quarta-feira, 26 de novembro de 2014

The Dynamite Art of Alex Ross


THE DYNAMITE ART OF ALEX ROSS - 2011
Scans EM INGLÊS de Cypher-Empire


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Quando Marvels foi lançada e catapultou Alex Ross para o estrelado quadrinhístico, eu não estava "presente". Conheci o artista em seu trabalho seguinte: Reino do Amanhã. Para meu deleite era uma história fascinante com uma arte deslumbrante. Foi como ter absorvido todo um universo em termos de algo novo. Não que histórias em quarinhos pintadas fossem uma novidade. Porém, agora, era algo conhecido por todo leitor de quadrinhos de super-heróis, desde que Marvels se tornara um clássico instantâneo. Assim, eu me tornara mais um dos muitos rossmaníacos espalhados pelo mundo afora.

Mas, para minha decepção, e de muitas pessoas, Ross se tornaria muito mais capista do que propriamente um desenhista de histórias. Também seria um exímio co-roteirista criando coisas como Terra X e suas sequências. Como capista de Astro City, daria mais visibilidade e imponência a essa HQ de Kurt Busiek, o roteirista de Marvels. Mas, não deixaria totalmente de nos brindar com sua arte nos quadrinhos. Junto a Paul Dini faria uma série de edições gigantes dos principais heróis da DC, culminando com a Liga da Justiça. Para o selo Vertigo, pintaria a HQ Tio Sam, de Steve Darnall.

Com o sucesso, Ross se torna um nome conhecido para além dos quadrinhos, fazendo artes para filmes como Corpo Fechado, de M. Night Shaymalan, e Spider-Man, de Sam Raimi. Até mesmo para a edição do Oscar de 2002 ele faz um cartaz. O homem se tornou uma lenda dos quadrinhos em pouco tempo.

Não demora muito e temos a minissérie Justiça, estrelada pela Liga da Justiça, onde ele arte-finaliza a arte de Jim Krueger, o que dá um toque diferente da sua arte usual. Em 2003 é lançado um livro chamado Mythology, contando sua história e repleto das artes que o artista fez para a DC Comics. Algum tempo depois o livro é ligeiramente ampliado, ganhando uma capa que se abre como se fosse um belo poster horizontal.

Trabalhando em vários projetos para a Dynamite, entre eles, muitas e muitas capas. acaba lançando o livro acima, The Dynamite Art of Alex Ross, que foi lançado este ano no Brasil como A Explosiva Arte de Alex Ross. O livro pode ser mais facilmente encontrado nas lojas de quadrinhos on line.


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domingo, 16 de novembro de 2014

Planetary: Crossovers


PLANETARY/BATMAN/LIGA DA JUSTIÇA/THE AUTHORITY
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: A longo da série, o Planetary colecionou três encontros com ouros supergrupos de heróis, aguns dos quais serviram para suprir a falta de edições mensais do grupo, que acabaram não tendo periodicidade bem definida após o primeiro ano de publicação.

Tanto Planetary quanto Authority foram criados por Warren Ellis e lançados em 1999. Em junho de 2000, os leitores puderam acompanhar Planetary/Authorty - Dominando o Mundo, um crossover entre os grupos que estavam fazendo grande sucesso entre os leitores e que, diferentemnente de outros encontros, podia ser lido indepnedente, mas estava encaixado na cronologia dos dois supergrupos, com várias referências às histórias de ambos.

Aqui abrimos um parêntese para falar das referências que Ellis adora pôr em suas edições. Neste crossover, o novelista mostrado no início é provavelmente H. P. Lovecraft, famoso escritor de livros de fantasia e principalmente terror. Ele morava em Rhode Island com duas tias e era racista. Além disso, suas obras eram recheadas de monstros de outros universos que tentavam invadir o nosso; inclusive o polvo gigante do começo da edição se parece muito com Cthulhu, famoso monstro/deidaade de Lovecraft.


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Voltando aos encontros, Planetary/Liga da Justiça - Terra Oculta é lançado em setembro de 2002 e o único material do grupo que os leitores viram em um ano e meio, desde o lançamento da edição #15 até o lançamento de outro especial e da edição #16. Ellis tinha ficado doente e Cassaday vinha trabalhando em outros projetos, um deles o Capitão América. Nesse encontro, houve mais uma enxurrada de referências, a maioria ao universo DC, Barry Alle, Átomo, Lanternas Verdes, Novos Titãs, Caçador de Marte e outros são citados ou mostrados. Mas o interessante é que alguns deles também são mostrados na série normal Planetary na edição #10, e aqui seguem a mesma cronologia na qual apareceram, antes. (Este texto e da edição Planetary/The Authority, e acho que essa última informação é meio equivocada. Veja nota no fim do texto, mas será spoiler).


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Em Junho de 2003, foi lançado o último encontro, Planetary/Batman - Noite na Terra, que finalmente foi seguido pelo lançamento da edição #16 da série normal, em agosto do mesmo ano. Esse especial foi aclamado pela crítica e pelo público como uma grande obra. Apesar de poder ser lido separadamente, dá para colocá-lo de forma cronológica entre as edições #8 e #12 de Planetary, pois Snow ainda tem os bloqueios de memória, mas ao mesmo tempo há menção a eventos ocorridos na edição #8. Além de ter uma trama ao estilo Arquivo X, que tem tudo a ver com o que os Arqueólogos do Impossível fazem, ainda é uma bela homenagem ao Batman de várias épocas, como o de Neal Adams, Alex Ross, Frank Miller eaté mesmo o do seriado estrelado por Adam West.

E no começo de 2004 a Wildstorm publicou o especial Planetary: Crossing Worlds, juntando em um só álbum os três encontros em uma bela edição de colecionador. (Texto publicado em Planetary/The Authority, Pixel).

*Nota: A Mulher-Maravilha não é a mesma que aparece na edição #10 da série normal, e que tem sua ilha destruída. No crossover ela é destruída pelo Planetary, na série ela é destruída pelos Quatro. Assim, não é a mesma Mulher-Maravilha, da mesma forma que na edição não é o mesmo Planetary. É uma outra dimensão paralela, linha do tempo, ou seja lá o que for.

P.S.: Assim, termina aqui as versões 2.0 de Planetary. Provavelmente a primeira série a ser reescaneada totalmente, por aqui. Divirtam-se.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Planetary - Volume 04


PLANETARY - VOLUME 04 de 04
Scans by Onomatopéia Digital/Rapadura Açucarada


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Sinopse: E a Nova Era de Ouro durou de abril de 1999 até dezembro de 2009. Dez anos para 27 números de Planetary verem a luz do dia. Os motivos para a demora devem ter sido vários: John Cassaday passou a ser um ilustrador requisitado depois que Planetary deu-lhe visibilidade. X-Men, Capitão América, projetos até para outros países. Warren Ellis também estava atarefado. Planetary não era uma HQ de primeira linha. Quer dizer, comercialmente falando. Então, podia ficar para depois. Em parte isso deve ter sido ótimo, já que as histórias poderiam ser mais pensadas e o aglomerado de cultura pop que formavam uma única saga criada por Ellis, podia por fim, caminhar para um final interessante. E assim foi. Desde o fim de 2009 que não temos mais entre nós essa fabulosa HQ. Apenas na forma de encadernados que, finalmente, foram lançados aqui no Brasil. E eu não podia deixar de disponibilizá-las. Fazem parte da minha história com os quadrinhos. Da nossa história.

Quando os scans começaram a ser traduzidos em 2003, por falta de publicação aqui no país, os números foram sendo feitos bem rapidamente, já que muitos números haviam sido publicados. Porém, ao emparelhar, as coisas começaram a complicar. A crise no blog, que fez com que precisasse parar de fazer scans, fez com que eu parasse também de letreirar as traduções que recebia de Planetary. Eu achava que nunca mais voltaria às digitalizações de HQ. Porém, como era de praxe acontecer, os grupos que se formaram ao longo do tempo, tomaram para si a responsabilidade de continuar Planetary. Mas, eu sentia como se tivesse sido obrigado a entregar um filho. Mas, nada podia fazer. Como tudo na vida, os scans estavam sofrendo mudanças, e eu estava acompanhando-as.

Quando eu voltei a ativa, até mesmo fiz uma edição, a 24, mas acabou sendo apenas uma duplicação, pois já havia sido feita. Me conformei que eu não terminaria Planetary. Quando o último número foi feito em dezembro de 2009, eu estava tão envolvido com o fórum F.A.R.R.A. que nem notei. Só fui lê-lo muito tempo depois e, aquela defasagem meio que tirou toda a emoção da coisa. Com o lançamento dos encadernados com todos os 27 números, eu pude me redimir em duas coisas: ler o material todo em papel e fazer uma versão 2.0, atualizada, dos scans. Não podia ser diferente.

Bom, não vou fazer uma resumo do que o quarto e último volume traz. É o que fecha essa emocionante série. Leia e aproveite bem. Demorou mais devido ao número maior de páginas. Porém, ainda não acabou... aguardem.


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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Planetary - Volume 03


PLANETARY - VOLUME 03 de 04
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital

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Sinopse: E continuam as aventuras do Planetary, o grupo de arquólogos do impossível. Voltamos ao passado com Elijah Snow e seu encontro com o maior detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes. Porém, não só com ele, como também com o lendário Conde Drácula. Snow descobre que os dois e outros personagens conhecidos, fazem parte de um grupo que interfere nas decisões mundiais, e que se consideram extraordinários. Elija Snow veio dizer que o tempo deles acabou.

Na história seguinte um cajado encontrado é bem mais do que aparenta, transformando-se em um materlo que também é uma porta par outras dimensões. Os Quatro descobriram esta passagem e Snow agora quer saber o que eles sabem. Porém, esta aventura custa-lher bem caro. No conto seguinte, lendas aborígenes sobre a criação do mundo tomam forma e os Quatro querem saber aonde elas levam. Snow, Jakita e batera precisam impedir que descubram.

Logo em seguida, ficamos sabendo mais sobre a linhagem dos Hark. Em uma história que nos remete diretamente aos filmes no estilo O Tigre e o Dragão, o visual e a ação mostram-se cinematográficas. Em A Cidade Perdida de Opak-Re, Snow conhece mais um do grupo de Doc Brass, Lord Blackstock, criado por animais selvagens e vivendo na selva entre nativos. E na cidade de Opak-Re que Snow conhece seu primeiro grande amor.

Para finlaizar este volume temos uma homenagem ao escritor de ficção-científica Júlio Verne, em uma referência ao seu Da Terra à Lua. Em resumo, Planetary é a HQ definitiva paraa os nerds que viveram a vida toda digerindo cultura pop e literatura fantástica.


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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Planetary - Volume 02


PLANETARY - VOLUME 02 de 04
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: No segundo volume de Planetary nossos heróis vão ao enterro de Jack Carter, um mago inglês, que é uma refrência a vocês-sabe-quem. Esta história, com Carter como centro, também é uma homenagem à "invasão inglesa' nos quadrinhos americanos. Invasão da qual o próprio Warren Ellis fez parte. No enterro do mago podemos nos divertir procurando as muitas refrências, muitas delas bem óbvias, outras nem tanto. Até mesmo Grant Morrison está ali, junto ao seu primeiro grande sucesso na Vertigo. Ellis aproveita para satirizar como o super-herói decadente perdeu campo para as HQs mais adultas do novo selo.

O capítulo oito faz uma bela homenagem aos filmes de ficção-científica dos anos 50, onde qualquer coisa podia vir a ser uma ameaça, desde formigas gigantes até mulheres de 15 metros. Esta história nos é apresentada por uma figura que não nos diz seu nome verdadeiro, mas que logo sabemos quem é. Afinal, sua morte não ficou envolta em mistérios? Ellis se aproveita disso e a ressuscita, mesmo que por apenas um curto período de tempo.


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Planeta Ficção nos apresenta Ambrose Chase, o homem a quem Elijah Snow substituiu. Nesta história, um grupo de cientistas criou um mundo fictício e enviou uma missão ao tal mundo, para trazer alguém de lá. Este conto parece fazer referências à Matrix, tanto no vestuário de Ambrose Chase, quanto nas cenas que acontecem em "câmera lenta" e nos moldes do filme dos irmãos Wachowsks.

Na sequência, Magia e Perdas traz referências mais reconhecíveis. Elijah Snow se depara com objetos que pertenceram a seres extraordinários. No capítulo onze temos o encontro de Snow com John Stone, um agente secreto que é um cruzamento de James Bond com Nick Fury. Inclusive, a capa é uma clara homenagem à arte de Jim Steranko, desenhista de Fury por muito tempo.

O último capítulo deste volume é uma história centralizada em Elijah Snow e em uma revelação arrebatadora... para quem não conhece Planetary, claro.


sábado, 1 de novembro de 2014

Planetary - Volume 01 de 04


PLANETARY - VOLUME 01 de 04
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Era um dia qualquer de maio de 2002. Eu estava começando a voltar a ler quadrinhos, depois de perder toda a década de 90, o que não foi de todo um desastre. Algumas coisas eu estava apenas me atualizando, como Marvels ou Reino do Amanhã. Outras coisas estavam saindo naquele mesmo 2002, como Batman/Superman: Gerações, entre outras publicações. Mas, meu retorno ainda estava muito lento. Eu ainda não era o mesmo leitor de quadrinhos de antes de 1990, quando parei. Faltava algo.

Eu estava empolgado com os scans. Tanto para fazê-los, quanto para lê-los. Mas, ainda era aquele feijão com arroz. Eu ainda estava meio que numa espécie de piloto automático. Apenas fazia porque gostava. Eu os lia porque quadrinhos era algo que estava em mim, mesmo que eu tenha parado por um tempo. Mas, faltava o quadrinho que iria ser o símbolo deste novo começo. E, este quadrinho seria Planetary de Warren Ellis e John Cassaday.


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E foi nesse dia de maio de 2002 que au vi a HQ nas bancas. Porém, confesso que comprei por causa de The Authority. Planetary acompanhava o título, que era um mix com dois supergrupos. Era estilo flip: a capa de trás era Planetary de cabeça para baixo, e a HQ era assim, também. Nem o título, nem a capa me chamaram a atenção. Três pessoas em uma escada de mármore. Um deles de cabelos e roupa branca, o outro sentado e cabisbaixo, parecendo estar com depressão e uma mulher imponente vestindo couro. Pensei, já que está aqui, vou ler. Afinal, era assinada por Warren Ellis, o mesmo autor de The Authority. Eu não sabia, mas era o começo.

Mesmo nunca tendo lido pulp fiction eu era fã de Doc Savage. Talvez tenha sido por causa do filme com Ron Eli (que fez Tarzan em um seriado) que vi quando criança. O subtítulo era muito chamativo: O Homem de Bronze. E, lendo este primeiro número publicado aqui pela Pandora, vi que a revista fazia uma homenagem - uma referência direta - a Doc Savage, na figura de Doc Brass. No decorrer da leitura percebi que fazia referência a outros heróis dos pulps. Mas, Doc Brass era o centro daquele conto.

O Planetary era composto por três pessoas com poderes singulares: Elija Snow, Jakita Wagner e o Baterista. Eram auto-intitulados arqueólogos. Mas, o que eles desencavavam era muito mais complexo que ossos e pedaços de cerâmica. Era a própria história do século XX e suas coisas mais estranhas e escondidas. Para nós, era a cultura pop. Seja dos quadrinhos, livros ou cinema.


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O primeiro número trazia essa parábola sobre como o pulp fiction foi substituído pelos gibis de super-heróis. Era um acontecimento do nosso mundo real, representado graficamente. No fim, ainda temos o único sobrevivente, Doc Brass, como a lembrança que ainda temos dos pulps. Os dois números seguintes trariam referências a Godzilla, Mothra, o Corvo e aos filmes de John Woo. Aí então, a Pandora cancelou a publicação em seu terceiro número. E meu mundo desmoronou.

Mas, envolvido com os scans como eu estava, vi que a única solução era continuar eu mesmo, com a ajuda das pessoas que frequentavam o Rapadura Açucarada, e tentar traduzir e letreirar os próximos números, para não perder nada dessa HQ que já nascera clássica. Não fizemos os 27 números, mas eles foram terminados por outros fãs de Planetary, e eu os li todos.

Depois de a Devir e a Pixel tentarem lançar os encadernados e pararem no meio do caminho, finalmente eles foram publicados por completos pela editora Panini. Planetary estava, finalmente, completa em nosso mundo físico. E, foi assim que, em maio de 2002, eu voltara aos quadrinhos, com força total. Desde então, não parei mais. Os quadrinhos são um mundo estranho, e temos de mantê-los assim.


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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

100 Balas - Volume 04


100 BALAS - VOLUME 04 de 15
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Em quem você pode confiar? Nas periferias sombrias do mundo, a resposta é sempre a mesma: em ninguém. Brian Azzarello e Eduardo Risso têm ficado de olho nesses lugares sombrios com esta série ganhadora do prêmio Eisner. Com esta quarta edição eles apontam uma dura luz para a cara dos desesperados, desamparados e perigosos habitantes que se reúnem nesses cantos obscuros. De traficantes meia-boca aos mais altos escalões do poder, as pessoas escolhidas pelo agente Graves para receber uma licença para matar têm mais em comum do que a arma e uma mala com munições. E, se ainda não é nada claro do que eles fazem parte (nem quem está controlando), o que eles não sabem é ainda pior e pode até mesmo feri-los.


Daytripper


DAYTRIPPER - MOON & BÁ
Scans by Onomatopéia/Rapadura


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Sinopse: Brás de Oliva Domingos tem só mais um dia de vida. Pode ser o dia em que ele conhece seu grande amor. Pode ser durante sua grande viagem da adolescência. Pode ser o dia em que ele começou a entender a família. Pode ser quando ele decidiu ajudar seu melhor amigo. Pode ser na velhice.

Os grandes momentos da vida, a família de onde você vem e a família que você constrói, ser filho e ser pai, ter amor e ser amado. No trabalho de maior sucesso dos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá, toda uma existência é contada em dez capítulos - dez dias - sob a sombra constante (e mágica) da morte.

A minissérie ganhou os prêmios Eisner e Eagle, além de ter sido indicada ao Harvey e ao Shel Dorf Awards e ficado duas semanas na lista de coletâneas em quadrinhos mais vendidas do The New York Times. É a HQ brasileira de maior sucesso que já se viu no exterior.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

Incal Integral


INCAL INTEGRAL
Scans by Onomatopéia Digital/Rapadura Açucarada


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Sinopse: A primeira vez que o Incal apareceu no Rapadura Açucarada foi através da saudosa Lusitana (depois apelidada Lusinha), uma visitante do blog e colaboradora que nos enviou os scans da versão portuguesa desta HQ francesa. Um trabalho ótimo numa época que os scans ainda não eram feitos com a qualidade de hoje em dia. Ela começou os scans no RA e terminou-os no, também saudoso, F.A.R.R.A. Porém, confesso que, mesmo tendo a chance, na época eu não li os scans dessa fascinante obra.

Alguns anos depois, a editora DEVIR começou a lançar os álbuns e eu pensei em comprar, mas alguma coisa me incomodava naquelas edições. Eram as cores. Só mais tarde fiquei sabendo que a obra havia sido recolorida digitalmente, o que deixou tudo meio esquisito. Aquilo tirou qualquer ânimo que eu tivesse para adquiri-la.

Eis que, por ocasião do falecimento de Jean Giraud, o Moebius, a DEVIR resolveu lançar todas as edições em um encadernado. A boa notícia era que as cores seriam as originais. Provavelmente souberam da insatisfação dos fãs com a colorização digital. Bom, só sei que desta vez resolvi adquirir esta que é um clássico no que diz respeito aos quadrinhos mundiais. O Incal está no consciente coletivo dos leitores de HQs e, até mesmo aqueles que não o leram, sabem da sua importância. Era o meu caso.

John Difool é um mero detetive classe 7 que vive em um futuro distante. Quando está fugindo das confusões que arranjou em seu mais recente trabalho, esbarra com um ser que está sendo perseguido e que, ao morrer, entrega-lhe o Incal Luminoso. Este, deixa-lhe claro que o destino no universo depende de John Difool proteger o Incal. Mas proteger do quê?

Tanatah, a rainha Amok, contrata o Metabarão para capturar John Difool e o Incal. Ao mesmo tempo, o Tecnopapa quer juntar o Incal Luminoso ao Incal Negro e trazer a escuridão ao universo. Fugindo de todos, Difool encontra Animah, por quem se apaixona. A medida que os acontecimentos se sucedem, alianças são feitas e Difool agora é parte de um grupo que precisa impedir que a escuridão vença. O Incal é parte importante disso, e John Difool também, mesmo que não saiba.

Incal quase se tornou uma animação, que chegou a ganhar um
TRAILER, mas que não seguiu em frente por falta de recursos. O link para a versão em português/PT pode ser acessada AQUI.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Lost Girls: Volume 02


LOST GIRLS - VOLUME 02 de 03
Scans by Onomatopéia Digital/Rapadura Açucarada


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Sinopse: Demorou, mas aqui está o segundo dos três volumes sobre o crossover impetrado por Alan Moore, onde as protagonistas dos contos de fadas Alice no Páis das Maravilhas, O Mágico de Oz e Peter Pan, se encontram quando já adultas e passam a relatar duas desventuras quando meninas. O que conhecemos como histórias para crianças, fantasias ingfantis, aqui se tornam a iniciação sexual e o afloramento de seus desejos. Cada uma das histórias é reinterpretada por Alan Moore e Melinda Gennie em um ambiente erótico. Além disso, as três ainda vivem novas peripécias no hotel luxuoso em que se encontram, bem como o marido de Wendy, um velho travado secualmente.




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Hellblazer Origens: Volume 03


HELLBLAZER ORIGENS: VOLUME 03
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: No terceiro volume das primeiras aventuras do mago John Constantine, ficamos conhecendo tudo sobre o episódio de Newcastle e o que aconteceu à menina Astra. Em seguida, Constantine volta ao espaço cibernético onde deixou um amigo seu. Na sequência temos o início do arco A Máquina do medo. Constantine conhece a menina Mercury, que parece ter alguns dons mágicos. Ela e sua mãe vivem com uma turminha da pesada que apron... não, não. Vivem com uma turma de hippies que vivem viajando e estão acampados nas redondezas. Aceitam Constantine sem fazer perguntas. O mago parece estar gostando da vida na natureza e faz alguns amigos, mesmo que assuste alguns deles. Porém, tudo pode ir por água abaixo quando um estranho grupo de homens parece estar usando uma máquina que produz... medo.

John Constantine ganhou uma série de TV, da qual vazou o episódio piloto. Parecendo mais baseado no Constantine dos Novos 52, não agradou tanto. Além de tudo, uma das caractesíticas do personagem, o vício do fumo, foi ignorado. Vamos ver o que reservará o futuro para o mago em live action.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sin City: A Dama Fatal


SIN CITY: A DAMA FATAL - FRANK MILLER
Scans 2.0 by ÐØØM™ Scans/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Dwight McCarthy já foi alguém na vida. Agora ele é apenas alguém que remexe no lixo da humanidade, para ganhar algum dinheiro. Ele trabalha fazendo flagras de maridos infiéis, para suas esposas que estão atrás de um divórcio lucrativo. Sua vida não é das melhores, mas ele tenta não reclamar muito. E, tudo estava assim, quando aparece Ava, um antigo e complicado amor que estraçalhou o coração de Dwight. Ela agora está casada, e parece estar em apuros com um marido rico, mas violento. Dwight irá ajudá-la?

Mais um capítulo sujo e violento que se passa nas vielas de Sin City, escrito e desenhado por Frank Miller. Com o sucesso da primeira adaptação para o cinema, A Dama Fatal é a história escolhida para dar continuidade na telas, às aventuras que se passam na cidade do pecado. Ava será interpretada por Eva Green, Dwight por Josh Brolin e Mickey Rourke repetirá o papel de Marvin. Outras histórias estarão no longa, como por exemplo, The Long Bad Night.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Liberdade: Um Sonho Americano


LIBERDADE: UM SONHO AMERICANO - FRANK MILLER
Scans 2.0 by Onomatopéia Digital/Rapadura Açucarada


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Sinopse: O mundo futurístico de Martha Washington é o nosso passado. Essa HQ escrita em 1990, por Frank Miller, localiza o futuro de Martha entre 1995 e vai até 2012, nesta minissérie encadernada. Ou seja, já estamos dois anos a frente. Então, só podemos deduzir que tudo aconteça em uma realidade alternativa. Porém, esta dimensão paralela tem muitas semelhanças com a nossa: o racismo, a luta pelo poder, a ganância, a pobreza e muitas outras coisas.

Martha é uma menina que vive no gueto conhecido como A Estufa. O mundo não quer saber deles, nem mesmo o grande presidente Rexall, que ela tanto admira. Martha perde seu pai logo cedo, e logo cedo se torna uma pária, ao ter de matar um homem. Quando vê a chance de liberdade ela a agarra. Essa liberdade signfica se alistar na PAX, a força de paz dos EUA. Uma vez dentro dela, todos os seus delitos são apagados. Parece justo. Mas, será?

Martha quer apenas ser uma boa soldada e cumprir seus deveres. Quando está em uma missão na Amazônia, acaba por entrar em conflito com seu capitão, Moretti. A partir de então, a vida dos dois estará interligada por ódio e vingança.

Frank Miller joga com um humor ácido e com um exagero proposital que, para o leitor desavisado, pode parecer que ele já estava senil, como hoje em dia. Mas, não. Miller atira para todos os lados: presidentes americanos decrépitos, corporações de fast food, grupos extremistas, e tudo isso ao redor de nossa heroína que é mulher, negra e precisa lutar para salvar o mundo e a ela mesma. Martha Washington quer a liberdade e vai tomá-la a socos se for preciso.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Flex Mentallo


FLEX MENTALLO - EDIÇÃO ESPECIAL
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Desde que Grant Morrison brincou pela primeira vez com a metalinguagem nos quadrinhos DC, em Homem Animal, até Flex Mentallo, passou-se muito tempo. Então, é claro que seu aguçado senso de nonsense estaria mais do que evoluído. Flex Mentallo era apenas um personagem secundário que Morrison criou quando estava cuidando da Patrulha do Destino e resolveu que o herói tinha mais a dizer, mesmo que o que ele dissesse fosse incompreensível para a maioria dos mortais.

Nesta edição especial que reúne os quatro números da minissérie, e que é publicada aqui no Brasil - em papel - pela primeira vez, temos um quadrinhista em um beco escuro tendo um surto psicótico causando por drogas. Enquanto está ao telefone com um desses auxílios a suicidas, ele conta tudo sobre sua experiência com quadrinhos e como eles influenciram sua vida. Ao mesmo tempo, no mundo dos quadrinhos, Flex Mentallo precisa encontrar O Fato, para desvendar alguns mistérios.

É nesta viagem entre "realidade" e fantasia que o leitor acaba se perdendo - ou se encontrando - e descobrindo que os super-heróis podem ser bem mais reais do que pensamos. Grant Morrison, em sua reverência pelos mitos fantasiados, salpica a HQ com pontos biográficos, pois sua própria vida foi assim, influenciada pelos super-heróis, dando-lhe fama e fortuna. Tão engajado com experiências místicas e alucinógenas, ninguém mais poderia nos transportar através de um mundo de metalinguagem como este e nos confundir e iluminar através de uma saga surreal. Se faz sentido, aí já são outros quinhentos.


domingo, 31 de agosto de 2014

Sin City: A Cidade do Pecado


SIN CITY: A CIDADE DO PECADO
Scans 2.0 by Onomatopéia Digital e ÐØØM™ Scans


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Sinopse: Quando a bela Goldie vai para cama com o truculento Marvin, nem ele mesmo acredita em sua sorte. Não consegue entender como uma mulher linda ciomo aquela o escolheu. Não entende, até que o dia amanhece e ela está morta ao seu lado, assassinada. Mesmo não sendo nenhum Einstein, Marvin entende que ela buscava proteção, e ele não conseguiu protegê-la. Agora, ele só que vingar a morte da pessoa que mais amou, mesmo que por uma noite.

Perseguido pela polícia, Marvin só quer encontrar os culpados pelo que aconteceu, mas logo vê que as coisas não serão tão simples assim. A morte de Goldie esconde armadilhas muito mais profundas e atinge pessoas em altos escalões que, talvez nem mesmo Marvin, possa atingir.

Esta foi a estréia de Sin City, publicada nas páginas de Dark Horse Presents e que deu início a um clássico dos quadrinhos que acabou se tornando um longa-meragem nas mãos de Robert Rodriguez, e já está em vias de ter sua continuação lançada nas telas. Mais uma parceria Eudes & Bispo!


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Ronin


RONIN: EDIÇÃO ÐØØM™ ONOMATOPÉIA
Scans 2.0 by Eudes Honorato e Bispo


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Sinopse: Quando um samurai vê seu senhor ser morto por um demônio, dá-se o início de uma saga que se transformou em um clássico absoluto dos quadrinhos. Frank Miller vinha de sucessos cada vez mais empolgantes e estava no auge de sua carreira. Para sublinhar suas influências vindas do mangá e Moebius, ele resolveu contar uma história que misturava samurais caídos e ficção-científica.

Cobiçoso da espada pertencente ao mestre do ronin, Agat acaba preso com o mesmo, dentro dela. Os dois vão parar no futuro, e lá, um jovem sem pernas e sem braços, que tem poderes mentais e vive em um complexo empresarial, comandado por um computador chamado Virgo, acaba incorporando o antigo ronin e a velha disputa entre ele e o demônio Agat tem seu reinício. Mas, agora, o que está em jogo é muito mais que apenas uma rivalidade ancestral, é o próprio destino da Terra.

Os scans foram feitos a partir das três edições publicadas pela Opera Grafica, as únicas que eu tinha a disposição. Resolvi fazer o scan como se fosse um encadernado, sendo a capa do encadernado americano. Então, entre esperar conseguir uma versão da Editora Abril, que poderia não acontecer tão cedo, e não escanear estas, preferi fazê-lo. Com a ajuda do nosso amigo Bispo, foi possivel restaurar as edições a contento, e ele conseguiu ajustar alguns defeitos que as edições da Opera Graphica traziam.


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Cinder & Ashe


CINDER & ASHE INVESTIGAÇÃO: CASO STARGER
Scans 2.0 by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Gerry Conway nos deu grandes aventuras do Homem-Aranha e Jose Luiz Garcia Lopez definiu o visual de muitos personagens da DC. Juntos os dois nos deram duas obras-primas que figuram entre os clássicos dos quadrinhos: Esquadrão Atari e esta minissérie Cinder & Ashe.

Muito antes de 100 Balas, os dois autores nos deram uma HQ policial que tem ação, drama e suspense num grau nunca antes visto em um quadrinho da editora. Em 120 páginas eles nos trazem a biografia de cada um dos dois personagens durante uma investigação de um caso de desaparecimento que vai ganhando cada vez mais profundidade.

Contatados por Will Starger, este precisa que os dois encontrem sua filha desaparecida. Porém, logo em seguida Cinder e Ashe ficam sabendo que, por trás desse desaparecimento há um fantasma do passado, que veio direto do Vietnã, onde os heróis se conheceram. Cinder, uma menina órfã que roubava para sobreviver. Ashe, um soldado americano de bom coração, que tem sua própria história. Deste passado longínquo veio Lacey, o homem que apadrinhara Cinder quando era uma mera ladra de rua. Ela vira Lacey morrer. Ao menos era o que pensava.

Quanto mais chegam perto de encontrar a filha de Starger, mais Lacey se interpõe entre os dois e os motivos de tal sequestro. É uma corrida contra o tempo e contra um maníaco vingativo.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Homem-Aranha: A ùltima Caçada de Kraven


HOMEM-ARANHA: A ÚLTIMA CAÇADA DE KRAVEN - 03 ED.
Scans 2.0 por O Cara dos Formatinhos e Tratamento RA/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Kraven, o Caçador, sempre foi um dos inimigos mais perigosos do aracnídeo. Ele se torna mais ameaçador quando decide que, para brindar sua carreira com um fim estrondoso, precisará matar o Homem-Aranha e tomar o seu lugar. Nesta última caçada, ele se tornará caçador,a caça, mas não pretende se tornar uma presa. Além desta ameaça, temos ainda Ratus, um ser que vaga pelos esgotos e que também está atrás do Homem-Aranha.

Esta história, escrita por J. M. DeMatteis e ilustrada por Mike Zeck, vem se somar às muitas obras que tomaram um caminho mais obscuro, como Batman: Cavaleiro das Trevas e Watchmen. Não é uma HQ sobre mais um desafio que o Amigão da Vizinhança lida com seus poderes e piadinhas. Talvez por coincidência - ou não - ela ocorre quando ele está usando o uniforme negro, dando assim uma dimensão mais lúgubre a tudo.

Lançado inicialmente pela Editora Abril - esta edição aqui escaneada - foi depois republicada em forma de encadernado pela editora panini e há pouco tempo na Coleção Marvel Salvat, que ainda pode ser encontrada em lojas on line. É, por muitos, considerada a melhor história do Homem-Aranha. Foi-me enviada pelo leitor do blog que acabou ficando conhecido apenas como "O Cara dos Formatinhos" e eu apenas restaurei. Espero que gostem. Abaixo, minha edição que não precisarei extinguir!


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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Lobo Solitário: Volume 04


LOBO SOLITÁRIO - VOLUME
Scans by SabreWulf/Onomatopéia/Rapadura


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Sinopse: Um ronin era um samurai sem mestre. Em geral, a falta de laços se devia à morte do patrão ou porquê o guerreiro caiu em desgraça aos olhos do mesmo. Itto Ogami, o protagonista deste mangá, era um dos mais importantes homens a serviço do xogum, até que foi vítima de uma trama orquestrada pelo poderoso clã Yagyu, na tentativa de forçá-lo ao seppuku, ritual de suicídio por honra, praticado no período medieval japonês, castigo por algum fracasso ou traição.

Com uma decisão surpreendente para um homem sem sua posição, Itto Ogami recusa-se a cometer o seppukue decide começar uma vida na vergonha e na desonra, seguindo o caminho do Meifumadô, a trilha do inferno budista. Uma trilha que torna ele e seu fiulho eternos fugitivos. Para mantê-los, enquando busca vingança, Ogami torna-se o Lobo Solitário, assassino de aluguel.Porém, antes de aceitar qualquer encargo, sempre procura conhecer as motivações do contratante do homicídio e só aceita se as considera honrosas.

Perseguindo o rastro deixado pela trilha de irae ambição da família Yagyu, Ogami prossegue seu objetivo de vingar a extinção do seu clã. Entretando, agora o inimigo é um dos clãs mais poderoso do Japão, só ficando atrás da família Tokugawa, que controla o posto de xogum.

Nas páginas escritas por Kazuo Koike e desenhadas por Goseki Kojima revivemos, numa apurada descrição histórica e social a vida do Japão do século XVII.


Batman: Contos do Demônio


BATMAN: CONTOS DO DEMÔNIO
Scans Rapadura Açucarada/ÐØØM™ Scans/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Numa época em que Batman havia se tornado mais conhecido pelo seriado Batman, da década de 60, com Adam West, a DC começava a querer trazer de volta aquele morcego soturno e assustador, que era a forma original em que o Cavaleiro das Trevas foi criado. Para isso colocou Denny O'Neil nos argumentos e um ilustrador que vinha fazendo muito sucesso, Neal Adams. O'Neil sabia que, para estar a altura de um herói tão intimidante, ele precisava de um inimigo que fosse muito mais que uma simples aberração de circo de horrores. Alguém que fosse condizente com sua postura revigorada de combatente do crime. Foi aí que surgiu Ra's Al Ghul, o Cabeça de Demônio.

Muito distante da psicopatia de Coringa e Duas-Caras, Ra's era um inimigo intelectual. Na verdade, ele não odiava o encapuzado, o admirava como um inimigo competente e até mesmo o via como um possível genro, casado com sua filha sedutora, Talia que, com o decorrer do tempo, e da cronologia, mesmo pós-Crise, lhe faria um filho.

A edição traz essas primeiras aventuras (pré-Crise) entre os dois grandes personagens. Neal Adams não é o ilustrador de todas as histórias, divide essa tarefa com Dan Adkins e até mesmo com Michael Golden. A arte de Adkins se apequena diante da entrada repentina de Adams. A DC parece que recoloriu - aparentemente usando a pintura digital - e pode ter prejudicado um pouco a arte original. Mas, cá estão os primeiros embates entre Batman e Ra's Al Ghul em mais uma parceria entre ÐØØM™ e Rapadura Açucarada.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Invencível Homem de Ferro


O INVENCÍVEL HOMEM DE FERRO: A GUERRA DAS ARMADURAS
Uma Produção Rapadura Açucarada/ÐØØM™ Scans/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Tony Stark faz uma descoberta estarrecedora: a tecnologia da armadura que ele usa para combater o crime foi roubada e vendida a vários elementos, entre eles criminosos e agentes do governo. Ao saber que sua invenção pode ter causado mortes de pessoas inocentes, Stark toma uma decisão final, vai caçar e neutralizar toda e qualquer armadura que contenha os componentes criados por ele. Porém, a coisa não será tão simples assim.

Para conseguir destruir o que é seu, o Homem de Ferro vai entrar em conflito não apenas com supervilões, mas com o governo do seu e de outros países e até mesmo com amigos como o Capitão América e os Vingadores da Costa Oeste. Em sua guerra pessoal, acabará sendo considerado um criminoso, como aqueles contra quem ele tanto luta.

Esta saga escrita por David Michelinie faz parte dos clássicos do gladiador dourado, e foi desenhdo por Mark D. Bright, com a ajuda de Bob Layton. E, para fechar com chave de ouro, o epílogo é desenhado por ninguém menos que Barry Windsor-Smith.

Para a empreitada que foram estes scans, contei com a ajuda de A. Bispo dono do ÐØØM™ Scans, fazendo a outra metade do trabalho que é "remasterizar" as páginas, deixando-as perfeitas para se ler no computador e/ou tablet, me deixando livre para fazer mais scans.


TUTORIAL: COMO ESCANEAR UMA HQ MÉTODO ULTIMATE RAPADURA

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A vítima inocente

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Ainda sem saber de nada

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De repente, o maníaco ataca!

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Estraçalha com requintes de crueldade

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Enterra o corpo

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Que volta como Scanparzinho, o Digitalizadinho Camarada! FIM


segunda-feira, 21 de julho de 2014

The Walking Dead: Volume 03


THE WALKING DEAD: OS MORTOS-VIVOS - VOL. 03
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: O grupo de Rick finalmente encontra um pouso. A penitenciária parece ser o lugar perfeito. Claro, sendo o que é, ela só poderia ter alguns moradores restantes. Quatro deles, para ser mais exato. Depois das apresentações formais, e de descobrirem que são prisioneiros, Rick acomoda seu grupo no lugar. Porém, além de ter de limpar o lugar dos inúmeros zumbis, parece que há monstros a soltas que não estão mortos-vivos.

Assassinatos a sangue frio alarmam todos. Sem saber quem é, só resta a suspeita, o que faz com que Rick precise tomar medidas drásticas, como prender um dos antigos moradores do lugar. Afinal, era o único a cumprir pena por assassinato. Mas, será que é tão simples assim?


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fantasmópolis


GRAPHIC NOVEL: FANTASMÓPOLIS - DOUG TENNAPEL
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: A HQ Fantasmópolis foi lançada aqui em 2011. Cheguei até ela por mero acidente, quando ela estava perdida entre outras HQs, na livraria em que eu estava. O que me chamou a atenção nela foram duas coisas: o fato de ser publicada pela Editora Ática - aquela da coleção vaga-Lume - e o traço de desenho animado do autor. Na contra capa, junto a sinopse, dizia que ele era o criador do personagem de videogame Earthworm Jim, que nunca joguei, mas conhecia-o de vista.

A capa e o título não eram nada retumbantes, e se eu não tivesse folheado rapidamente, talvez meu interesse tivesse sido zero. Mas, resolvi arriscar e levar a HQ sobre o menino Garth, que tem uma doença incurável e está com seus dias contatos. Sua mãe está terrivelmente preocupada, ao passeo que ele mesmo parece estar conformado com seu trágico destino. Mas, as coisas sempre podem piorar, não é mesmo?



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Frank Gallows é um caçador de fantasmas que trabalha para uma agência especialista em mandar assombrações fugitivas de volta para o Mundo do Além. Gallows está em uma de suas missões, tentando capturar um cavalo fantasmagórico e esquelético, quando um acidente faz com que ele envie tanto o cavalo, quanto Garth para o outro mundo. O único detalhe é que Garth não era fantasma, pelo menos não ainda.

Gallows se vê em apuros, pois seu chefe não o quer na equipe de resgate e ele vai pedir ajuda a uma ex-namorada, Claire. O detalhe aqui é que Claire é uma fantasma que se exilou em nosso mundo. E, claro, detesta Gallows por ter dado o fora nela. Mas, apenas Claire tem um veículo secundário que pode fazer com que os dois possam trazer Garth de volta ao mundo dos vivos.




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Enquanto isso, um Garth apavorado está em um lugar que ele não conhece, acompanhado de um cavalo-esqueleto. Para completar, um garoto mais ou menos de sua idade aparece e diz ser seu avô. É aqui que começa a saga de Garth para voltar para casa. No entanto, descobrirá que tem poderes no Mundo do Além, que faz com que o governante ditatorial daquele lugar queira acabar com sua existência. Para sobreviver e voltar para casa, Garth tem que aprender a usar seus novos poderes sobrenaturais.

Doug Tennapel faz de Fantasmópolis uma animação em longa metragem em quadrinhos. Com um traço ágil, seus personagens parecem estar em constante movimento. Tudo isso faz com que terminemos Fantasmópolis com aquele gostinho de quero mais, se não do mesmo, ao menos de outros trabalhos de Tennapel.


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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Fábulas - Volume 04


FÁBULAS: VOLUME 04
Scans by RA/OD


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Sinopse: A Marcha dos Soldados de Madeira traz guerra! Antes, porém, somo levados até o último castelo, a última batalha da qual saíram os exilados qua ainda estavam presos nas Terras Natais. Uma batalha sangrenta da qual participa o pacato Garoto Azul. Lá, ele conhece Chapeuzinho Vermelho por quem se apaixona, mas estamos em uma guerra e estas costumam ser locais de muita tragédia, para todos. Depois desta aventura em flashback, retornamos ao presente, onde uma outra batalha está prestes a ter início.

Homens de madeira circulam pela cidade e até mesmo João das Fábulas tropeça com eles. Bigby Lobo quer saber por onde estão entrando fábulas, e vai atrás do portal que suspeita estar aberto. Enquanto isso, na cidade das fábulas, a preparação para a grande batalha continua. Mesmo grávida, Branca de neve não deixa de ajudar e os animais da fazenda, liderados por Rosa vermelha vêm para seja lá qual for o seu destino. Entretanto, uma contenda pessoal está para acontecer, nos bastidores. São as fábulas enfretando problemas reais.

Por coincidência a edição foi relançada nas bancas esta semana. Se não a tem, e prefere o papel ao scan, corra até o jornaleiro.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Filósofos em Ação


FILÓSOFOS EM AÇÃO - VAN LENTE E DUNLAVEY
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Sinopse: Os quadrinhos podem falar de praticamente tudo. Esse meio visual e acessível faz com que praticamente qualquer assunto possa ser interessante, claro, dependendo também de quem está no comando. Quadrinhos didáticos, que apenas relatam um assunto com imagens estáticas, sem emoção alguma, tiram qualquer interesse. Um exemplo são quadrinhos contando eventos históricos do Brasil ou sobre personalidades do mesmo. Muitos podem ser bem maçantes, já outtros, como do autor Spacca, podem criar verdadeiro gosto pelo assunto em questão, haja visto seu Santô e os Pais da Aviação, que detalha a vida de Santos Dumont.

Outro assunto que poderia ficar chato em mãos erradas é Filosofia, ou mais exatamente, os filósofos. Se didático demais e com arte dura, seria apenas mais um compêndio entre tantos do mesmo assunto. Nas mãos de Fred van Lente e Ryan Dunlavey ganham vida. Nove personalidades que se destacam na área da filosofia são abordadas de forma muito bem humorada, e adequado para uma história em quadrinhos.

Os dois permeiam a HQ de referências pop culturais, enquanto nos levam a conhecer tais pessoas extraordinárias e que, de um modo ou de outro, mudaram o modo de pensar das pessoas, acrescentando o que sabiam ao consciente coletivo.

A HQ foi uma doação, à qual agradeço, pois confesso que ficava com um pé atrás quanto a ela. Porém, depois de ler, vi que estava perdendo uma boa chance de aprender e de me divertir. A mesma chance que passo a vocês, agora.