terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Akira #31 a #33

AKIRA #31 a #33 de 38
Digitalização e Tratamento 2.0: Outsider Z/HORDA Mangás



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Depois de um longo e tenebroso inverno estamos de volta com Akira. E, para compensar a demora, agora vamos direto até o fim das 38 edições que compõem a saga em cores, editadas pela Globo. 

O combate com as força de Tetsuo continua. Os soldados americanos tentam encontrar e destruir Akira e Tetsuo, mas encontram muita resistência pelo caminho. Enquanto isso, Kaneda, Kay e outros aliados tentam chegar até Tetsuo para, quem sabe, pará-lo. 

Tudo isso se complica cada vez mais quando os americanos resolvem que, para derrotar Akira, o melhor será destruir de vez Neo-Tokyo e toda a população junto. No entanto, nada é tão previsível assim. Tetsuoi está em crise, sofrendo constante mutações e seu poder só cresce.  O que o futuro reserva para heróis e vilões, só Akira sabe. 

 


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Yu Yu Hakusho #26

YU YU HAKUSHO - VOLUME 26
Digitalização e Tratamento: Renato PLT/HORDA Mangás

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E estamos de volta com os nossos heróis de Yu Yu Hakusho. Com Urameshi e Hiei capturados, cabe a Kurama, Kuwabara e Botan salvá-los. E os três precisam fazer isso sem usar a violência, tendo que usar de estratégia para derrotar o estranhos humanos que adquiraram estranhos poderes. 

Colocados em uma casa situada em uma outra dimensão, precisa enfrentar Tabu e suas regras para que possam recuperar a alma de Hiei e libertar Urameshi. 

Porém, eles obedecem a alguém que não se revela e esse alguém, nossos heróis conhecem muito bem. Quem será?




domingo, 28 de janeiro de 2018

Dragonball Z - Vol. 01

DRAGONBALL Z - VOLUME 01 - FULL COLOR
Uma produção de Renato PLT/HORDA Mangás
Agradecimentos a João Pedro S.

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Depois dos 13 volumes da saga inicial de Dragonball, começa agora Dragonball Z. A Cores e Full HD, 1080. 

Se passaram cinco anos desde a batalha contra Piccolo Daimao. E, nestes cinco anos algumas coisas surpreendentes aconteceram, uma delas seno o filho de Goku, já com quatro anos, Son Gohan. 

Os dois estão visitando o Mestre Kame, que já estava recebendo a visita de Bulma, quando uma nova ameaça surge para colocar em risco a vida de nossos heróis e dos habitantes da Terra: Os Sayajins. 

Um desses guerreiros do espaço, aporta na Terra e vai ao encontro de Goku, querendo saber porque o mesmo não conquistou a Terra ainda. Confuso, Goku recebe de seu novo inimigo algumas revelações perturbadoras. 

Mas, as coisas nem começaram a ficar problemáticas. Muita coisa ainda vem por aí, e novamente as esferas do dragão terão de ser reunidas mais uma vez. Só que desta vez... totalmente em cores. 



sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Piteco - Ingá

PITECO - INGÁ 
Digitalização e Tratamento: Renato PLT/Turma da HORDA

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Texto de Universo HQ:

O povo de Lem se vê obrigado a migrar porque o rio próximo à aldeia secou. Mas o valente caçador Piteco decide não ir, pois precisa resgatar Thuga, que foi raptada pela tribo dos homens-tigre.

No período Quaternário, entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno, coexistiram três modos de organização socioeconômica: os caçadores-coletores-pescadores, os coletores-caçadores-pescadores e os primeiros agricultores, cujas crenças ditavam sua forma de pensar o mundo e agir. 

Com a paulatina extinção da megafauna, tornou-se mais prático garantir a sobrevivência por meio da intervenção do homem na natureza e, assim, o processo de criar vínculos e raízes com a terra que lhe dava água, comida e abrigo teve início. 

De forma soberba, Shiko retrata esse contexto de mudanças pré-históricas em Piteco – Ingá, fechando em grande estilo a primeira leva do selo Graphic MSP. 

Na trama, três povos (outrora irmãos) disputam poder e território: os homens-tigre (caçadores-coletores-pescadores), o Povo de Ur (coletores-caçadores-pescadores) e o Povo de Lem (agricultores centrados na religião matriarcal). 

Quando o rio seca, Thuga, sacerdotisa do povo de Lem, avisa que é chegada a hora de partir e procurar um novo rio, conforme os antigos registraram simbolicamente no paredão rochoso da Pedra do Ingá e no chão próximo a ele. Em tempo: hoje o rio próximo do local se chama Bacamarte. 

Thuga tenta preparar a todos para as mudanças que virão, mas o caçador Piteco dá de ombros e mantem-se reticente ao seu modo de vida tradicional, sem saber que sua atitude iria influenciar a decisão da sacerdotisa em se deixar capturar pelos homens-tigre. 

Como geralmente só se dá valor ao que se perde, Piteco une forças com os amigos Beleléu e Ogra para resgatar Thuga, enquanto o povo de Lem, retirantes pré-históricos, segue à procura do mítico rio vermelho.

Sabendo que, na natureza, “a beleza é o melhor disfarce da morte”, os três amigos enfrentam as armadilhas do povo de Ur, além de cruzar com divindades indígenas brasileiras (reinterpretações do Boitatá e do Curupira) e maia (Camazotz), bem como exemplares da megafauna, entre eles um Anhanguera, numa licença poético-temporal, haja vista essa espécie de pterossauro ter existido durante o período Cretáceo.

Será no embate entre as crenças e divindades dos homens-tigre e do povo de Lem que tudo se resolverá (numa ousada sequência, cujo desfecho surpreenderá os leitores acostumados ao “padrão Mauricio de Sousa”, mas totalmente em sincronia com a trama). 

Na busca pela terra nova, margeada por um outro rio, os três povos voltarão a ser um só. Ao compartilhar experiências e conhecimentos, registrarão sua história com uma nova técnica: não mais sulcando a rocha, mas pintando-a com tinta vermelha e preta. E Piteco vai aprender que o amor leva até mesmo um caçador a momentos únicos de “plantar, esperar e colher”. 

Curioso é o fato de que, embora Piteco – Ingá retrate a pré-história do Nordeste do Brasil, é a mais europeia das Graphic MSP, fruto da absorção da cultura do Velho Mundo por Shiko, ao fixar residência em Firenze, na Itália, há mais de três anos. 

Por isso, mais do que traços precisos, embelezados pelo domínio das pinceladas em aquarela, o que salta aos olhos nesta obra é o processo de pesquisa para a escrita do roteiro. 

Shiko homenageou um dos registros rupestres mais antigos feitos no Brasil, os petróglifos da Pedra do Ingá, na Paraíba, que datam aproximadamente de seis mil anos atrás. Esses petróglifos são divididos em cinco categorias: antropomorfos, zoomorfos, fitomorfos, astronômicos e abstratos, e desde o título e os créditos da primeira página (que simulam a técnica do baixo-relevo na rocha), passando por todo o discurso de Thuga, foram sagazmente selecionados e trabalhados para criar um pequeno relato mitológico. 

O estudo antropológico para a caracterização da cultura de cada um dos três povos também merece destaque. Os adornos, as vestimentas, os cortes de cabelo e as armas mostram as diferenças e semelhanças entre os homens-tigre e os habitantes de Ur e Lem, com base em seus respectivos estilos de vida. 

Sem falar no fato de que Shiko criou uma narrativa pré-histórica pelo viés feminino, na qual Thuga é uma heroína centrada em seu sexto sentido, e o elemento que faz por onde a ação acontecer e os conflitos serem solucionados. 

Isso já basta para tornar essa história em quadrinhos um rico material a ser estudado em sala de aula, principalmente na Universidade. Uma grande obra se faz com pequenos detalhes e, em Piteco – Ingá, Shiko comprova por que é um dos exímios mestres da arte sequencial contemporânea.


Dragonball - 13 Volumes

DRAGONBALL - 13 VOLUMES
Uma Produção Renato PLT/HORDA Mangás





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E assim, reunimos aqui a primeira fase de Dragonball, para que fique melhor de se encontrar. Os 13 volumes que antecedem Dragonball Z, que já já estará pintando na área, e com uma novidade: totalmente colorido. O colaborador - ou seria rapadurador? - Renato PLT continua o trabalho incrivel de letreirar as edições deste mangá que - juntamente com seu anime - marcou época e gerou milhões de fãs. 

Como já disse antes, meu prconceito me impedia de ler e conhecer mais sobre a obra, mas, quando o renato me enviou os scans, eu estava decidido a ler antes de postar, para ter o que escrever sobre o assunto. Imaginei que seria uma leitura chata e sem graça de um mangá superestimado. Me ferrei. Gostei tanto que fiquei tão ansioso quanto so visitantes do blog, pelo próximo número enviado pelo nosso amigo Renato. 

E assim, num espaço de pouco tempo - se formos avaliar o trabalho que dá letreirar - ele nos enviou esses 13 volumes que contam o começo da saga de Goku, com seus amigos e torneios e o bom humor que Akira Toryama imprimiu a obra. 

Quem não baixou algum desses aí estão eles. E, em breve, o primeiro volume de Dragonball Z estará por aqui. 


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

To Patinhas 70 Anos

TIO PATINHAS - EDIÇÃO COMEMORATIVA 70 ANOS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Quacs

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Edições Comemorativas. Para mim, ao menos, sempre tiveram uma certa magia. É uma edição única, pois nem pode ser reeditada, já que comemora um ano específico, um aniversário, uma idade que não se repetirá. E a Editora Abril sempre soube torná-las compráveis, instigantes aos olhos. Essa nova safra então, é de cair o queixo.

Lembro por exemplo de uma Edição Comemorativa dos 30 Anos do Mickey, no Brasil. Uma em que um Mickey moderno apertava a mão de um Mickey antigo. Depois que a comprei, quase a perdi. Mesmo não a tendo mais, ainda permanece na minha memória. 

As edições comemorativas não trazem apenas histórias em quadrinhos, mas a história do personagem, uma espécie de documentário em papel, e isso nos torna mais apegados a eles. Esta edição aqui é um bom exemplo disso, pois traz uma extensa matéria sobre o pato mais rico do mundo, não só da origem de seu nome original, como até mesmo da origem de seu nome aqui no Brasil. 

As histórias, como sempre, incluem a primeira aparição dele, escrita e desenhada por Carl Barkks, o criador do personagem que se tornou tão amado pelos fãs. Tio Patinhas é aquele rabugento e sovina que ao mesmo tempo é carismático e corajoso. Aquele tio que poderia ser muito bem um tio de qualquer um de nós, e se tivesse bilhões, seria melhor ainda. 

A edição não traz apenas Barks, mas histórias brasileiras, italianas, dinamarquesas e etc. O velho pato sob várias óticas diferentes. Espero que gostem.




sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Pato Donald - 80 Anos

OS 80 ANOS DO PATO DONALD
POR SEUS PRINCIPAIS ARTISTAS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Quack!

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Minha primeira lembrança de quadrinhos do Pato Donald sou eu no ponto de ônibus, com minha mãe. Lá havia uma pequena banca de jornal  - a única que chegou a existir um dia no bairro - que era uma filial da que ficava no bairro próximo, Lote XV. Vendia jornais e alguns poucos gibis. E, aqueles poucos, eu queria todos. Mas, claro, na época não dava. 

Mas, os quadrinhos do Pato Donald, quinzenais, eram bem baratos devido a pouca quantidade de páginas, assim como os do Zé Carioca. Então, eu me enchia de coragem e dizia à minha mãe:

- Mãe, me dá um cruzeiro pra eu comprar um gibi do Pato Donald. - e ela dava. 

Assim, eu matava minha vontade de ler - e ter - ao menos um gibi novo, ainda com tão pouca idade e sem perspectivas de comprar meus gibis com meu próprio dinheiro ainda por alguns anos. E assim, o Pato Donald fazia a alegria de um infante leitor de quadrinhos. 

O personagem criado por Walt Disney me acompanharia por toda a vida, junto com tantos outros quadrinhos que eu leria e colecionaria. Hoje em dia gosto de adquirir estas edições especiais que trazem muitas coisas daqueles tempos e outras de tempos mais recentes. 

Esta, por exemplo, é uma edição comemorativa que procura focalizar os muitos artistas que desenharam o pato por todas estas décadas. São italianos, dinamarqueses, estadunidenses, brasileiros, e muitos outros. cada um deles tem ao menos duas histórias, algums delas bem extensas e muito divertidas. 

São 15 artistas que fizeram o donald dos quadrinhos quem ele é hoje, seja como sobrinho, aventureiro, tio ou super-herói. Um dos destaques é a história "Donald, Esta é a Sua Vida', uma espécie de origem do Pato Donald contada por don Rosa. Divirtam-se.





segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Midnight Nation

MIDNIGHT NATION - O POVO DA MEIA-NOITE 
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Nation

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Introdução: Gosto de sempre eu mesmo escrever os textos sobre as HQ e/ou filmes aqui postados, mas nem sempre o tempo permite. O fato é que li a HQ mas quando eu a comprei, em 2012, há 5 anos atrás. Então, os detalhes da história se perderam na memória. Como é muito extensa - 313 páginas - ler novamente tomaria muito tempo. Assiom, às vezes, o melhor é colocar um texto que explique melhor do que eu faria com minha memória curta. No caso, este abaixo, do UniversoHQ:

"Muito antes da grande bobagem conhecida como Um Dia a Mais, J. Michael Straczynski era um bom escritor. Ele já havia feito séries para televisão – notadamente Babylon 5 – e transitava bem entre os meios da cultura pop. Mas seu melhor trabalho é Midnight Nation, que a Mythos lançou encadernado. A história, que nos Estados Unidos saiu pela Top Cow, demonstra o que um bom roteiro é capaz de fazer com uma premissa simples. 

Vamos então à premissa: o detetive David Grey vai investigar uma série de assassinatos e descobre que seres malignos estão matando as pessoas. Durante o confronto, ele é gravemente ferido e, ao acordar no hospital, percebe que não faz mais parte deste plano corpóreo. Mas também não está morto. 

Grey começa a perceber as pessoas translúcidas e elas não mais o enxergam. Como em toda boa jornada do herói, aparece Laurel, a guia que o levará para Nova York, onde ele deverá tentar não perder sua alma, já que ela está se deteriorando e o detetive está se tornando uma das criaturas horrendas, chamadas apenas de Errantes. 

Com isso, o autor leva o leitor a um road comic que atravessa os Estados Unidos – os protagonistas fazem o trajeto entre Los Angeles e Nova York a pé, pois o Plano Intermediário, que é onde eles se encontram, é o ambiente que abriga as coisas esquecidas – como as tampas de caneta Bic ou os telefones públicos quebrados – e nenhum carro funciona por lá. 

Durante a jornada, Straczynski apresenta um sem-número de desafios e empecilhos para a dupla de andarilhos. Mas não só. A maior parte da trama é composta por angústias e reflexões dos protagonistas. E a ideia de perder a alma o tempo todo estabelece uma tensão que promove o crescimento espiritual de Grey. 

O escritor aplica uma série de parábolas muito bem engendradas na trama, fazendo a história ser reflexiva sem ser piegas ou chata. Mais do que uma travessia pelos EUA, é uma jornada pela psique humana, e o leitor sente-se motivado a fazer determinadas reflexões junto com os personagens. 

Com grandes inspirações na mitologia católica, mas principalmente na discussão e na crítica da dicotomia bom/mau, Straczynski leva o leitor a refletir sobre céu, inferno, purgatório, a consequência de seus atos e a busca pela redenção. Com desenhos inspiradíssimos de Gary Frank, que alia a força da expressividade com o realismo dos quadrinhos clássicos, esta talvez seja a melhor coisa que esta dupla produziu. 

Esta edição encadernada é similar à lançada anos antes, em seis edições avulsas, pela Panini, tendo apenas alguns extras, como a galeria de capas e alguns sketches. Mesmo assim, é um trabalho muito interessante, que merece ser conhecido por mais pessoas. Principalmente aquelas que culpam Straczynski pelo pacto do Homem-Aranha com Mefisto."

PARA MAIS J. MICHAEL STRACZYNSKI:


P.S.: O novo banner do RA, com o Eudes Quaker, foi uma cortesia do amigo de Facebook, Eduardo Colucci!




sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Martin Mystère: Papai Noel 9000

MARTIN MYSTÈRE - PAPAI NOEL 9000
Tradução e Letras: JAVA/Portal Mystère

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Martin Mystére vem com uma aventura no mundo da informática... vivida em 1988 (ano em que a história foi publicada originalmente na Itália). 

Um vírus infecta computadores do mundo todo ameaçando apagar os dados que estes tem armazanados. Até mesmo Mystère se viu vítima de tal vírus, tendo milhares de páginas de seus livros a serem publicados, ameaçadas de serem deletadas se uma quantia X não for paga logo. 

A coisa toda fica mais confusa quando o Detetive do Impossível descobre que há uma ligação entre o chantagista e ninguém menos que... Papai Noel. Ou ao menos alguém com as iniciais de seu nome em inglês, SC, Santa Claus. 

Ao investigar este mais que inusitado mistério, Mystère vai parar onde menos esperava estar: frente a frente com o bom velhinho, e agora terá que deixar todo ceticismo de lado e, quem sabe, acreditar em Papai Noel, agora, depois de adulto. 


BONUS TRACK: E SE... ELEKTRA NÃO TIVESSE MORRIDO?
Digitalização e Tratamento: Raito Yagami/Só Quadrinhos

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O caminho do aficcionado por quadrinhos é mais duro que o de um samurai ou de um ninja. Afinal, nem sempre temos aquilo que queremos naquilo que pagamos. 

Pois bem, apesar dos três volumosos volumes da fase de Frank Miller em Demolidor, ainda assim ele nao é realmente completo. A última história, publicada no terceiro e último volume é um What If (O Que Aconteceria Se...? - pela Abril - E Se...? pela RGE), intitulado E Se Matt Murdock Fosse um Agente da SHIELD? mas deixa de fora esse que é bem mais conectado à fase  e aos acontecimentos nela. 

Aqui a ninja consegue escapar da morte e os acontecimentos a partir daí são relatados pelo Vigia, como sempre. Aqui, Miller é arte-finalizado por Terry Austin em vez de Klaus Janson. A qualidade não é a mesma dos encadernados pois foi digitalizado do formatinho, que tem um papel bem problemático de se trabalhar nele. 

Mesmo os What If...? não sendo lá grandes coisas em matéria de enredo, fica aqui como uma curiosidade e como um compromisso cumprido de se publicar toda esta fase.


Replay: Pateta Faz História 1 a 4

PATETA FAZ HISTÓRIA #01 a #04 de 20
Digitalização e Tratamento: Outsider the Z/Onomatopeia Digital


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Desde que apareceu pela primeira vez nos Almanaques Disney que eu fiquei fascinado pela série Pateta Faz História. Afinal, Pateta já fazia sucesso desde seus curtas animados em que ele acabava por representar algum papel, fosse o motorista, o fumante, o atleta olímpico e outros, sempre com seu jeito peculiar de encarar o mundo.

 Assim, quando ele passou a incorporar personagens da História nas histórias em quadrinhos, já sabia-se o que esperar. Mas, em Pateta Faz História, ele também interpreta personagens fictícios que fizeram a História, no caso aqui, da Literatura. Como é o caso de Frankenstein e do Capitão Nem em 20.000 Léguas Submarinas. 

Esta série em 20 edições traz também pequenas biografias dos personagens históricos ou dos escritores, fazendo com que a criança e/ou adulto conheça mais sobre o que está sendo parodiado ali. E, com a internert a um toque de distância, sempre podemos ampliar esse conhecimento para bem mais além do que nos traz o quadrinho.