terça-feira, 30 de outubro de 2018

OINK

OINK - O AÇOUGUEIRO DO PARAÍSO
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Inc.

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A Revolução dos Bichos encontra com 1984 que tromba com Quentin Tarantino. Essa é a obra do roteirista e ilustrador John Mueller que, pasmem, já tem 20 anos e esta seria uma edição comemorativa, da Dark Horse. 

Estamos em um mundo religioso-totalitário. Uma nova raça de homens-porcos foi criada para servir aos humanos. São educados e escravizados em uma das muitas escolas existentes neste mundo sombrio. Oink é um deles. 

Ele e seus irmãos de raça são constantemente espezinhados e castigados pelo carcereiro de uma escola que ao mesmo tempo é o matadouro. Oink ensina os jovens porcos como devem se comportar e o que os aguarda. Mas, Oink acaba por se rebelar. 

Numa fúria assassina, o homem-porco foge para a cidade chamada Paraíso, que de Paraíso não tem nada. E ali, começa a sua vingança contra todos que o aprisionaram e a seus irmãos. Para ele, não importa vencer, apenas... lutar. 





sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Vagabond - Vol. 08

VAGABOND - VOLUME 08
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

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O combate entre Musashi e Inshun prossegue neste volume com um resultado mortal. Com isso ficamos sabendo mais sobre a vida anterior de Inshun, e como ele veio a se tornar o mestre sucessor. 

Em flashbacks, vemos Inshuin em sua infância e a tragédia que o traumatizou e o tornou tão obcecado em se tornar o mais forte a ponto de ignorar seus irmãos do templo, se tornando um jovem arrogante. 




quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Vagabond - Vol. 07

VAGABOND - VOLUME 07
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

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Takehiko Inoue continua a nos brindar com a sua visão da vida de Miyamoto Musashi. Já me avisaram que o autor não concluiu sua obra, que está parada há uns 5 anos, ao que me parece. Estranhamente isso não me incomoda. Cada volume é uma obra em si mesma. 

Nesta edição Musashi termina seu treinamento e está disposto a lutar novamente com o jovem Inshun. No decorrer do que parece uma eternidade de confrontação entre os dois, o velho mestre de Insgun, que também ajusou Musashi, entra em reminiscências sobre sua época como aprendiz, junto com o jovem da casa Yagyu e como oos dois foram transformados por um mestre muito mais experiente. 

Enquanto isso, Otsu continua na casa dos Yagyu, e consegue presenciar algumas situações decorrentes ainda dos duelos de Musashi em edições anteriores. A história de Musashi é repleta d personagens cativantes e cada vez mais envolvidos na vida do jovem samurai.





domingo, 21 de outubro de 2018

DragonBall Z - Vol. 03

DRAGONBALL Z - VOLUME 03
Uma Produção de Renato PLT/HORDA Inc.

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Confesso que nunca pensei que um dia isso aqui seria quase uma central de mangás. E graças aos deuses dos quadrinhos por isso. Passei de apenas Akira e Lobo Solitário para gostar de outros mangás, e comprar muitos outros, alguns sendo uma grata surpresa para mim, como Vagabond. 

Não foi a primeira vez que o blog serviu para ampliar meus horizontes quadrinhísticos. Isso já havia sido feito lá no início, quando comecei a receber digitalizações das obras de Will Eisner, Robert Crumb e outros, os quais também me tornei leitor assíduo. Provavelmente as melhores recompensas que tive por parte do blog. 

E, agora, com as aventuras de Dragonball, enviadas pelo diligente amigo Renato, também me tornei fã. Ainda mais que, diferente lá do começo, em que eu publicava os scans sem ler, por uma pressa juvenil, agora eu tento ler todos que me chegam às "mãos", para fazer um post um tanto quanto melhor. 

Neste terceiro volume de Dragonball Z, a luta de Goku contra Vegeta continua acirrada e destruidora. Apesar de estar com uma força muito acima de seus primeiros combates, Goku não consegue atingir o nível do Sayajin. Na verdade,  há uma grande chance dele não conseguir vencê-lo. 

Enquanto isso, Gohan e Kuririn vão tentar ajudar Goku, mas o nível de força do Sayajin ainda será demais, mesmo para os três. E, para piorar as coisas, diferente de Goku, ele ainda tem seu rabo que o faz se transformar em um enorme macaco. Mas, o que ele fará sem a lua, já que é preciso ela para a transformação? 



Tetralogia Monstro

TETRALOGIA MONSTRO - ENKI BILAL
Enviada por A Girl Without a Name/HORDA Inc.

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Por uma grande coincidência essa HQ está ligada a HQ postada anteriormente - Fax de Sarajevo. Enki Bilal, nascido na Sérvia, ex-Iugoslávia, conhece bem o conflito de Sarajevo e nele se inspira para esta HQ sobre um futuro apocalíptico. 

Três órfãos nascem durante o cerco a Sarajevo em 1993. Um deles, Nike Herzfeld tem uma memória fantástica e lembra cada acontecimento do fatídico dia em que nasceram, ou ao menos, está no dia 15 de seu nascimento e suas memórias estão retrocedendo até chegar ao primeiro dia em que Leyla e Amir se tornaram seus irmãos de nascimento. Começa aqui uma saga sem precedentes. 

É complicado colocar em palavras as 260 páginas que acabei de ler. Enki Bila não faz quadrinhos mastigadinhos. que você lê e não precisar pensar muito. A Tetralogia Monstro é composta de quatro álbuns, que aqui se tornaram capítulos, sendo que o terceiro engloba os dois últimos álbuns. 

Mais de 30 anos depois, Nike lembra de seus irmãos de berçário, Leyla e Amir, e sente uma compulsão em encontrá-los, mas, isso é bem mais difícil do que parece. Um gênio do Mal chamado Optus Warhole se coloca do caminho dos três. 

Manipulando-os através de cópias cibernéticas dos mesmos, Warhole torna a vida deles um pesadelo. Começam a entrar em parafuso sem saber se são os originais ou apenas uma dessas cópias. 

Amir e sua amada Sacha são párias da sociedade e Leyla é uma astrônoma de renome. Já Nike, tem sua fantástica memória, que é um dos interesses de Warhole. E, no meio disso tudo, há as moscas. 

Sério, não chega nem a 3% o que consigo dizer aqi sobre a história. mais do que um entretenimento é uma experiência e, com certeza, precisa ser lida mais de uma vez. 

Além desta obra, no blog temos também a Trilogia Nikopol, do mesmo autor:

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Fax de Sarajevo

FAX DE SARAJEVO - JOE KUBERT
Digitalização e Tratamento: Out,The Sider Z/HORDA Inc.

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Joe Kubert é um artista de renome, conhecido por seus trabalhos na DC Comics, como Sargento Rock, Ás Inimigos, Tarzan e outros. Como qualquer artista do mundo dos quadrinhos ele tem contatos no mundo todo, conhecidos  com quem acabou formando laços de amizade, sendo Ervin Rustemagic uma dessas pessoas. Ele morava na Bósnia e Herzegovina, que proclamou sua independência em 1992. 

Porém, os acontecimentos que se seguiram fizeram de Ervin e sua família - sua esposa, uma filha e um filho - prisioneiros na capital Sarajevo, que foi cercada pelos sérvios da Bósnia. Começa então uma batalha para tentar sair de Sarajevo, uma batalha que é narrada por meio de faxes que Ervin envia para amigos, contando sua situação e tentando conseguir ajuda. Um desses amigos foi Joe Kubert. 

Ervi narra, por meio dos faxes, os horrores pelo qual sua família e os habitantes de Sarajevo estão passando. Vivendo cada dia como se fosse o último, o editor de quadrinhos tenta proteger sua família e aqueles que estão a sua volta. Porém, quanto mais demorada é a a juda para sair de Sarajevo com a família, mais o desespero começa a tomar conta de todos. 

Uma história em quadrinhos que nos mostra o quanto o ser humano ainda precisa melhorar muito, pois entre muitas das atrocidades vivenciadas por Ervin, estava presenciar a morte de crianças por atiradores pagos por cabeça, que abatiam primeiro a criança, pois saiam que os pais ou outras pessoas viriam tentar ajudar. 





quarta-feira, 17 de outubro de 2018

CMS: Deathlok - Origem

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: DEATHLOK - ORIGEM
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

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"Hoje em dia, a fusão de homem e máquina é uma constante na ficção-científica. Tecnicamente, o primeiro ciborgue foi o barão Savitch, um gênio calculador inumano com um cérebro preciso, criado por Edward page Mitchel em 1879 para o conto The Ablest Man in The World. No entanto, levaria quase cem anos antes que o verdadeiro potencial do ciborgue fosse explorado na ficçum jovem artista de quadão: primeiro em romances como Cyborg (1972), de Martin Caidin, depois no cinema e na televisão, com produções como Robocop: O Policial do Futuro e O Exterminador do Futuro

Enquanto Caidin trabalhava em seu romance, um jovem artista de quadrinhos chamado Rich Buckler criava a sua própria versão  de um híbrido homem/máquina, mas sua interpretação era bem mais sombria do que o ex-astronauta Steve Austin. Um ex-soldado reconstruído para ser a arma definitiva, o anti-herói de Buckler (então conhecido como Deadlock) era um homem aprisionado num pesadelo vivo, lutando desesperadamente para recuperar a humanidade. 

Em 1974, Buckler estava trabalhando para a Marvel e tinha a chance perfeita de levar suas ideias às massas. Aliando-se ao roteirista Doug Moench, os dois elaboraram uma trama (na qual Deadlock virou Deathlok). Vendo o potecila, o editor-chefe Roy Thomas deu luz verde ao projeto, preparando a primeira história para sair em Astonishing Tales 25

Deathlok diferia de todos os demais heróis da Marvel. Para começar, suas aventuras nem se passavam no Universo Marvel regular. Eme vez disso, sua história trágica transcorria num futuro distópico governado por um complexo militar-industrial corrupto e sedento de poder. 

O próprio Deathlok era mais anti-herói do que super-herói, um assassino transviado que não tinha dilemas quanto a matar para sobreviver. Mas mesmo quando estava enfrentando agentes externos, ele travava uma constante batalha interna contra um computador de bordo que tentava suplantar cada decisão que tomava, o que levava a uma narrativa esquizofrênica, ainda que altamente eficiente. 

A arte de Buckler era tão revolucionária quanto a trama, com painéis imprevisíveis e técnicas narrativas que traziam uma energia frenética à história. Cenas únicas eram cortadas ao longo de múltiplos painéis conectados, dando a ilusão de movimento; painéis com bordas pretas e grossas acrescentavam uma sensação cinemática enquanto algumas convenções habituais dos quadrinhos eram jogadas totalmente fora dos quadros, em páginas lidas literalmente. 

Infelizmente, a primeira fase de Deathlok durou apenas até AstonishingTales 36, embora suas aventuras  tenham sido amarradas num punhado de edições de Marvel Team-Up, Marvel Spotlight e Captain America. Contudo, Deathlok provou ser um ícone duradouro, tendo sifo ressuscitado numerosas vezes, com diferentes hospedeiros proseguindo o legado do personagem. 

Mas, por ora, vamos voltar ao ano de 1974 e testemunhar a perversa ressurreição  de Luther Manning. Aprisionado numa luta entre homem e máquina, ele é... Deathlok!"





terça-feira, 16 de outubro de 2018

Action Comics #1

ACTION COMICS #1 - MILLENNIUM EDITION
Uma Produção e Distribuição: Nano Falcão/HQ Vintage

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Não lembro qual foi meu primeiro contato com os quadrinhos do Super-Homem (antes de se torn ar Superman de vez, aqui no Brasil). É mais ou menos como se Ele sempre tivesse estado (que construção de frase horrível) lá, por toda a minha infância, adolescencia - pula uma parte - e idade adulta. 

O primeiro super-herói de todos surgiu 31 anos antes do meu nascimento. Foi criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster, dois rapazes que não faziam ideia da revolução que causariam no mundo do entretenimento. O personagem foi o pontapé inicial no surgimento de uma miríade de outros heróis, que são criados, esquecidos e recriados, até os dias de hoje. 

O veículo que trouxe o kriptoniano até nós foi a revista Action Comics #1, que trazia sua primeira aparição. A revista era repleta de outras histórias, nenhuma delas tendo a ver com heróis com superpoderes. Kal-El era apenas mais um entre tantos ali, mesmo que abrisse a revista. O sucesso estrondoso foi inesperado, mas bem vindo. 

Hoje, 80 anos depois, o personagem está tão entranhado na cultura pop que é conhecido nos lugares mais remotos do planeta. O Homem de Aço ainda nos ensina como é possivel voar... na imaginação. 





sábado, 13 de outubro de 2018

Hamlet

COLEÇÃO SHAKESPEARE EM QUADRINHOS - HAMLET
Arquivo Digital enviado po: A Girl Without a Name/HORDA Inc.

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Hamlet é a obra de Shakespeare que eu mais gosto. Mas, isso é chover no molhado. Assim como Romeu e Julieta e outras tantas de suas peças, já foi adaptado para o cinema inúmeras vezes, e para os quadrinhos algumas vezes, também. No entanto, esta nao é apenas mais uma adaptação.

A história do príncipe da Dinamarca que é intimado pelo fantasma do pai assassinado a vingar sua morte pelas mãos do irmão, tio de Hamlet, que casou em seguida com sua mãe, é adaptada de forma belíssima nesta HQ. O texto de Wellington Srbek segue bem de perto o original e as ilustrações de Alex Shibao dando a necessária majestade ao conto. 

Fingindo estar louco Hamlet começa a planejar sua vingança, não sem antes procurar ter certeza da culpa do tio, usando uma peça de teatro que será encenada no palácio para saber, pela reação do rei, se ele é realmente um assassino. 

Mais uma contribuição da Garota Sem Nome que só faz abrilhantar as páginas deste humilde blog que procura sempre ser ou não ser, está é a questão! 





Blacksad Integral

BLACKSAD INTEGRAL - DÍAZ CANALES/GUARNIDO
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Detectives

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É, amigos do Rapadura Açucarada, não é aniversário (ainda) e nem natal, mas recebemos essa preciosidade em forma de quadrinhos: Blacksad... completo. O Homem Sem Nome se superando. 

O gato negro detetive já foi publicado no Brasil pela Panini - não lembro se completo - e está sendo publicado novamente, oque já nos mostra o apelo que essa HQ dos espanhóis Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido tem. 

Não é somente a arte maravilhosa de Guarnido a razão do sucesso, já que o texto de Díaz Canales é irrepreensível, digno do nome "HQ Européia". 

Este volume traz todos os cinco álbuns que constituem toda a obra dos dois autores com o gato detetive, em seu estilo noir. As histórias são sempre intrincadas e emocionantes, com a arte - eu sei, já falei dela - fazendo com que cada quadrinhos se torne uma obra de arte a ser admirada por um om tempo. 

No primeiro capítulo John Blacksad precisa investigar a morte de um antigo amor, uma atriz envolvida com pessoas perigosas com as quais o detetive terá de bater de frente para descobrir quem a matou.

Na segunda história - disparada a melhor, na minha humilde opinião - temos o sumiço de uma garotinha, que desvela uma trama tão absurdamente intrincada e polêmica, que poucas vezes vi em uma HQ. Grupos racistas, casamentos de fachada, poderosos depravados e um final muito, mas muito inesperado. 

Em seguida, Blacksad reecontra um velho amigo que está envolvido em uma trama nuclear. O velho é um cientista que está tentando ajudar a Humanidade, mas está sendo perseguido por inimigos poderosos. Para piorar, a caça a comunistas começou. 

na quarta história, uma aventura musical, mas muito sombria. Um cantor de blues está sumido e seu produtor musical contrata Blacksad para encontrá-lo. Porém, cada vez que chega mais perto de encontrar o artista, Blacksad sente que está perto de algo que nada tem a ver com o blues, mas, a verdade só será descoberta em uma melodia funesta. 

Dois amigos poetas, uma tragédia, o roubo do carro que Blacksad guiava mas não era dele, um circo, uma moça fugindo de casa, o assassinato do urso e uma hiena advogado que precisa encontrar um leão fugitivo. Se não fosse assim, não seria Blacksad!





Mundo Bizarro/Bizarro Comics

MUNDO BIZARRO/BIZARRO COMICS - DC COMICS
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

 
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A Ópera Graphica foi uma editora que tinha muitos problemas ao publicar quadrinhos de super-heróis e, também, Vertigo. Os quadrinhos se tornavam praticamente elitizados, pois além do preço saalgado, se não fossem comprados pela interne, somente se encontrava em algumas livrarias e comic shops. Além disso, tinha problemas sérios com a tradução. Porém, seu legado, para mim, foi ter publicado essas duas edições que ninguém mais levou fé em publicar, pelo material que era. 

O primeiro foi Bizarro Comics, que já postei aqui duas vezes, a segunda vez - esta edição - como scan 2.0, pois a digitalização anterior era muito antiga. É um volume contendo uma história central sobre como o Bizarro é o único que pode salvar a dimensão de Mxplixct do grande A. Ele faz isso criando histórias absurdas com os heróis da DC Comics. Todas elas são escritas e desenhadas por artistas do mundo underground dos quadrinhos americanos. Alguns poucos são conhecidos do publico brasileiro, como Craig Thompson, de Retalhos e Habib e Harvey Pekar. 

O segundo que digitalizei, esta semana, foi Mundo Bizarro, que é não chega a ser uma sequência, mas também começa com ua história que dá nome a edição, o Mundo Bizarro, onde uma família vai dar um passeio e é um parque temático de Bizarro, onde temos todos os brinquedos baseados nos heróis DC e, claro, da forma mais louca possível. As outras histórias não tem conexão com esta primeira. 

Novamente os autores underground voltam a trabalhar com os super-heróis em histórias curtas, sendo a maioria delas de humor, mas, algumas, são bem reflexivas e profundas. Parece que cada autor teve bastante liberdade de brincar com seu super-herói escolhido para contar uma história fora do lugar-comum ao qial estão acostumados. 

Portanto, divirtam-se, seus bizarros.