quarta-feira, 9 de maio de 2018

CGNDC: Homem de Aço

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC: HOMEM DE AÇO
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Origins
Págs. Duplas: Alan "Crazy Horse" Bishop/DOOM Scans

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Desde que me entendo por leitor de quadrinhos que o Superman (ou Superômi) é o meu personagem de quadrinhos de heróis preferido. É clichê, é piegas, mas porquê eu negaria isso, só para me encaixar nos padrões de leitores de quadrinhos que na verdade parecem mais preocupados com qualquer outra coisa, menos curtir quadrinhos. 

Claro, um personagem com 80 anos de idades e milhares de histórias já produzidas vai ter milhares de histórias ruins. Porém, não são estas histórias ruins que o definem. O Superman é tudo aquilo que o ser humano queria ser, mas não pode, claro, pois é uma utopia. E não estou falando dos superpoderes, Mas do caráter. 

Não é a toa que que há uma relação entre Superman e Jesus Cristo que é proposital. Duas pessoas perfeitas com superpoderes, que parecem não ter nenhum defeito de caráter. O ser humano almeja ser melhor, como eles, o que já é alguma coisa. 

Mas, deixando a pieguice de lado, o fato é que o Superman, sendo o primeiro dos super-heróis, nunca irá perder essa aura de ícone supremo que o acompanha. Sendo assim, trabalhar com um personagem assim deve ser sempre uma grande responsabilidade. Agora imagine ter que reformular todo o conceito criado anos atrás e ter de mantê-lo fiel às suas origens. Era o trabalho que John Byrne tinha que encarar em Homem de Aço.

Depois de Crise nas Infinitas Terras, todo o unverso DC seria reformulado e, é claro, seus personagens mais conhecidos não poderiam dar errado nesse recomeço.  Byrne recriou a origem do Homem de Aço e fez parecer que ela sempre foi a que todos conhecemos. Era outra origem e era a mesma. 

Quando li essa obra lá nos minha adolescência, eu senti uma espécie de reverência por tudo aquio que estava sendo feito. Essa rever~encia permanece até os dias de hoje, todas vezes que leio essa minissérie que deu reinício a tudo. 





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