Digitalização e Tratamento:
Outsider Z/HORDA Inc.

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O que aconteceria se...? Para os fãs da Marvel, é o prenúncio de uma miríade de incontáveis possibilidades, uma bifurcação na trilha do tempo em que situações e circunstâncias podem ter ocorrido de uma maneira diferente. Lançada pela Casa das Ideias em 1977, a série What If? (batizada no Brasil de O Que Aconteceria Se...?) pegava um determinado momento no Universo Marvel e imaginava as consequências se o destino tivesse permitido que ventos agissem diferente. O que aconteceria se o Homem-Aranha tivesse se juntado ao Quarteto Fantástico: Ou se Gwen Stacy tivesse vivido? Ou se os Vingadores nunca tivessem se unido? Todos esses e mais outros contos hipotéticos de heroísmo foram explorados dentro de suas páginas. 

Embora a maioria de suas histórias tenha sido autocontida numa só edição, isso se provou mais do que suficiente para mostrar não apenas um novo herói, mas todo um novo universo! What If? (Vol. 02) 105 levantou a questão de como seria se a filha do Homem-Aranha tivesse sobrevivido. Infelizmente, alguns anos antes, Peter Parker e Mary Jane tinham perdido sua filha durante o parto. 

Esta edição saltava 15 anos no futuro para ver o que teria acontecido ao seu bebê se tivesse vivido.  No melhor estilo das revistas em quadrinhos, o legado do Homem-Aranha tinha sido herdado por May "Mayday" Parker e sua vida ficou de cabeça pra baixo quando ela começou a desenvolver poderes aracnídeos. 

Para a equipe criativa formada por Tom DeFalco e Ron Frenz, esta edição envolveu um monte de conjecturas - e não apenas sobre como os Parkers iriam se sair! Eles exploraram um Universo Marvel muito mais amplo, uma geração depois, com grande quantidade de novos heróis e vilões, incluindo novos Vingadores e até mesmo um Quinteto Fantástico. 

Ficou claro para a Marvel que havia muito mais potencial para a personagem e todo mundo criado para ser contado numa só história. Assim, alguns meses depois, a Garota-Aranha faria um retorno triunfal numa nova série mensal escrita novamente por Tom DeFalco, mas, desta vez, com a arte de Pat Ollife.  Lembrando muito as primeiras aventuras  de seu pai como o Homem-Aranha, May se vê fazendo verdadeiros malabarismos para levar sua vida como super-heroína e seu dia a dia na escola...

No entanto, sendo bastante popular entre seus colegas de aula, seus problemas são quase o oposto daqueles experimentados pelo jovem nerd chamado Peter Parker. Ironicamente para May, a principal causa de sua angústia é seu pai, que não gostou nada da decisão dela em se tornar uma heroína lançadora de teias. 

As aventuras da Garota-Aranha aconteceriam por mais de uma década, durante a qual ela encontrou um monte de novos vilões, além de outras faces familiares da galeria de inimigos do Aranha que voltaram seguindo diferentes rumos. Durante esse período a revista Spider-Girl evoluiu para Amazing Spider-Girl e então relançada como Spectacular Spider-Girl, antes de ser enecerrada na Spectacular Spider-Girl (Vol. 2) 4, seguida pela edição especial Spectacular Spider-Girl: The End

Contudo, este não seria realmente o fim de May Parker. Recentemente, o escritor de Amazing Spider-Man, Dan Slott, trouxe May de volta para sua saga dimensional Aranhaverso (Spider-Verse). Daí, pouco tempo depois, foi envolvida no megaevento Guerras Secretas (Secret Wars), que alterou o Universo Marvel em 2015, e acabou na Terra "principal", da Marvel, consolidando seu lugar como um membro integrante do panteão de super-heróis da Marvel.

Então, continue lendo enquanto adentramos o desconhecido e descobrimos uma nova geração de aventuras escalando paredes e lançando teias, cortesia da Garota-Aranha! (Texto de Ed Hammond).





quinta-feira, 21 de março de 2019

Severed

SEVERED - SCOTT SNYDER/SCOTT TUFT/ATTILA FUTAKI
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Inc.

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Se alguém me contasse, nos anos 1990, que a Image teria uma HQ com essa qualidade e de terror, sem super-heróis bombados e, algumas vezes, mal desenhados, eu diria que a pessoa estaria louca. Mas, lá se vão uns 25 anos desde esta época que arruinou toda uma década dos quadrinhos. Os dias agora são outros.

Jack Garron é um velhinho que vive com sua esposa, tranquilamente, até que seu neto entrega-lhe um recado de alguém do passado. A história por trás disso tem a ver com o braço que lhe falta. Ele volta suas memórias para 1916. 

Jack Garron nesta época era apenas um garoto que vivia tranquilamente com sua mãe. Jack foge de casa, pois recebeu cartas do pai que nunca conheceu e agora quer ir até onde ele está para conhecê-lo. Tem início uma aventura das mais macabras.

No caminho ele encontra Sam. Os dois se tornam grandes amigos e ele tem com quem contar, até que encontre seu pai. O que os dois não imaginam é que há um predador a solta e sua presa preferida são crianças. Jack e Sam cruzam o caminho dele. 

Com roteiro de Scott Snyder e Scott Luft, esta história tenebrosa conta com a arte impressionante de Attila Futaki. 






quarta-feira, 20 de março de 2019

HMPM: Madrox

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL: 
MADROX,  O HOMEM-MÚLTIPLO
Digitalização e Tratamento: 
Outsider Z/HORDA Inc.

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Ninguém conhece a fórmula mágica para se criar um super-herói de sucesso.  Embora muito já tenha sido escrito - com o benefício da retrospectiva - sobre de que maneira sujeitos como Thor, Hulk e Aranha tenham se tornado tão populares, cada um deles já foi um desconhecido que poderia muito bem ter desaparecido na obscuridade. 

Alguns heróis são um sucesso instantâneo, enquanto outros levam tempo para serem realmente apreciados. Para alguns poucos desses heróis "marcha-lenta", sua explosão de popularidade pode ser por causa  de um novo criador que consegue ver um aspecto diferente do personagem. Jamie Madrox, vulgo Homem-Múltiplo, é um ótimo exemplo disso. 

Este volume começa com sua estreia em Giant-Size Fantastic Four 4. Criado em isolamento, Jamie Madrox é um jovem um pouco confuso, cuja viagem até a Grande Cidade termina numa briga superpoderosa. Embora seus poderes tenham dado dado bastante trabalho durante o confronto com o Quarteto Fantástico, é justo dizer que sua personalidade não foi muito explorada além de "confuso e zangado". 

Fora algumas poucas aparições ocasionais nos títulos dos X-Men, Madrox quase não foi usado pela Marvel nos 16 anos seguintes, até a criação de uma nova superequipe de X-Factor em 1991, na X-Factor 71. O escritor da série, Peter David, transformou Madrox de um mutante de uma só nota em um personagem muito mais interessante, graças a uma simples mudança na natureza de seus poderes. De agora em diante, toda vez que Jamie criasse uma duplicata, além dela ser um clone, cada uma delas representa uma parte de sua personalidade. O potencial narrativo deste novo truque é imensurável e permitiu que Madrox evoluísse verdadeiramente. 

Outra grande mudança no multifacetado mutante surgiu em 2005, com a série de cinco partes Madrox, escrita por Peter David e desenhada por Pablo Raimondi. É nela que a reinvenção moderna de Madrox realmente tem início. No passado, Jamie tinha sido um herói compreensivelmente maníaco, com uma mentalidade rebelde e anárquica que mantinha seus amigos e inimigos firmemente a seus pés. 

Apesar de continuar adorando não seguir as regras, Jamie anda um pouco mais controlado, focando sua energia em se estabelecer como um investigador particular. A série foi aclamada pela crítica e marcou o ressurgimento do Homem-Múltiplo., além de gerar uma nova série X-Factor no processo. 

No final da série do X-Factor, em 2013, Madrox tinha passado por uma incrível evolução pessoal. É uma estranha coincidência que a última edição de X-Factor tenha sido lançada na época em que estávamos pesquisando material para este volume. Tendo lido Madrox e a edição final de X-Factor em tão pouco tempo serviu para destacar que trabalho fantástico Peter David fez com o Homem-Múltiplo, levando-o numa jornada emocional que o deixa a milhões de quilômetros de distãncia daquele mutante de um truque só da sua edição de estréia. 

Então, continue lendo, enquanto revelamos as muitas faces de Jamie Madrox, não o primeiro e, definitivamente, não o único Homem-Múltiplo! (Texto de Ed Hammond).





terça-feira, 19 de março de 2019

HMPM: Homem-Máquina

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL: HOMEM-MÁQUINA
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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O homem artificial é um ícone recorrente nas narrativas de ficção científica. Tal como os melhores conceitos do gênero, é uma ideia que nos leva a fazer perguntas pertinentes sobre muitas coisas, desde como definimos nossa própria existência até como  tratamos aqueles que nos servem. O Universo Marvel teve sua parcela de autômatos batalhando tanto no lado do bem quanto do mal. Em 1977, um novo aventureiro robótico foi adicionado ao panteão mecanizado da Marvel, o Homem-Máquina! 

Curiosamente, o Homem-Máquina é um dos poucos heróis que não tem suas origens no próprio Universo Marvel. Seu criador foi o rei dos quadrinhos, Jack Kirby, que introduziu o personagem em 2001 - An Space Odyssey 8 - uma série spin-off do filme de Stanley Kubrik e do livro de Arthur C. Clarke que têm o mesmo nome. 

O único sobrevivente de uma unidade de robôs defeituosos que atacaram seu mestre, o "Senhor Máquina", como ficou conhecido no começo, foi capaz de transcender a falha de sua programação movido pelo amor e apoio de seu criador, dr. Abel Stack. 

Com o cancelamento da série, um novo título, Machine Man, foi lançado, estrelando o herói renascido. Novamente, desenhado e escrito por Jack Kirby, o robô justiceiro foge do exército, que teme seu potencial como uma arma mortal - algo que não poderia estar mais longe da verdade. O Homem-Máquina é uma das criações mais altruístas e de bom coração em toda a Marvel, usando suas habilidades para ajudar os outros, e é o poderio do exército que se mostra como uma força de destruição irrefreável, cruel e violenta. 

Para nossa p´roxima história, damos um salto de alguns anos para uam dose dupla de ação robótica na forma de Marvel Two-in-One 92-93, de 1982. Escrita por Tom DeFalco e com arte de Ron Wilson, o Homem-Máquina se vê preso numa batalha contra Ultron, enquanto tenta convencer sua "noiva" Jocasta a ajudá-lo em seus esquemas de conquistar o mundo. 

Agora, o Homem-Máquina, operando sob seu disfarce de Aaron Stack, desenvolveu uma aparência mais humana (e até conquistou um emprego na área de seguros), e fica claro que o coração da história é o laço que o Homem-Máquina e Jocasta formam a partir do modo como sempre foram tratados pelo resto do mundo. 

Nossa última história, a minissérie homônima Machine Man, de 1984, é verdadeiramente emblemática - um típico cenário de "O Que Aconteceria Se..?", passando no futuro na época distante de... 2020. Mais uma vez escrita por Tom DeFalco, vemos um Homem-Máquina revivido num mundo distópico e se aliando a um grupo de varredores de rua chamados Sucateiros da Madrugada. 

Apesar de menos humano que suas antigas encarnações, ainda há bastante para se  apreciar nesta história - provavelmente uma das artes mais fantásticas de Barry Windsor-Smith, trabalhando sobre os esboços de Herb Trimpe. O conhecimento firme de Trimpe quanto à disposição de painéis e páginas, combinado ao experimentalismo da arte e da paleta de Windsor-Smith, dá à história uma aparência e atmosfera únicas, diferente de qualquer produção da época! (Texto de Ed Hammond).





segunda-feira, 18 de março de 2019

100 Balas - Vol. 12

100 BALAS - VOLUME 12
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc. 

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Se não quer tomar um spoiler pelo meio da cara, não olhe de novo para a capa. Sei, que ao dizer isso, você vai querer olhar, mas, não.... olhe. Bom, dito isso, vamos lá. Azzarello parece ter um pouco de J. R. R. Martin nele, já que, assim como em Game of Thrones, personagens que se tornam queridos pelos leitores e/ou telespectadores, morrem, sem nenhuma cerimônia. 

Aqui é Vertigo, e na Vertigo, não temos essa de ressuscitar, voltar da morte, ter sido tudo um sonho, ou ser a a Jean Grey. Aqui, morto é morto mesmo. E, em muitos casos, são personagens aos quais nos apegamos devido ao carisma embutido neles por Azzarelo e até mesmo por Eduardo Risso. 

Se não leu os volumes anteriores, pule este parágrafo, pois é onde digo que já tivemos a morte de Milo Garret e Sheppherd. E agora chegou a vez de mais uma pessoa. 

Na guerra que está desintegrando o Cartel, Graves precisa de apoio e, para isso, vai atrás de quem o ajude e de quem o atrapalhe com isso. Além de tudo, a guerra não para de fazer vítimas dentro do Cartel, fazendo com que ele continue desmoronando cada dia mais. Tivemos também uma tentativa fracassada de atentado, no último volume. 

Há também o retorno de Echo Memoria, ladra profissional que roubou uma valiosa pintura que parece trazer a morte por onde passa. Ainda não se sabe onde Echo e a pintura se encaixam nos planos de Graves ou se ao menos fazem parte desses planos. Mistério.