quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Animal #06 e #07

REVISTA ANIMAL #06 e #07
Digitalização e Restauração 2.0 by H.O.R.D.A. Comics

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Confesso que, até o advento dos scans, eu nunca tinha posto a mão em uma Animal. Talvez a tenha visto pelos sebos da vida, mas, por não conhecer não devo ter dado nenhuma atenção. O fato é que ficou este vácuo gibístico em meu currículo.

Quando comecei a postar scans aqui, lá pelo início de 2003 – o blog existia desde novembro de 2002 – uma das coleções que os colaboradores começaram a me enviar foi a de Animal. Assim, vim a conhecer essa pérola dos quadrinhos underground. Era uma espécie de Heavy Metal mais radical, se é que isso era possível.

Assim como na Heavy Metal, proliferavam os quadrinhos europeus e sempre os mais impactantes. Artistas brasileiros também faziam parte de sua folha de pagamento.

Em mais estas duas edições que foram “remasterizadas”, Animal nos traz desde mais Squeak, The Mouse de Mattoti, até Killer, a História de Michael Rockson, o Rei do Pop. Divirtam-se.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

100 Balas - Volume 07

100 BALAS – VOLUME #07 de 15
Digitalização e ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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As peças vão se arrumando no tabuleiro de 100 Balas. Neste volume, seis delas nos são reapresentadas: Lizzy, Cole, Benício, Lono, Graves e Wylie. Cada uma delas com sua importância, seja ela maior ou menor.

O Cartel também está se mexendo, e tem que lutar entre eles mesmos e, quem sabe, contra Graves. Tudo que acontece aqui, está fadado a ser um beco sem saída. Ou não.

Lizzy revê suas amigas, tentando lembrar de onde veio. Cole vai atrás de sua ex-noiva, tentando juntar o que ele mesmo espatifou. Lono é enviado em uma missão de vida ou morte. Benício, filho de um dos chefões do cartel, não quer saber dos negócios do pai, nem de seus jogos, Wylie precisa deixar de lado um emprego fracassado e trilha um novo caminho. E Graves, bom, Graves é Graves.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Ex Machina - Vol. 02

EX MACHINA – VOLUME 02 de 09
Digitalização e ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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Mitchell Hundred é o primeiro super-herói de verdade que aparece no mundo. Atingido por algo que desconhece, ele adquire o poder de se comunicar com qualquer máquina e de ser obedecido por elas.

Depois de uma curta vida como super-herói e do atentado de 11 de Setembro, Hundred decide que fará melhor para ajudar as pessoas se se candidatar a prefeito da cidade de Nova York. E assim o faz, e vence. Como prefeito terá desafios ainda maiores do que como super-herói.

Neste segvundo volume, Hundred se vê às voltas com um  símbolo estranho, relacionado ao incidente que lhe deu superpoderes. Um agente da NSA tenta decifrá-lo, mas o símbolo parece ser mais perigoso do que parece.

Já, como prefeito, Hundred precisa lidar com o alvoroço que causa na cidade ao decidir oficiar um casamento gay.

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domingo, 22 de novembro de 2015

Graphic Novels #06 a #09

GRAPHIC NOVELS #06 a #09 – EDITORA ABRIL
Digitalização e Restauração H.O.R.D.A. Comics

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Mike Saenz se une ao programador Wiiliam Bates e o resultado é  Crash, uma espécie de Cavaleiro das Trevas do Vingador Dourado,e  a primeira HQ completamente produzida por computador. A trama se passa no futuro, com Tony Stark já com mais de 70 anos, mas ainda jovem graças a uma droga que retarda o envelhecimento. Nesse cenário, ele contracena com Nick Fury, ainda diretor da Shield, numa história que envolve politicagens, pirataria e espionagem industrial. Enfim, uma história típica do ferroso.

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Batman é obrigado a se aliar ao seu maior adversário para deter um terrorista sanguinário e insano que obtém o controle de uma máquina capaz de manipular o clima. Assim, o Cruzado Encapuzado se vê em uma difícil situação, tendo de caçar o criminoso e, ao mesmo tempo, proteger Tália, a mulher que pode estar carregando em seu ventre o filho do Homem-Morcego. Roteiro por Mike W. Barr e ilustrações por Jerry Bingham.

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O Edifício conta a história de 4 personagens diferentes, que vivem realidades diferentes dentro do mesmo espaço: o mundo urbano e a fugaz vida citadina ao redor de um edifício. Monroe Mensh, Gilda Green, Antonio Tonatti e P. J. Hammond não só se enquadram em realidades diferentes, mas também podem representar estratos sociais diferentes – talvez o ponto principal desta leitura.

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Num futuro próximo a magnetosfera do planeta Terra foi destruída e a mortífera radiação solar dizimou a humanidade quase por completo. Por pura necessidade os robôs (que foram criados para serviços braçais humanos) iniciaram sua chamada “convergência evolutiva”. Ou seja, tiveram que se adaptar ao novo ambiente hostil da superfície terrestre e aos poucos começaram a poder se auto-reproduzir e ter consciência. Essa adaptação ao ambiente fez surgir os robôs-animais , muito semelhantes aos seus antecessores e com habilidades também semelhantes.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Retalhos

RETALHOS  - CRAIG THOMPSON
Digitalização e ajustes by H.O.R.D.A. Comics
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Quando vi Retalhos pela primeira vez, lá pelos idos de 2009, fiquei fitando aquela capa, e pensando, “ah, não! Romancezinho, não”, e deixei pra lá. Craig Thompson estava riscado da minha lista, relegado ao clássico “não li e não gostei”.

Algum tempo depois eu viria a adquirir sua graphic novel seguinte, Habib, e gostei muito do que li. Mesmo assim, Retalhos continuou não sendo uma opção. Mas, Habib já me mostrara o talento de Thompson.

O tempo passou mais um pouco e uma nova remessa de quadrinhos chegara à banca de livros usados que fica aqui ao lado. Entre eles estava Retalhos, seminovo e pela metade do preço. Resolvi que estava na hora de dar uma chance. E, claro, eu estava errado em meus preconceitos. Normal.

Retalhos é uma história em quadrinhos (ou graphic novel, tanto faz) autobiográfica, que levou Craig Thompson instantaneamente ao mesmo patamar de grandes autores, sendo elogiado até por Art Spielgelman, o autor de Maus.

O que ele faz é nos mostrar que toda história merece ser contada. Se ela será “ouvida” depende do narrador e de como ela será narrada. O que poderia ser apenas mais uma entre milhões de histórias cotidianas se torna algo grandioso quando Thompson nos conta.

Craig Thompson narra sua infância e adolescência, vivendo com pais muito religiosos e um irmão mais novo. Sua vida, entre bullings e igreja vai seguindo até que, já adolescente, conhece Raina, em um retiro religioso, e os dois sentem grande afeto um pelo outro.

Temos aqui muito mais que um “romancezinho”. Ao menos quando percebemos que Thompson não narra apenas sua paixão, mas toda a transformação a que isso levou. Todo amadurecimento e descoberta de si mesmo a que foi conduzido.

Quantos de nós não fomos mudados por eventos em nossas vidas, muitos deles ligados ao coração, como é o mais frequente. Quantos de nós temos nossas próprias histórias que dariam gibis e mais gibis. Toda história merece ser contada, só precisamos descobrir como. Thompson descobriu.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Trilogia Nikopol

TRILOGIA NIKOPOL – ENKI BILAL
Digitalização e Ajustes by H.O.R.D.A. Comics

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A Trilogia Nikopol, de Enki Bilal, levou 12 anos para ficar pronta, indo de 1980 a 1992 a sua publicação. Já a tivemos aqui no blog pelos scans portugueses da saudosa amiga Lusinha. Agora temos esta edição brasileira em um único volume.

Alcide Nikopol é um astronauta que foi condenado a passar seus dias em uma prisão criogênica. Quando, por acidente, é libertado de seu cárcere, perdendo uma perna no processo, termina por ser possuído pelo Deus Hórus, que saiu da pirâmide que paira sobre Paris. Hórus agora é um renegado.Aparentemente precisa de Nikopol para engravidar uma mulher e gerar descendência.

O ano é 2023 e Paris está sob uma ditadura fascista. Nos 30 anos que passou preso muita coisa mudou, inclusive seu filho, com o mesmo nome, agora é adulto e se parece muito com o pai.

Paris e o mundo vivem agora sob um novo tipo de miscigenação: alienígenas com humanos, gerando uma paisagem bem diferente. Duas guerras atômicas deixaram muitos contaminados e há uma grande população de desvalidos. As mulheres são usadas para repopular o mundo.

É neste caótico cenário que se desenrolam as aventuras de nosso amigo Nikopol.

No segundo capítulo, A Mulher Armadilha (o primeiro é  A Feira dos Imortais), ficamos conhecendo Jill Bioskop, que se torna o alvo do deus Hórus para sua intenção de gerar um rebento. Porém, Jill não está disposta a ser usada deste modo.

Nikopol está em um asilo, novamente preso. Assim como Hórus está em uma pedra flutuante, que é uma parte da pirâmide. Nikopol acaba escapando de sua nova prisão com a ajuda de seu filho e Hórus é acordado por astronautas inconvenientes. Quando se reencontram, Hórus e Nikopol vão ao encontro de Jill Bioskop.

No terceiro e último capítulo, Frio Equador, se passaram 18 anos desde o fim do capítulo anterior. A história se centraliza mais no filho de Nikopol que tenta se encontrar e descobrir quem é. Jill vive sozinha e Hórus é caçado pelos outros Imortais, que querem julgá-lo por seus atos de rebeldia. Já, nosso amigo Nikopol se tornou um lutador de boxe-xadrez, sob o pseudônimo de Loopkin, um anagrama.

Um Oceano de Amor

UN OCEAN D’AMOUR – LUPANO & PANACCIONE
Scans par une personne non connue

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Esta é uma HQ francesa e que não está traduzida para o português. Porém, poder ser “lida” tranquilamente. Un Ocean D’Amour é um belo álbum que não tem textos, uma história em quadrinhos muda. E, incrivelmente comunicativa.

Ela conta a história de um simpático velhinho pescador que sai todo dia para o trabalho sob os cuidados de sua prestimosa esposa. Sempre cuidadosa, certifica-se de que ele leve algo para comer: uma lata de sardinha, a qual ele detesta.

Quando está em seu barquinho de pesca em um desses dias de trabalho, acaba sendo capturado acidentalmente por um enorme navio pesqueiro. Ele e seu barquinho são arrastados para o meio do oceano, deixando assim sua esposa a esperar sem que ele volte.

Será que pode um oceano separar um amor assim tão grande?

A decidida senhora resolve ir em busca de seu marido onde ele estiver e, quando avista um navio de cruzeiro, resolve que basta entrar nele que conseguirá encontrar seu amado esposo.

É assim que, cada um a seu modo, os dois vão vivendo as mais loucas aventuras, envolvendo piratas, tricô, gaivotas, Fidel Castro e muito mais.

Uma HQ que seria tranquilamente transcrita para a tela grande como uma animação européia ou, se milagres acontecessem, uma investida da Pixar em material europeu, rendendo um novo clássico do estúdio: Um Oceano de Amor! Agradecimentos ao amigo Hugo S. M., que me indicou e enviou o links dos scans. 

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Frequência Global #02

FREQUÊNCIA GLOBAL – VOLUME 02 de 02
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Segundo e último volume com mais seis histórias do grupo criado por Warren Ellis, Frequência Global.

Simon Bisley ilustra detonação, sobre um grupo de terroristas que ameaça detonar uma bomba suja sobre a Alemanha; Chris Sprouse lida com o sequestro de Miranda Zero e o seu resgate pelos agentes da Frequência Global; Lee Bermejo entra com o policial Takashi em um hospital onde se desenrola um verdadeiro show de horrores; Tom Cocker nos leva a um verdadeiro festival de porradaria quando o Francês tenta capturar um assassino canibal; Jason Pearson nos conta a origem de Aleph e como ela tem que lidar com uma invasão à sede da Frequência Global; por último, Gene Ha tem que desarmar um satélite que pode lançar um artefato que pode destruir uma cidade inteira.

E assim nos despedimos desta HQ que bem poderia voltar a nos agraciar com outras tantas histórias de salvamentos globais. Mas, já se passaram 11 anos e Ellis não deve voltar mais ao tema.

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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Aventura e Ficção 2.0 #07 e #08

AVENTURA E FICÇÃO #07 e #08 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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Demorou, mas voltei. Mais dois números de Aventura e Ficção, agora em scans 2.0. No número #07, temos a volta de Paradox, o agente espacial que pode assumir várias identidades. Também temos o conto O Desvio, Trovão e Mundo Estelar: Cyndriana.

Já o número #08, logo abaixo, traz a superprodução e clássico do cinema de ficção científica e ação, Robocop. Dirigido por Paul Verhoeven, Robocop deu origem a duas sequências, duas animações, uma minissérie e um remake dirigido pela brasileiro José Padrilha que, apsar de ser um bom filme, não conseguiu tomar o lugar do original.

A quadrinização foi feita por Bob Harras, Javier Saltares, Alan Kuperberg e Tony De Zuñiga, em cima do roteiro de Edward Neumeier e Michael Miner.

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sábado, 24 de outubro de 2015

Dreadstar: A Odisséia

DREADSTAR: A ODISSEIA DA METAMORFOSE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Durante milênios, os Orsirosianos foram a raça mais avançada da Via Láctea, além de terem sido os ancestrais de toda vida humanoide da galáxia. Sua supremacia, entretanto, chegou ao fim com o surgimento dos Zygoteanos, uma raça impiedosa que parece querer conquistar e destruir todo universo…

Aknaton, um místico imortal Orsirosiano, deve colocar em prática um plano devastador que dará fim à ameaça desses invasores e trará consequências cataclísmicas! No entanto, para que esse estratagema se concretize, ele deverá reunir um grupo de pessoas especiais. Entre elas está Vanth Dreadstar, um guerreiro implacável e astuto de enorme poder.

Mas ninguém imagina o que os espera…

Finalmente publicada no Brasil em 2011 está a tão aguardada saga cósmica que deu origem a Dreadstar, um dos mais cultuados e importantes heróis da ficção científica em quadrinhos.

Publicada originalmente na revista Epic Illustrated #1 a #09, a grandiosa saga reunida neste volume é um dos trabalhos mais respeitados de Jim Starlin e uma das principais obras da gênese do quadrinhos adulto nos EUA.

Mesmo Dreadstar tendo sido publicado no Brasil pela Editora Abril e Editora Globo, essa história nunca havia recebido a devida atenção das duas editoras, o que é corrigido agora. Uma saga épica divida em 14 capítulos, na bela arte pintada de Jim Starlin e com seu roteiro sempre cosmicamente bem engendrado.

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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Akira #07 a #09

AKIRA #07 a #09 de 38
Digitalização e Restauração by HORDA Comics

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Kay e Kaneda são capturados e Tetsuo é levado de volta para mais testes. Quando Kay consegue escapar, passa a agir de forma muito estranha, tentando chegar até Tetsuo. Este, também está livre novamente e agora vai até onde estão os outros três que tem poderes especiais como os dele. Porém, fica sabendo que há um com poder muitoi maior: Akira. E agora Tetsuo quer conhecê-lo.

Ryu continua tentando entrar no estádio olímpico, juntamente com um de seus colegas de resistência. Para sua surpresa, estao convergindo para lá Kaneda, Kay, Tetsuo e o General.

Um desconhecido ajuda na fuga de Kay e Kaneda, que não sabem ainda se podem confiar totalmente nele, pois o mesmo parecia responder ao General, mas diz ser parte da resistência. Será? Como os dois não têm muita escolha, aceitam sua ajuda.

Tetsuo está cada vez mais poderoso e obcecado por Akira e, também, cada vez mais descontrolado. Kay e Kaneda o enfrentam, com a ajuda dos três paranormais do General, mas Tetsuo é muito mais forte. Falta pouco para as coisas se complicarem mais ainda.

domingo, 18 de outubro de 2015

Lobo Solitário - Vol. 07

LOBO SOLITÁRIO – VOLUME 07 de 28
Digitalização: SabreWulf – Restauração: HORDA

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“Poucos sabem, mas o personagem que deu origem ao mangá Lobo Solitário é o pequeno Daigoro. Koike havia ganho de sua mãe um boneco de hakata (artesanato de cerâmica muito apreciado por suas cores, expressividade e delicadeza, típico da cidade de Fukuoka) e decidiu criar uma história para aquele garotinho.

Seja qual for a aparência do bonequinho, as histórias para ele pela dupla Koike e Kojima impressionam não só pela serenidade e solidão transmitidas através da criança, mas principalmente pela verossimilhança.

Por mais difícil que seja imaginar como seria a personalidade de uma criança filha de um guerreiro frio como Ogami, certamente a maturidade seria diferente da maturidade das crianças que conhecemos no dia a dia.

A história pregressa e as motivações de Itto Ogami certamente são tocantes. Um ex-oficial de alto escalão do xogunato acusado de traição, cuj família foi chacinada, cujo nome foi renegado… Que abriu mão de sua honra para lutar por justiça, condenando o próprio filho a viver testemunhando atrocidades… Entretanto, é inegável que a principal vítima das circunstãncias é o garoto.

Esta edição possui 120 páginas dedicadas a desenvolver a personalidade de Daigoro, que revela uma firmeza de caráter que a grande maioria dos adultos não possuem, seja a que época for.

Também, nesta edição, lemos mais um ardil da família Yagyu, assim como duas belas histórias que abordam a efemeridade da vida e o verdadeiro espírito do samurai.”

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domingo, 27 de setembro de 2015

75 Anos de DC Comics

75 YEARS OF DC COMICS – THE ART OF MODERN MYTHMAKING
Digitalização by Somebody Really BadAss

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Em 2010, quando a DC Comics completou seus 75 anos, foi lançado este megalivro com mais de 700 páginas contando a trajetória da editora da Era de Ouro até a Era Moderna. Mesmo sendo em inglês, é algo que todo fã de quadrinhos e da editora gostaria de ter. Porém, o preço é impraticável, em nosso querido país: mais de R$ 600,00. Mas, nada que a rede mundial de computadores não resolva.

Aliás, seria muito bom sim, ter o livro, no entanto, lê-lo não deve ser muito prático por causa de seu tamanho e peso. Daí que, ter essa edição digitalizada torna a coisa bem mais simples, principalmente para quem tem um tablet. Mesmo assim, eu o teria na estante, se pudesse.

Ao “folhear” este tesouro que já tem 5 anos que foi publicado, percebe-se a quantidade de informação ali condensada. O que chama a atenção também é a quantidade de ilustrações e como parece que nada ficou de fora.

Mas, para quem está a fim de saber mais sobre a DC sem ter que ler um livro gigantesco, deixo aqui também o documentário lançado na mesma época e também por causa dos 75 anos, SECRET ORIGIN – THE STORY OF DC COMICS. Façam bom proveito.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Frequência Global - Volume 01

FREQUÊNCIA GLOBAL – VOLUME 01 de 02
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Frequência Global é uma HQ escrita por Warren Ellis. Dividida em 12 números, cada um desenhado por um artista diferente, trata de um grupo de salvamento que age em qualquer canto do mundo. O grupo é comandado por Miranda Zero e guiado por uma garota chamada Aleph de uma base secreta.

A Frequência Global possui mil e um agentes espalhados pelo mundo e que, na verdade, são pessoas como você e eu, que possuam algum tipo de habilidade específica que possa ser usada nas emergências que aconteçam próximo a estes. Quando chega o momento, qualquer um pode ser ativado e precisa deixar tudo o mais de lado e agir.

Nestas primeiras seis histórias, temos um homem que está prestes a provocar um holocausto pelo simples fato dele mesmo ser uma espécie de bomba. Em seguida, um grupo precisa entrar m uma base militar e deter o primeiro homem biônico do mundo, que não tem nada a ver com o simpático Steve Austin. Na terceira trama, temos uma invasão alienígena que precisa contar com as habilidade de uma mulher que sabe tudo sobre memética. 

Logo depois, terroristas tecnológicos precisam ser parados por um policial australiano e uma mercenária. No penúltimo épisódio, Miranda Zero leva alguns especialistas a uma ldeia isolada que foi vítima de algum tipo de alucinação coletiva. Por último, Sita, uma praticante de parkour precisa atravessar a cidade para deter uma bomba biológica.

Os artistas que trabalham neste volume são Gary Leach, Glen Fabry, Steve Dillon, Roy Martinez, Jon J Muth e o consagrado David Lloyd.

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domingo, 30 de agosto de 2015

Bom de Briga

BOM DE BRIGA – PAUL POPE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Abaixo, a resenha do site Geek Cult, sobre esta HQ, escrita por um dos melhores escritores deste século:

“O que acontece quando um garoto de 12 anos é obrigado a se tornar o herói de toda uma cidade como rito de passagem? Bom, ele terá de enfrentar monstros terríveis e, além de tudo, tomar o lugar do maior herói que aquela cidade já conheceu, Haggard West.

Paul Pope é pouco conhecido aqui no Brasil. A publicação mais conhecida dele por aqui foi Batman 100 anos, onde ele roteiriza e ilustra uma realidade alternativa onde o Cavaleiro das Trevas ainda existe 100 anos no futuro. Nada de um pupilo de Bruce Wayne com armas tecnológicas. Ainda é a mesma Gotham City decadente e um homem morcego que se recusa a morrer. É bom, procurem nos sebos.

Pope é um artista autoral e Bom de Briga (Battling Boy) é mais um de seus trabalhos totalmente produzido por ele. A cidade de Arcópolis perde seu maior herói, Haggard West. Assolada por terríveis criaturas que habitam as sombras e raptam crianças, a cidade agora está sem seu maior defensor. A filha de Haggard, que era também sua ajudante, Aurora,  lamenta a perda do pai. Para piorar, além das sombrias criaturas que mataram Haggard, há também monstros gigantescos que aparecem na cidade com um único intento: destruí-la. Ninguém sabe de onde eles vêm.

Enquanto isso, muito acima de todos aqueles problemas, semideuses estão entretidos com seus próprios problemas, entre eles, o fato de que Bom de Briga (é o único nome que se usa para ele, esse e “garoto”) completou 12 anos e chegou ao momento da virada, da incursão, como seu pai assim chama. Bom de Briga precisa se tornar um herói. É o seu rito de passagem.

Ele é enviado à cidade de Arcópolis, onde, sozinho, deverá enfrentar todos os monstros que ali habitam. Para isso, levou alguns acessórios, o mais importante sendo 12 camisetas, cada uma contendo um animal como estampa, um totem, que ao serem vestidas, concede a Bom de Briga poderes especiais.

A chegada de Bom de Briga alvoroça a cidade, que volta a ter esperança. Já, Aurora, fica apenas desconfiada. Afinal, quem ousa querer tomar o lugar de seu glorioso pai? Bom de Briga, claro.

Bom de Briga foi publicado pela Companhia das Letras, e nas suas 200 páginas, traz uma aventura dinâmica, quase em ritmo de desenho animado. Pope cria um personagem com o qual nos familiarizamos e solidarizamos rapidamente. Afinal,  quem nunca se sentiu pequeno demais diante de uma tarefa difícil?

Talvez o único defeito de Bom de Briga seja justamente ser tão bom, que devoramos logo. O fim deixa claro que teremos mais, e precisa ter, só não sabemos quando.  Para saber se havia mais do personagem, pesquisei o autor e, pelo que entendi, Bom de Briga se desdobra em aventuras de Aurora West, com o que parecem ser spin-offs (edições derivadas). Já sobre a continuação propriamente dita deste volume  em questão, não parece que foi produzido ainda.  Ficamos na espera de mais ou vai ter briga.”

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Darkseid vs. Galactus

DARKSEID VS GALACTUS: O DEVORADOR
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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GALACTUS: Devorador de mundos. Destruidor de civilizações. A mais temível força do universo.

DARKSEID: A Incorporação do Mal. Lorde Sombrio do infernal mundo de Apokolips. O mais temido soberano da Galáxia.

Após vagar pelas estrelas por incontáveis milênios, a fome insaciável de Galactus finalmente o levou a Apokolips, lar do império de Darkseid. Para sobreviver, Galactus tem que drenar a energia de Apokolips, eliminando, como consequência, todos os seres vivos do planeta. Em seu caminho está Darkseid, que vai se valer de tudo para proteger seus domínios.

Mas nem Galactus nem Darkseid lutam sozinhos. Ao lado de Darkseid estão suas hordas de de cães de guerra e parademônios, bem como seu filho Órion, de Nova Gênese, o campeão da astroforça. Contra os defensores de Apokolips está o arauto de Galactus, o Surfista Prateado, detentor do poder cósmico, guiado por impulsos além da compreensão.
Quando uma força irresistível encontra um objeto inamovível, quem triunfa? 

domingo, 2 de agosto de 2015

Superman: Red Son

SUPERMAN: RED SON - MARK MILLAR & DAVE JOHNSON
(A.K.A. Superman: Entre a Foice e o Martelo) 

Uma Superprodução Zone Empire, H.O.R.D.A. e Gibiscuits

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Sim, pode acreditar, é ele mesmo que está de volta, Superman: Red Son, publicado aqui em 2004 como Superman: Entre a Foice e o Martelo, em scans 2.0. Na verdade, muito mais do que isso, já que considero scans 2.0 quando refaço a mesma edição que, no caso aqui, teria de ser a publicada aqui em três edições e que comprei, li e digitalizei há mais de 10 anos atrás. Aqui o nível é outro: os scans do grupo estrangeiro Zone Empire são de uma nova edição encadernada com introdução de Tom DeSanto e um "caderno" de esboços como extra.

Confesso que não tenho mais tempo, nem paciência para letreirar scans em inglês. Se tiver que traduzir então, nem cogito. Mas, algumas HQs são especiais demais para mim. São daquelas que não posso deixar de ter aqui e, por isso, tenho refeito tantas, pois não consigo aceitar que estejam disponíveis em scans feitos na Idade da Pedra do RA, também conhecida como Era de Ouro. Superman: Red Son é uma dessas.

Sempre quis refazê-la, mas ela não é republicada desde 2006. E, sim, poderia conseguir aquelas edições no Mercado Livre ou no Estante Virtual. Porém, o papel em que foi impressa é desanimador. Foi desanimador quando digitalizei a primeira vez e seria desanimador para uma segunda versão. Mesmo o encadernado que saiu em 2006, era com o mesmo papel, se não me engano. Daí que, de vez em quando, eu buscava pelos torrents da vida scans em inglês. Nunca encontrava nada que valesse a pena letreirar. Até que um dia...

Eu já procurava sem grandes esperanças e, foi então que me deparei com a edição acima, digitalizada pelo grupo Zone Empire. Uma nova edição com a qualidade dos scans de hoje em dia. Eu quase surtei. Mas, logo vi que tinha uma introdução e alguns extras. Além do fato, é claro, de serem 165 páginas de trabalho. Suspirei fundo e pensei: não vai rolar.

O problema todo era meu perfeccionismo. Para os balões era simples, era só transcrever tudo que estava nos scans antigos. Não precisaria de um tradutor. Mas, havia a introdução e os extras, que eu precisava que fossem traduzidos, e mais, que fossem diagramados, pois estava meio que fora da minha alçada photoshópica. O projeto parecia fadado a não acontecer. Mas, não joguei os scans fora.

Por uma dessas sortes, eu postei o scan Uma História de Violência, do Gibiscuits. O camarada que o fez (Skaetos) gostou de eu ter publicado e me adicionou ao Facebook. Falamos rapidamente sobre esse trabalho que fazemos, mas apenas isso. Mas, fiquei com uma pergunta na cabeça: e se eu o chamasse para ajudar com Superman: Red Son? Depois de semanas, eu criei coragem e pedi ajuda.

Por que coragem? Bom, primeiro que, desde os primórdios do RA, eu detesto pedir alguma coisa. É sério. Mas, sempre que era algo importante, eu acabava pedindo, senão não teríamos esse blog hoje em dia. Segundo, que o Gibiscuits trabalha com HQs bem mais diferenciadas. Mas, arrisquei assim mesmo. Ele aceitou! E, logo começamos os trabalhos de limpeza (apagar balões) do scan original. Quando notou que algumas coisas seriam difíceis até pra ele, entrou em cena Johnny Who, mais um gibiscuitiano. Estava completa a equipe.

E hoje (04 de Julho) terminei! Skaetos e Jonny Who fizeram a parte de diagramação que eu não conseguiria. Eu fiz a transcrição do texto dos balões das quase 150 páginas e, sim, estou vivo. No fim, sempre vale a pena. Tentei não deixar passar muitos erros de digitação, mas é impossível não tê-los. Esta é, provavelmente, a primeira parceria em algo tão extenso com outro grupo de scans. Agradeço muito ao Skaetos e ao Johnny Who. Sem os dois, eu realmente não teria concluído o projeto.

Ah, sim, e a HQ? Para quem não sabe ainda, é sobre um universo alternativo em que Superman cai na Ucrânia, e acaba sendo criado pelos russos. Cresce e se torna o braço direito de Stalin. Quase um filho. Nos EUA, um Lex Luthor casado com Lois Lane, só pensa em derrotar o Homem de Aço comunista e, para isso, irá até as últimas consequências.

PLOFT! (sou eu caindo) zzzzzzzzzzZZZZZZZZ

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Graphic Novel #01: X-Men

GRAPHIC NOVEL #01 - X-MEN: O CONFLITO DE UMA RAÇA
Digitaliazão e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Quando as Graphic Novels começaram a ser lançadas eu era apenas um adolescente ainda. Estava acostumado com as HQs de super-heróis em formatinho e tinha visto pouca coisa diferente disso em minha curta vida de nerd. Quando a Editora Abril lançou aquelas revistas em um formato muito maior e com histórias mais contundentes, eu me senti como alguém bem mais velho do que eu era, mais maduro. Os quadrinhos agora eram coisa de "gente grande". E ainda tinha aquela nomenclatura chique: "graphic novel" que, mais tarde, descobri ter sido cunhada por Will Eisner.

Nos seus 29 números, a Editora Abril procurou colocar o que havia de melhor, não só em quadrinhos de super-heróis, mas de todos os tipos, indo até mesmo para os quadrinhos europeus, que foram cada vez mais publicados quando a série estava chegando perto de terminar. Algumas edições que se tornaram clássicos instantâneos, além dessa que está aqui sendo postada, foram A Morte do Capitâo Marvel, Batman: A Piada Mortal, O Edifício de Will Eisner, e outras tantas.

X-Men: O Conflito de uma Raça é algo incrível, uma HQ sempre atual, com seu tema de racismo e extremismo religioso. O Reverendo William Stryker lidera uma equipe de vigilantes que estão determinados a eliminar os mutantes, a quem consideram inferiores aos humanos. Stryker considera isso uma missão dada pelo próprio Deus. Seu alvo máximo são os X-Men, e a captura destes começa com o Professor Xavier, Cíclope e Tempestade. Agora o restante da equipe precisa salvá-los antes que o pior aconteça.

Neal Adams foi primeiramente cogitado para ilustrar os argumentos de Chris Claremont. Como não pôde, Brent Anderson (que mais tarde desenharia Astro City) foi o escolhido para substítuí-lo. A graphic novel tem uma mensagem poderosa, mesmo que pareça piegas, às vezes. Claremont não pega leve, principalmente quando abre a história com o assassinato de duas crianças mutantes que, talvez pra deixar claro que é um libelo contra o racismo, são negras.

Abaixo temos outras graphics das quais eu já havia feito versões 2.0, mas sem seguir uma cronologia, que agora pretendo manter, refazendo as que faltam. Temos aqui Demolidor: Amor e Guerra, A Morte do Capitão Marvel, Homem-Aranha: Marandi e Batman: A Piada Mortal.

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The Walking Dead - Vol, 06

THE WALKING DEAD: OS MORTOS-VIVOS - VOL. 06
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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Conheci The Walking Dead aqui mesmo, no RA. Alguém - não lembro quem - enviou o primeiro número traduzido para ser postado no blog. Logo de cara deu pra perceber que era uma HQ que se tornaria um clássico. Mais ainda, se tornaria uma série. Antes de ser publicada no Brasil, o acesso a ela só era possível através dos grupos de tradução que prosseguiram com o trabalho. Li alguns números, mas não segui em frente. Quando começaram a sair os encadernados, comecei a comprar.

Antes, porém, de iniciar a leitura da HQ propriamente dita, acompanhei a série por um bom tempo. Quando digo bom tempo, quero dizer duas temporadas. O pouco que li dos quadrinhos deu para perceber que a série não seguia fielmente a HQ. Isso não me incomodou no começo. Os roteiros eram bons, os personagens acrescentados também. Mas, com o passar do tempo, personagens se tornaram irritantes ao extremo e a série perdeu o ritmo, com muitos episódios irregulares. Abandonei e um tempo depois comecei a ler os quadrinhos que eu já havia comprado e acumulado. Uns seis encadernados. Como era de se esperar, muito superior a série em live action, por várias razões, entre elas, o fato de o quadrinho poder mostrar coisas que a série não pode.

Entre essas coisas, está o que acontece na primeira história deste volume: Rick, Glen e Michone estão para escapar de Woodbury e Michone resolve ficar mais um pouco. O motivo é claro, se vingar do Governador por tudo que sofreu no volume anterior. Acho que nem se a série de TV fosse produzida pela HBO, o que acontece ali, seria mostrado em todo seu esplendor.

No mais, os três voltam para a prisão, onde as coisas estão um pouco complicadas depois da saída deles. Mas, Rick está pronto para proteger os seus, custe o que custar.

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sábado, 25 de julho de 2015

Scans Que Eu Li: Deus Odeia Astronautas Vol. 01

DEUS ODEIA ASTRONAUTAS; VOL. 01 - RYAN BROWNE
Uma Superproduçâo
Gibiscuits


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De vez em quando postarei scans aqui que leio e gosto, ou que gosto e leio. Em geral serão edições fechadas ou minisséries. Ou, como no caso aqui, um encadernado. Ler séries em andamento, ou mesmo séries terminadas, que tenha muitos números, tomaria tempo demais, e postar sem lê-las tiraria o objetivo da seção, e a pessoa pode baixá-las no blog/site em que são produzidas.

Creio que postar uma ou outra serve também para que essas preciosidades não fiquem perdidas nos arquivos. A primeira dessa inciativa foi Uma História de Violência, que está postada lá para trás. Também do Gibiscuits, que tem se mostrado ótimo em termos de HQs fechadas, como Graphic Novels ou Edições Especiais, mas que é abarrotada de séries em andamento, também.

Deus Odeia os Astronautas pode ser descrita mas ou menos como algo que um dos moleques de South Park, já crescido, escreveria e o Lobo (o Czarniano) editaria. Sim, é a porra de uma loucura só. O grupo de "super-heróis" chamado As Cinco Pessoas Poderosas precisa enfentar o vilão John L. Sullivan, um pugilista mundialmente famoso, que agora é líder de um bando de ursos. Falar muito mais que isso tiraria o impacto do que o aguarda nestas páginas. Mas, envolve cabeças gigantes, homens sem testículos, corujas mafiosas, rinocerontes cientistas, garçonetes poderosas, policiais com braços de gorila, gatos advogados de jet pack, Reed Spacers, cabeças de vacas fantasmas e tigres comendo cheesburguers, entre tantas outras coisas.

Mas, por que Deus odeia astronautas? Quem se importa, com tanta coisa acontecendo? Tradução e adaptação por Skaetos, diagramação por Carfrangs.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Homem-Aranha Azul

HOMEM-ARANHA: AZUL - JEPH LOEB & TIM SALE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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Jeph Loeb e Tim Sale são uma espécie de dupla dinâmica dos quadrinhos. Quando estão juntos, tudo flui perfeitamente. É só ver Superman: Quatro Estações, Batman: O Longo Dia das Bruxas e muitas outras parcerias, incluindo mais duas cores nesta trilogia, Demolidor: Amarelo e Hulk: Cinza. Teríamos um Capitão América: Branco, mas ficou só na vontade.

Homem-Aranha: Azul foi publicada originalmente em seis edições (aqui no Brasil em três) e aborda o momento em que Peter Parker e Gwen Stacy se conheceram e se apaixonaram. Nas palavras de Jeph Loeb, "não é o Ano Um do Homem-Aranha, seria mais como o Ano Três".

Esta fase foi desenhada pelo famoso John Romita, Sr., e Tim Sale, claro, não tentou imitá-lo. É o mesmo Sale que conhecemos, desenhando uma fase clássica do cabeça de teia. Tanto ele, como Loeb recontaram esta bela história sem tentar atualizar, fazendo se passar em uma época mais p´roxima. Não, tudo acontece, naquele tempo mesmo, um tempo mais inocente, mas que logo, logo seria chacoalhado e a perderia. Mas, não é disso que trata Homem-Aranha: Azul.

John Romita, Sr. havia desenhado muitas histórias em quadrinhos, para a Marvel mesmo, na época das vacas magras, de amor. Quadrinhos que tinham como o público feminino como alvo. Talvez, por estar tão bem enrtrosado com o assunto, que essa fase tenha sido tão romântica para nosso querido azarado, que via sua maré mudar de vez. Afinal, não apenas Gwen Stacy aparecia em sua vida, como a própria arrasa-quarteirão, Mary Jane.
Mudanças significativas se davam nesta época: Peter tentava morar sozinho, sua identidade havia sido descoberta pelo Duende Verde, e sua vida amorosa começava a dar certo. E, claro, os vilões estavam lá para atrapalhá-la. Nesta edição ele enfrenta praticamente todos os de sua lista, que parecem ser orquestraqdos por uma força superior, nas sombras.

Apesar de todas as batalhas, foi a época mais azul na vida de nosso querido amigo da vizinhança.

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terça-feira, 21 de julho de 2015

Happy


HAPPY - GRANT MORRISON & DARICK ROBERTSON
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Nick Sax já foi um bem sucedido policial. Até que as atrocidades que via no dia a dia acabaram com seu casamento e com sua vida. Acabou se tornando um matador de aluguel que vive bêbado e com pena de si mesmo. Quando está em um trabalho para o qual foi contratado, algo sai errado e ele acaba matando alguém que sabia uma senha muito importante. Senha que é passada para ele e pela qual agora é perseguido pela mesma pessoa que o contratou.

Indo parar no hospital, Sax pensa estar tendo alucinações quando um cavalo alado, com um chifre na testa e azul, vem ao seu encontro pedindo ajuda. Certo de que é apenas efeito da bebida, das drogas ou das medicações, ele tenta ignorá-lo. Porém, isso parece ser uma tarefa impossível. Happy deixa claro que não é uma alucinação. Segundo ele mesmo, está uns níveis acima disso. Happy é o amigo imaginário de uma menina que foi raptada, juntamente com outras e agora precisa da ajuda de qualquer pessoa, mesmo que seja Nick Sax.

Apesar das súplicas de Happy Sax quer apenas seguir seu caminho, e deixar tudo para trás, inclusive a incômoda alucinação azul. Mas, Happy não pretende desistir tão fácil. Grant Morrison cria uma fábula violenta, que daria um belo filme de ação estrelado por Jason Statham ou Liam Neeson. E ainda seria original, com o personagem Happy, desenhado a moda antiga, e não em CGI, revoando ao redor do protagonista, enquanto este extermina seus inimigos.

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domingo, 19 de julho de 2015

Lost Girls Completo


LOST GIRLS - ALAN MOORE E MELINDA GEBBIE (COMPLETO)
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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E completamos a saga pornográfica (não, não é erótica apenas) de Alan Moore e Melinda Gebbie, que levou 16 anos para ficar pronta, e 2 anos para ser digitalizada. A incursão de Moore no gênero dos quadrinhos pornográficos não poderia ser algo simples, vindo do grande mago. Junto à sua esposa, Melinda, esmiuçaram três contos de fadas, e os recontaram como se fossem o que ás vezes parecem ser, histórias pervertidas. Afinal, quer País das Maravilhas melhor do que o sexo? Ou uma garota andando por aí com três homens problemáticos denotaria o quê? E Peter Pan, que alude ao deus pã, que sempre estava junto às ninfas, não foi ele atrás de outra em Wendy?

Mas, a desconstrução de Moore vai bem além disso. Alice, Wendy e Dorothy, já adultas, se encontram em um hotel em algum lugar remoto da Europa, pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Cada uma vivendo seu momento, bem distante dos tempos em que aconteceram as coisas que as moldaram. Alice, uma senhora lésbica, logo se entrosa com as outras duas, bissexuais, Dorothy assumida, Wendy retraída, vivendo um casamento de aparências. Não demora muito para que, como em todo bom conto pornográfico, elas logo estejam se conhecendo melhor.

Mas, muito mais do que estarem fazendo sexo juntas, elas começam a se conhecerem ou a se redescobrirem quando contam suas histórias umas para as outras. Histórias essas repletas de experiências sexuais em lugares estranhos e com pessoas inusitadas. Alice viveu um sonho e pesadelo lésbico, onde foi introduzida à alta sociedade e viveu intensamente cada momento. Dorothy relata seus dias de descoberta sexual, na fazenda, onde encontrou-se com os mais estranhos homens, com suas inseguranças ou vaidade extrema. Já Wendy teve suas experiências com um estranho garoto de rua e sua amiga com jeito de fada, que eram peseguidos por um homem com a mão deformada em forma de gancho.

Os três volumes esmiuçam cada aspecto da vivência de cada uma delas. Além disso, elas ainda estão neste hotel, com atmosfera sexual impregnada em cada canto, e que tem em cada quarto um livro com histórias ainda mais chocantes que às suas próprias. Em meio a toda essa voluptuosidade, a guerra se aproxima.

Para terminar, um trecho retirado do volume 3:

"Pornografia são os parques encantados onde as mais secretas e vulneráveis de todas as nossas muitas personalidades podem brincar em segurança. Elas são os palácios que todas as políticas e exércitos nunca podem espoliar, nem reduzir a escombros. Elas são os nossos jardins secretos, onde trilhas sedutoras de palavras e fantasia nos conduzem ao portal ofuscante e úmido do nosso prazer, além do qual coisas só podem ser expressas em uma linguagem que está além da literatura... ... além de todas sas palavras."