sábado, 24 de agosto de 2019

Guarani

GUARANI - AS CRIANÇAS SOLDADOS 
DO PARAGUAI - AGRIMBAU/IPPÓLITI
Tradução e Letras: Zealfie27/Quadrinhos Inglórios

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Texto de Introdução da HQ:

A Guerra da Tríplice Aliança, também chama de "Guerra do Paraguai" ou "Grande Guerra" da América do Sul, foi um conflito armado que opôs o Paraguai contra o Brasil, Argentina e Uruguai, entre 1864 e 1870. Sua origem é incerta. Segundo a versão oficial dos países aliados, a causa do conflito foi a invasão de tropas paraguaias do marechal Franco Solano López, ao Uruguai para intervir na luta interna entre os dois principais partidos políticos.

Mas, para uma boa parte dos historiadores, as hostilidades decorreram de fato pelos interesses do Império Britânico nesta parte do mundo. Os britânicos desejavam contrabalançar  a influência do Paraguai na embocadura do rio Paraná, principal via navegável da região. Nos primeiros anos, a guerra dizia respeito ao Brasil, Uruguai e Paraguai. É em 1865, depois da invasão paraguaia ao território argentino, que se deu o sinal, em segredo, para o Tratado da Tríplice Aliança. 

Em 1866, o conflito já havia virado em favor da Aliança. O marechal López propôs um tratado de paz a seu homólogo argentino, o presidente Bartolomé Mitre, comandante em chefe  das forças aliadas. As negociações se mostraram infrutíferas e a guerra se prolongou. Depois de várias vitórias paraguaias, Mitre renunciou ao seu posto à frente das tropas, que passaram então para o comando do Barão de Caxias, ou seja, para o Brasil. 

Em 1868 os aliados foram para cima de vez. Contudo, para o marechal López, capitulação  sem condições era impensável ele ordenou que o país inteiro, homens, mulheres e crianças, lutassem até o fim. A Guerra da Tríplice Aliança chegou ao fim em 1870, quando as tropas brasileiras capturaram o marechal. Assim, fiel à sua palavra, lutara até o fim. As consequências para o Paraguai foram desastrosas. Os números diferem de acordo com as fontes, mas estes estimam que, uma vez terminada a guerra, , aproximadamente 90% da população masculina em idade de procriar havia sido dizimada. 

As repercussões desta guerra se fazem sentir ainda hoje em dia. Embora a figura do marechal López seja fortemente controversa, a maioria dos paraguaios o consideram como um "grande herói da nação", por sua bravura e sua intransigência face aos interesses estrangeiros. Uma visão compartilhada por muitos argentinos e brasileiros. 

Um dos últimos confrontos foi a Batalha de Acosta Ñu - conehcida no Brasil como a Batalha de Campo Grande -, onde um batalhão paraguaio, composto de crianças e adolescentes foi armado às pressas para confrontar 20.000 soldados aliados. Um bom número dentre eles sendo indígenas guarani que nunca haviam visto uma arma de fogo em sua vida. A batalha aconteceu em 16 de agosto  de 1868. 

Todo ano, nesta data, é celebrado no Paraguai o "Dia da Criança", em memória destes pequenos soldados mortos na Batalha de Acosta Ñu. 

Este álbum conta a história do fotógrafo francês Pierre Duprat que acompanha estes últimos dias da guerra. 


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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Tex - 100 Anos de Galep

TEX - 100 ANOS DE GALEP
Digitalização e Tratamento: O Véio dos Scans/HORDA Inc.

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Eu detestava Tex... sem nunca ter lido. Na verdade, era apenas um preconceito tolo com quadrinhos em preto e branco. E meio sem sentido, já que eu lia A Espada Selvagem de Conan e Aventura e Ficção. O fato é que eu passei um bom tempo sem ler as HQs italianas que, naquele tempo, incluia Zagor. Eram as que eu conhecia. 

Um dia eu estava trocando gibis com um camarada que vendia algumas na rua e resolvi, por alguma força do destino, que levaria uma de Tex. Foi onde comecei a ler as aventuras do ranger e seus amigos. Com o tempo também comecei a ler Zagor. 

Tex foi criado em 1948, ou seja, já tem mais de 70 anos. Se Aurelio Gallepini, seu co-criador, estivesse vivo teria 101 anos de idade. Junto com Giovanni Luigi Bonelli, Galep - como era conhecido - criou um dos personagens de faroeste mais conhecidos dos leitores de quadrinhos. 

O mais interessante de tudo é que os dois, quando começaram a trabalhar juntos, tinha como aposta principal um quadrinho de capa e espada chamado Olho Sombrio. para eles, este seria o sucesso absoluto, e Tex era apenas algo secundário. A arte de Olho Sombro era bem mais detalhada e a de Tex nem tanto. Hoje em dia, creio que só lembram de Olho Sombrio os seus criadores, enquanto Tex é conhecido em vários países do mundo. 

Aqui no Brasil já passou por pelo menos três editoras e, creio que tem mais títulos que muito super-herói, sendo que há pouco tempo foi lançado um novo título com aventuras suas quando jovem. Tex parece ser uma fonte inesgotável de entretenimento.

Esta edição é sobre Galep, sua vida antes da criação de Tex e sua jornada junto ao ranger, do qual foi ilustrador por décadas. Um verdadeiro artista do faroeste. 


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Um Filho do Sol

UM FILHO DO SOL - LONDON/NURY/HENNINOT
Tradução e Letras: Zealfie27 e Carfrangs/Quadrinhos Inglórios

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David Grief é uma espécie de magnata das Ilhas Salomão, apesar de parecer apenas um marujo. Nesta ilhas os homens vivem de fazer dívidas uns com os outros e, claro, isso inclui dívidas com David.  Ao cobrar míseras 1.200 libras quase é morto pelo devedor.

Enquanto isso, outro milionário, rei de sua própria ilha, planeja fazer o leilão de suas preciosas pérolas, incluindo uma pérola negra, muito cobiçada por todos os homens que habitam aquelas belas ilhas. Porém, por trás desse leilão há algo bem mais importante que dinheiro. No entanto, David não foi convidado para o tal leilão. 

Uma história de amor, ganância e vingança, baseada nos contos de Jack London, o mesmo que escreveu Caninos Brancos, entre outros livros que se tornaram filmes. Nesta HQ, belamente ilustrada (parece que tô vendendo enciclopédia) por Éric Henninnot e adaptada por Fabien Nury, podemos saber um pouco sobre a vida em lugares tão remotos e que causam tantas desavenças. 


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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

CDOG: Nintendo

COLEÇÃO DOSSIÊ OLD GAMER - NINTENDO
Digitalização e Tratamento: Renato PLT/Horda Gamers

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Texto do colaborador Renato PLT:

Não digitalizei esta coleção na ordem de lançamento, pois não há necessidade, uma vez que não existe uma sequência direta entre elas. Optei por fazer essa, pois pra mim foi a melhor delas até o momento. 

A Nintendo é mesmo a melhor no que faz e no que fez, tanto que aqui vemos que ela deu mesmo um baile não só nas concorrentes mas no mercado inteiro. 

Estabeleceu padrões usados até hoje e criou personagens que se tornaram símbolos do termo video game, como o Mário. Meu primeiro video game da vida foi um desses clones, no caso o DynaVision 3. 

Acredito que essa revista pode ser considerada um livro sobre o sucesso da Nintendo.


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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Saga - Vol. 05

SAGA - VOLUME 05
Digitalização e Tratamento: O Véio dos Scans/HORDA Fantasy

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A Saga continua neste volume cinco, com Brian K. Vaughn e Fiona Staples narrando a história por meio de Hazel, a filha de Marko e Alana, um casal de mundos opostos em guerra e que se apaixonam, gerando uma improvável criança que pertence aos dois mundos. 

Com o assassinato da Princesa Robô, um rebelde soolitário leva seu filho recém-nascido e vai parar na nave de Alana, que está separada de Marko por desentendimentos matrimoniais. O rebelde chamado Dengo leva o pequeno bebê robô, Alana, Haziel e Klara, para o espaço. Marko os perde. É quando ele recebe ajuda de uma fonte inesperada: o Príncipe Robô IV. 

Dengo, o rebelde, tem planos para o bebê do Príncipe e para Haziel, por isso entra em contato com uma célula terrorista que ele considera como revolucionários. É aí que a coisa realmente fica ruim...


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Universe! - Vol. 03

UNIVERSE! - VOLUME 03 - ALBERT MONTEYS
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Sci-Fi

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Albert Monteys já nos trouxe sua visão sobre viagem no tempo e inteligência artificial. Nesta nova edição ele versa sobre vida em outros planetas. Uma equipe em uma sonda espacial em formato humanoide é uma entre várias enviadas para procurar vida inteligente pelo universo. 

Suas expectativas estão baixas e Bonaparte é um dos tripulantes que também se encontra pessimista quanto a possibilidade de que o planeta para o qual estão indo contenha vida. E essa expectativa mostra-se verdadeira. O planeta é deserto. É quando Bonaparte decide que o ar é respirável e retira o capacete. 

A partir daí as coisas se complicam um pouco. Bonaparte sobrevive à atmosfera, mas é acometido por um estranho efeito colateral. 

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

BLDCDT: Jim Aparo - Vol. 01

BATMAN - LENDAS DO CAVALEIRO DAS 
TREVAS - JIM APARO - VOLUME 01 de 10
Digitalização e Tratamento: El Viejo de
Los Scanes/HORDA Dibujos

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Nascido em 1932, em New Britain, Connecticut, Jim Aparo começou sua carreira na publicidade e nos quadrinhos de jornais. Nestes últimos, fez sua estréia em 1963, com a tira “Stern Wheeler” (escrita por Ralph Kanna), publicada em um jornal de Hartford, Connecticut, por quase um ano. 

Em 1966, Dick Giordano, então editor da Charlton Comics, contratou-o para os quadros da firma. O primeiro trabalho de Aparo para a Charlton foi a HQ de humor “Miss Bikini Luy”, publicada no gibi “Go-Go Comics”. Mas chamou a atenção mesmo foi com sua versão do “Fantasma” (de Lee Falk). 

A partir de então trabalhou em diversos gêneros: westerns, espionagem ("James Bond"), ficção científica, terror. Em 1968, Aparo foi contratado pela DC (para onde Giordano também fora), onde trabalhou em “Aquaman” e "Adventure Comics". Em 1971, foi designado para o n° 98 de “The Brave and the Bold”, gibi que apresentava Batman lutando lado a lado com um personagem convidado (no caso do n° 98, o Vingador Fantasma, herói que o artista estava familiarizado, já que o desenhava em sua própria revista). 

Murray Boltinoff, o editor de “The Brave and the Bold”, parece ter gostado do resultado, pois logo designou Aparo como o artista fixo da série (a partir do n° 100). Aparo continuou no título até a edição 200, sendo substituído por outros desenhistas apenas em algumas ocasiões.

Também trabalhou com “Batman” na revista própria deste, sendo famoso o seu trabalho “Death in the Family” (A Morte de Robin). Depois de ter andado por “Arqueiro Verde”, Aparo aposentou-se, aparecendo de vez em quando a fazer uma capa especial. Fonte: Guia dos Quadrinhos.

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Lendas do Universo DC: Lanterna e Arqueiro Verde 01
Lendas do Universo DC: Lanterna e Arqueiro Verde 02
Lendas do Universo DC: Lanterna e Arqueiro Verde 03
Batman: Contos do Demônio
O Cavaleiro das Trevas - Edição Definitiva
Superman vs. Muhamad Ali - Edição Definitiva




sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Mestres Modernos - Walt Simonson

MESTRES MODERNOS - VOLUME 04 - WALTER SIMONSON
Digitalização e Tratamento: O Véio dos Scans/HORDA Scans

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A primeira vez que me dei conta da existência de Walt Simonson foi em um gibi importado do Thor. Digo me dei conta pois pode não ter sido a primeira vez que eu vi uma história desenhada por ele, pois posso ter visto antes e não ter atinado quem era a pessoa e sua importância. 

Eu estava na casa de um amigo onde seria o último lugar que eu imaginaria encontrar um gibi, ainda mais um gibi importado do Thor que, aliás, foi também, o primeiro gibi importado que vi em minha vida. Era uma edição da fase áurea de Simonson com o personagem. Fiquei tão empolgado que pedi emprestado, dizendo que iria traduzir em casa, com um dicionário. Obviamente não passei do primeiro quadrinho. Devolvi frustrado. 

Com o tempo essa fase que o tornou tão conhecido e amado foi publicada no Brasil pela Editora Abril em Heróis da TV e Superaventuras Marvel, sendo republicada muitos anos depois pela Panini. Até hoje o nome de Simonson ficou ligado a essa fase de Thor e à criação do personagem Bill Raio Beta. 

A primeira aparição da arte de Simonson aqui no Brasil foi com o personagem Caçador da DC, que foi publicado pela EBAL. Também teve aventuras de Conan publicadas em A Espada Selvagem de Conan entre outros tantos trabalhos seus. Pena que muita coisa do artista é inédita aqui no país. 


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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Batman - O Messias

BATMAN - O MESSIAS - STARLIN/WRIGHTSON/WRAY
Digitalização e Tratamento: O Véio dos Scans/HORDA Inc.

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Há muito tempo ele tem sido o Cavaleiro das Trevas de Gotham City, vigiando a cidade a partir das sombras, extirpando o mal. Invencível, intocável, ele nunca foi dobrado ou corrompido. Até agora...

Em O Messias, o Homem-Morcego é confrontado com o carismático líder religioso Blackfire, uma figura com um misterioso passado. Com suas raízes profundamente entranhadas na cidade, o diácono está prestes a criar um exército formado por indigentes e párias... mas qual será sua intenção?

Arrancado de seu mundo habitual e jogado em outro, repleto de demônios e verdades religiosas, Batman é envolvido  por uma rede de medo e confusão, numa espiral crescente de loucura.

Batman: O Messias é escrito por Jim Starlin, ilustrado por Bernie Wrightson e colorido por Bill Wray. Produzido dois anos depois de O Cavaleiro das Trevas e Batman - Ano Um de Frank Miller, é bastante influenciado pelo mesmo, porém, indo além em termos de violência. Era a primeira grande obra depois que Frank Miller reformulou o personagem. A mudança era permanente, agora.