domingo, 30 de agosto de 2015

Bom de Briga

BOM DE BRIGA – PAUL POPE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

Bom de Briga_20150720_0001
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Abaixo, a resenha do site Geek Cult, sobre esta HQ, escrita por um dos melhores escritores deste século:

“O que acontece quando um garoto de 12 anos é obrigado a se tornar o herói de toda uma cidade como rito de passagem? Bom, ele terá de enfrentar monstros terríveis e, além de tudo, tomar o lugar do maior herói que aquela cidade já conheceu, Haggard West.

Paul Pope é pouco conhecido aqui no Brasil. A publicação mais conhecida dele por aqui foi Batman 100 anos, onde ele roteiriza e ilustra uma realidade alternativa onde o Cavaleiro das Trevas ainda existe 100 anos no futuro. Nada de um pupilo de Bruce Wayne com armas tecnológicas. Ainda é a mesma Gotham City decadente e um homem morcego que se recusa a morrer. É bom, procurem nos sebos.

Pope é um artista autoral e Bom de Briga (Battling Boy) é mais um de seus trabalhos totalmente produzido por ele. A cidade de Arcópolis perde seu maior herói, Haggard West. Assolada por terríveis criaturas que habitam as sombras e raptam crianças, a cidade agora está sem seu maior defensor. A filha de Haggard, que era também sua ajudante, Aurora,  lamenta a perda do pai. Para piorar, além das sombrias criaturas que mataram Haggard, há também monstros gigantescos que aparecem na cidade com um único intento: destruí-la. Ninguém sabe de onde eles vêm.

Enquanto isso, muito acima de todos aqueles problemas, semideuses estão entretidos com seus próprios problemas, entre eles, o fato de que Bom de Briga (é o único nome que se usa para ele, esse e “garoto”) completou 12 anos e chegou ao momento da virada, da incursão, como seu pai assim chama. Bom de Briga precisa se tornar um herói. É o seu rito de passagem.

Ele é enviado à cidade de Arcópolis, onde, sozinho, deverá enfrentar todos os monstros que ali habitam. Para isso, levou alguns acessórios, o mais importante sendo 12 camisetas, cada uma contendo um animal como estampa, um totem, que ao serem vestidas, concede a Bom de Briga poderes especiais.

A chegada de Bom de Briga alvoroça a cidade, que volta a ter esperança. Já, Aurora, fica apenas desconfiada. Afinal, quem ousa querer tomar o lugar de seu glorioso pai? Bom de Briga, claro.

Bom de Briga foi publicado pela Companhia das Letras, e nas suas 200 páginas, traz uma aventura dinâmica, quase em ritmo de desenho animado. Pope cria um personagem com o qual nos familiarizamos e solidarizamos rapidamente. Afinal,  quem nunca se sentiu pequeno demais diante de uma tarefa difícil?

Talvez o único defeito de Bom de Briga seja justamente ser tão bom, que devoramos logo. O fim deixa claro que teremos mais, e precisa ter, só não sabemos quando.  Para saber se havia mais do personagem, pesquisei o autor e, pelo que entendi, Bom de Briga se desdobra em aventuras de Aurora West, com o que parecem ser spin-offs (edições derivadas). Já sobre a continuação propriamente dita deste volume  em questão, não parece que foi produzido ainda.  Ficamos na espera de mais ou vai ter briga.”

Bom de Briga_20150720_0090_0091


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Darkseid vs. Galactus

DARKSEID VS GALACTUS: O DEVORADOR
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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GALACTUS: Devorador de mundos. Destruidor de civilizações. A mais temível força do universo.

DARKSEID: A Incorporação do Mal. Lorde Sombrio do infernal mundo de Apokolips. O mais temido soberano da Galáxia.

Após vagar pelas estrelas por incontáveis milênios, a fome insaciável de Galactus finalmente o levou a Apokolips, lar do império de Darkseid. Para sobreviver, Galactus tem que drenar a energia de Apokolips, eliminando, como consequência, todos os seres vivos do planeta. Em seu caminho está Darkseid, que vai se valer de tudo para proteger seus domínios.

Mas nem Galactus nem Darkseid lutam sozinhos. Ao lado de Darkseid estão suas hordas de de cães de guerra e parademônios, bem como seu filho Órion, de Nova Gênese, o campeão da astroforça. Contra os defensores de Apokolips está o arauto de Galactus, o Surfista Prateado, detentor do poder cósmico, guiado por impulsos além da compreensão.
Quando uma força irresistível encontra um objeto inamovível, quem triunfa? 

domingo, 2 de agosto de 2015

Superman: Red Son

SUPERMAN: RED SON - MARK MILLAR & DAVE JOHNSON
(A.K.A. Superman: Entre a Foice e o Martelo) 

Uma Superprodução Zone Empire, H.O.R.D.A. e Gibiscuits

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Sim, pode acreditar, é ele mesmo que está de volta, Superman: Red Son, publicado aqui em 2004 como Superman: Entre a Foice e o Martelo, em scans 2.0. Na verdade, muito mais do que isso, já que considero scans 2.0 quando refaço a mesma edição que, no caso aqui, teria de ser a publicada aqui em três edições e que comprei, li e digitalizei há mais de 10 anos atrás. Aqui o nível é outro: os scans do grupo estrangeiro Zone Empire são de uma nova edição encadernada com introdução de Tom DeSanto e um "caderno" de esboços como extra.

Confesso que não tenho mais tempo, nem paciência para letreirar scans em inglês. Se tiver que traduzir então, nem cogito. Mas, algumas HQs são especiais demais para mim. São daquelas que não posso deixar de ter aqui e, por isso, tenho refeito tantas, pois não consigo aceitar que estejam disponíveis em scans feitos na Idade da Pedra do RA, também conhecida como Era de Ouro. Superman: Red Son é uma dessas.

Sempre quis refazê-la, mas ela não é republicada desde 2006. E, sim, poderia conseguir aquelas edições no Mercado Livre ou no Estante Virtual. Porém, o papel em que foi impressa é desanimador. Foi desanimador quando digitalizei a primeira vez e seria desanimador para uma segunda versão. Mesmo o encadernado que saiu em 2006, era com o mesmo papel, se não me engano. Daí que, de vez em quando, eu buscava pelos torrents da vida scans em inglês. Nunca encontrava nada que valesse a pena letreirar. Até que um dia...

Eu já procurava sem grandes esperanças e, foi então que me deparei com a edição acima, digitalizada pelo grupo Zone Empire. Uma nova edição com a qualidade dos scans de hoje em dia. Eu quase surtei. Mas, logo vi que tinha uma introdução e alguns extras. Além do fato, é claro, de serem 165 páginas de trabalho. Suspirei fundo e pensei: não vai rolar.

O problema todo era meu perfeccionismo. Para os balões era simples, era só transcrever tudo que estava nos scans antigos. Não precisaria de um tradutor. Mas, havia a introdução e os extras, que eu precisava que fossem traduzidos, e mais, que fossem diagramados, pois estava meio que fora da minha alçada photoshópica. O projeto parecia fadado a não acontecer. Mas, não joguei os scans fora.

Por uma dessas sortes, eu postei o scan Uma História de Violência, do Gibiscuits. O camarada que o fez (Skaetos) gostou de eu ter publicado e me adicionou ao Facebook. Falamos rapidamente sobre esse trabalho que fazemos, mas apenas isso. Mas, fiquei com uma pergunta na cabeça: e se eu o chamasse para ajudar com Superman: Red Son? Depois de semanas, eu criei coragem e pedi ajuda.

Por que coragem? Bom, primeiro que, desde os primórdios do RA, eu detesto pedir alguma coisa. É sério. Mas, sempre que era algo importante, eu acabava pedindo, senão não teríamos esse blog hoje em dia. Segundo, que o Gibiscuits trabalha com HQs bem mais diferenciadas. Mas, arrisquei assim mesmo. Ele aceitou! E, logo começamos os trabalhos de limpeza (apagar balões) do scan original. Quando notou que algumas coisas seriam difíceis até pra ele, entrou em cena Johnny Who, mais um gibiscuitiano. Estava completa a equipe.

E hoje (04 de Julho) terminei! Skaetos e Jonny Who fizeram a parte de diagramação que eu não conseguiria. Eu fiz a transcrição do texto dos balões das quase 150 páginas e, sim, estou vivo. No fim, sempre vale a pena. Tentei não deixar passar muitos erros de digitação, mas é impossível não tê-los. Esta é, provavelmente, a primeira parceria em algo tão extenso com outro grupo de scans. Agradeço muito ao Skaetos e ao Johnny Who. Sem os dois, eu realmente não teria concluído o projeto.

Ah, sim, e a HQ? Para quem não sabe ainda, é sobre um universo alternativo em que Superman cai na Ucrânia, e acaba sendo criado pelos russos. Cresce e se torna o braço direito de Stalin. Quase um filho. Nos EUA, um Lex Luthor casado com Lois Lane, só pensa em derrotar o Homem de Aço comunista e, para isso, irá até as últimas consequências.

PLOFT! (sou eu caindo) zzzzzzzzzzZZZZZZZZ

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Graphic Novel #01: X-Men

GRAPHIC NOVEL #01 - X-MEN: O CONFLITO DE UMA RAÇA
Digitaliazão e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Quando as Graphic Novels começaram a ser lançadas eu era apenas um adolescente ainda. Estava acostumado com as HQs de super-heróis em formatinho e tinha visto pouca coisa diferente disso em minha curta vida de nerd. Quando a Editora Abril lançou aquelas revistas em um formato muito maior e com histórias mais contundentes, eu me senti como alguém bem mais velho do que eu era, mais maduro. Os quadrinhos agora eram coisa de "gente grande". E ainda tinha aquela nomenclatura chique: "graphic novel" que, mais tarde, descobri ter sido cunhada por Will Eisner.

Nos seus 29 números, a Editora Abril procurou colocar o que havia de melhor, não só em quadrinhos de super-heróis, mas de todos os tipos, indo até mesmo para os quadrinhos europeus, que foram cada vez mais publicados quando a série estava chegando perto de terminar. Algumas edições que se tornaram clássicos instantâneos, além dessa que está aqui sendo postada, foram A Morte do Capitâo Marvel, Batman: A Piada Mortal, O Edifício de Will Eisner, e outras tantas.

X-Men: O Conflito de uma Raça é algo incrível, uma HQ sempre atual, com seu tema de racismo e extremismo religioso. O Reverendo William Stryker lidera uma equipe de vigilantes que estão determinados a eliminar os mutantes, a quem consideram inferiores aos humanos. Stryker considera isso uma missão dada pelo próprio Deus. Seu alvo máximo são os X-Men, e a captura destes começa com o Professor Xavier, Cíclope e Tempestade. Agora o restante da equipe precisa salvá-los antes que o pior aconteça.

Neal Adams foi primeiramente cogitado para ilustrar os argumentos de Chris Claremont. Como não pôde, Brent Anderson (que mais tarde desenharia Astro City) foi o escolhido para substítuí-lo. A graphic novel tem uma mensagem poderosa, mesmo que pareça piegas, às vezes. Claremont não pega leve, principalmente quando abre a história com o assassinato de duas crianças mutantes que, talvez pra deixar claro que é um libelo contra o racismo, são negras.

Abaixo temos outras graphics das quais eu já havia feito versões 2.0, mas sem seguir uma cronologia, que agora pretendo manter, refazendo as que faltam. Temos aqui Demolidor: Amor e Guerra, A Morte do Capitão Marvel, Homem-Aranha: Marandi e Batman: A Piada Mortal.

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The Walking Dead - Vol, 06

THE WALKING DEAD: OS MORTOS-VIVOS - VOL. 06
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Conheci The Walking Dead aqui mesmo, no RA. Alguém - não lembro quem - enviou o primeiro número traduzido para ser postado no blog. Logo de cara deu pra perceber que era uma HQ que se tornaria um clássico. Mais ainda, se tornaria uma série. Antes de ser publicada no Brasil, o acesso a ela só era possível através dos grupos de tradução que prosseguiram com o trabalho. Li alguns números, mas não segui em frente. Quando começaram a sair os encadernados, comecei a comprar.

Antes, porém, de iniciar a leitura da HQ propriamente dita, acompanhei a série por um bom tempo. Quando digo bom tempo, quero dizer duas temporadas. O pouco que li dos quadrinhos deu para perceber que a série não seguia fielmente a HQ. Isso não me incomodou no começo. Os roteiros eram bons, os personagens acrescentados também. Mas, com o passar do tempo, personagens se tornaram irritantes ao extremo e a série perdeu o ritmo, com muitos episódios irregulares. Abandonei e um tempo depois comecei a ler os quadrinhos que eu já havia comprado e acumulado. Uns seis encadernados. Como era de se esperar, muito superior a série em live action, por várias razões, entre elas, o fato de o quadrinho poder mostrar coisas que a série não pode.

Entre essas coisas, está o que acontece na primeira história deste volume: Rick, Glen e Michone estão para escapar de Woodbury e Michone resolve ficar mais um pouco. O motivo é claro, se vingar do Governador por tudo que sofreu no volume anterior. Acho que nem se a série de TV fosse produzida pela HBO, o que acontece ali, seria mostrado em todo seu esplendor.

No mais, os três voltam para a prisão, onde as coisas estão um pouco complicadas depois da saída deles. Mas, Rick está pronto para proteger os seus, custe o que custar.

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sábado, 25 de julho de 2015

Scans Que Eu Li: Deus Odeia Astronautas Vol. 01

DEUS ODEIA ASTRONAUTAS; VOL. 01 - RYAN BROWNE
Uma Superproduçâo
Gibiscuits


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De vez em quando postarei scans aqui que leio e gosto, ou que gosto e leio. Em geral serão edições fechadas ou minisséries. Ou, como no caso aqui, um encadernado. Ler séries em andamento, ou mesmo séries terminadas, que tenha muitos números, tomaria tempo demais, e postar sem lê-las tiraria o objetivo da seção, e a pessoa pode baixá-las no blog/site em que são produzidas.

Creio que postar uma ou outra serve também para que essas preciosidades não fiquem perdidas nos arquivos. A primeira dessa inciativa foi Uma História de Violência, que está postada lá para trás. Também do Gibiscuits, que tem se mostrado ótimo em termos de HQs fechadas, como Graphic Novels ou Edições Especiais, mas que é abarrotada de séries em andamento, também.

Deus Odeia os Astronautas pode ser descrita mas ou menos como algo que um dos moleques de South Park, já crescido, escreveria e o Lobo (o Czarniano) editaria. Sim, é a porra de uma loucura só. O grupo de "super-heróis" chamado As Cinco Pessoas Poderosas precisa enfentar o vilão John L. Sullivan, um pugilista mundialmente famoso, que agora é líder de um bando de ursos. Falar muito mais que isso tiraria o impacto do que o aguarda nestas páginas. Mas, envolve cabeças gigantes, homens sem testículos, corujas mafiosas, rinocerontes cientistas, garçonetes poderosas, policiais com braços de gorila, gatos advogados de jet pack, Reed Spacers, cabeças de vacas fantasmas e tigres comendo cheesburguers, entre tantas outras coisas.

Mas, por que Deus odeia astronautas? Quem se importa, com tanta coisa acontecendo? Tradução e adaptação por Skaetos, diagramação por Carfrangs.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Homem-Aranha Azul

HOMEM-ARANHA: AZUL - JEPH LOEB & TIM SALE
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Jeph Loeb e Tim Sale são uma espécie de dupla dinâmica dos quadrinhos. Quando estão juntos, tudo flui perfeitamente. É só ver Superman: Quatro Estações, Batman: O Longo Dia das Bruxas e muitas outras parcerias, incluindo mais duas cores nesta trilogia, Demolidor: Amarelo e Hulk: Cinza. Teríamos um Capitão América: Branco, mas ficou só na vontade.

Homem-Aranha: Azul foi publicada originalmente em seis edições (aqui no Brasil em três) e aborda o momento em que Peter Parker e Gwen Stacy se conheceram e se apaixonaram. Nas palavras de Jeph Loeb, "não é o Ano Um do Homem-Aranha, seria mais como o Ano Três".

Esta fase foi desenhada pelo famoso John Romita, Sr., e Tim Sale, claro, não tentou imitá-lo. É o mesmo Sale que conhecemos, desenhando uma fase clássica do cabeça de teia. Tanto ele, como Loeb recontaram esta bela história sem tentar atualizar, fazendo se passar em uma época mais p´roxima. Não, tudo acontece, naquele tempo mesmo, um tempo mais inocente, mas que logo, logo seria chacoalhado e a perderia. Mas, não é disso que trata Homem-Aranha: Azul.

John Romita, Sr. havia desenhado muitas histórias em quadrinhos, para a Marvel mesmo, na época das vacas magras, de amor. Quadrinhos que tinham como o público feminino como alvo. Talvez, por estar tão bem enrtrosado com o assunto, que essa fase tenha sido tão romântica para nosso querido azarado, que via sua maré mudar de vez. Afinal, não apenas Gwen Stacy aparecia em sua vida, como a própria arrasa-quarteirão, Mary Jane.
Mudanças significativas se davam nesta época: Peter tentava morar sozinho, sua identidade havia sido descoberta pelo Duende Verde, e sua vida amorosa começava a dar certo. E, claro, os vilões estavam lá para atrapalhá-la. Nesta edição ele enfrenta praticamente todos os de sua lista, que parecem ser orquestraqdos por uma força superior, nas sombras.

Apesar de todas as batalhas, foi a época mais azul na vida de nosso querido amigo da vizinhança.

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terça-feira, 21 de julho de 2015

Happy


HAPPY - GRANT MORRISON & DARICK ROBERTSON
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Nick Sax já foi um bem sucedido policial. Até que as atrocidades que via no dia a dia acabaram com seu casamento e com sua vida. Acabou se tornando um matador de aluguel que vive bêbado e com pena de si mesmo. Quando está em um trabalho para o qual foi contratado, algo sai errado e ele acaba matando alguém que sabia uma senha muito importante. Senha que é passada para ele e pela qual agora é perseguido pela mesma pessoa que o contratou.

Indo parar no hospital, Sax pensa estar tendo alucinações quando um cavalo alado, com um chifre na testa e azul, vem ao seu encontro pedindo ajuda. Certo de que é apenas efeito da bebida, das drogas ou das medicações, ele tenta ignorá-lo. Porém, isso parece ser uma tarefa impossível. Happy deixa claro que não é uma alucinação. Segundo ele mesmo, está uns níveis acima disso. Happy é o amigo imaginário de uma menina que foi raptada, juntamente com outras e agora precisa da ajuda de qualquer pessoa, mesmo que seja Nick Sax.

Apesar das súplicas de Happy Sax quer apenas seguir seu caminho, e deixar tudo para trás, inclusive a incômoda alucinação azul. Mas, Happy não pretende desistir tão fácil. Grant Morrison cria uma fábula violenta, que daria um belo filme de ação estrelado por Jason Statham ou Liam Neeson. E ainda seria original, com o personagem Happy, desenhado a moda antiga, e não em CGI, revoando ao redor do protagonista, enquanto este extermina seus inimigos.

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domingo, 19 de julho de 2015

Lost Girls Completo


LOST GIRLS - ALAN MOORE E MELINDA GEBBIE (COMPLETO)
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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E completamos a saga pornográfica (não, não é erótica apenas) de Alan Moore e Melinda Gebbie, que levou 16 anos para ficar pronta, e 2 anos para ser digitalizada. A incursão de Moore no gênero dos quadrinhos pornográficos não poderia ser algo simples, vindo do grande mago. Junto à sua esposa, Melinda, esmiuçaram três contos de fadas, e os recontaram como se fossem o que ás vezes parecem ser, histórias pervertidas. Afinal, quer País das Maravilhas melhor do que o sexo? Ou uma garota andando por aí com três homens problemáticos denotaria o quê? E Peter Pan, que alude ao deus pã, que sempre estava junto às ninfas, não foi ele atrás de outra em Wendy?

Mas, a desconstrução de Moore vai bem além disso. Alice, Wendy e Dorothy, já adultas, se encontram em um hotel em algum lugar remoto da Europa, pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Cada uma vivendo seu momento, bem distante dos tempos em que aconteceram as coisas que as moldaram. Alice, uma senhora lésbica, logo se entrosa com as outras duas, bissexuais, Dorothy assumida, Wendy retraída, vivendo um casamento de aparências. Não demora muito para que, como em todo bom conto pornográfico, elas logo estejam se conhecendo melhor.

Mas, muito mais do que estarem fazendo sexo juntas, elas começam a se conhecerem ou a se redescobrirem quando contam suas histórias umas para as outras. Histórias essas repletas de experiências sexuais em lugares estranhos e com pessoas inusitadas. Alice viveu um sonho e pesadelo lésbico, onde foi introduzida à alta sociedade e viveu intensamente cada momento. Dorothy relata seus dias de descoberta sexual, na fazenda, onde encontrou-se com os mais estranhos homens, com suas inseguranças ou vaidade extrema. Já Wendy teve suas experiências com um estranho garoto de rua e sua amiga com jeito de fada, que eram peseguidos por um homem com a mão deformada em forma de gancho.

Os três volumes esmiuçam cada aspecto da vivência de cada uma delas. Além disso, elas ainda estão neste hotel, com atmosfera sexual impregnada em cada canto, e que tem em cada quarto um livro com histórias ainda mais chocantes que às suas próprias. Em meio a toda essa voluptuosidade, a guerra se aproxima.

Para terminar, um trecho retirado do volume 3:

"Pornografia são os parques encantados onde as mais secretas e vulneráveis de todas as nossas muitas personalidades podem brincar em segurança. Elas são os palácios que todas as políticas e exércitos nunca podem espoliar, nem reduzir a escombros. Elas são os nossos jardins secretos, onde trilhas sedutoras de palavras e fantasia nos conduzem ao portal ofuscante e úmido do nosso prazer, além do qual coisas só podem ser expressas em uma linguagem que está além da literatura... ... além de todas sas palavras."

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aventura e Ficção #06


AVENTURA E FICÇÃO #06 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Nesta edição de Aventura e Ficção temos os convidados especiais Thor Viúva Negra. Thor enfrenta o Mar do Destino, em aventura escrita por Alan Zelenetz e deenhada pelo inigualável John Bolton. Já a Viúva Negra interage com personagens com cara de estrelas de Hollywood em Balé Russo, escrita por Ralph Macchio (que não é o Karate Kid) e desenhada por ninguém menos que Paul Gulacy. Além disso, ainda temos dois contos: o violento Um Jogo de Gato e Rato, de John Arcude e Vincent Waller e O Profeta de Mark Gruenwald e Val Mayerik.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

American Flagg #01 a #06


AMERICAN FLAGG #01 a #06
Digit. e Rest. by HORDA Comics, uma Sub. RA


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Juntamente com o Graphic Album #03: American Flagg, que é o começo das aventuras de Reuben Flagg, estas seis edições são tudo que temos lançado aqui no país, até hoje. Flagg continua sua batalha contra tudo que tenta destruir o que restou dos EUA.

Após um colapso em 1996, os EUA deixou de ser uma superpotência. Para tentar se manter coeso, criou os Plex Mall, shopping Center que se tornaram o centro da sua economia, gerando não apenas empregos, mas, até mesmo a segurança do país fragmentado. Nestes shoppings existem seguranças, conhecidos como Plexus Rangers, e Reuben Flagg se tornou um deles, depois de ser demitido de sua carreira de ator pornô.

Entre as muitas ameaças, Reuben tem de lidar com gans que atacam o shopping enm horários pré-determinados. Logo ele descobre que os ataques se devem a mensagens subliminares no programa de TV favorito de todos, Bob Violence. Junto com Mandy, filha de seu chefe, ele precisa descobrir de onde essas mensagens estão vindo, e uma de suas suspeitas é,de que seja de Brasília, no Brasil. Raul, um gato falante, se torna o seu braço direito.

Nestas seis edições temos dois arcos, Rumo ao Sul e A Nevasca de 32. No último número temos uma surpresa que nos deixa curiosos sobre o que aconteceria a seguir. Porém, a série foi descontinuada pela Editora Abril. As últimas notícias eram de que a Mythos lançaria material do personagem, que agora pertence à Dynamite. Mas, até o momento, nada.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

The Walking Dead #05

THE WALKING DEAD: OS MORTOS VIVOS - VOLUME 05 
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Sinopse: Rick, Glenn e Michone same da prisão em busca de um helicóptero que caiu nas cercanias. Deixam a segurança de seu lar, para se aventurar em busca de, quem sabe, respostas. Quando chegam onde o veículo caiu, percebem que, quem quer que estivesse nele, fora levado, e não parece que foi pelos zumbis. Seguindo as pistas vão parar na cidade de Woodbury... e vão se arrepender amargamente disso.

A cidade é dominada por um homem que se denomina o Governador. Quando percebem que entraram em uma furada, é tarde demais. São capturados e o governador começa a fazer planos para os três, sendo que para Michoinne, o pesadelo é bem pior.

Enquanto isso, na prisão Tyreese e os remanescentes continuam a esperar por Rick e os outros, sem saber de nada o que acontece por lá. Carol, ainda abalada pelos últimos acontecimentos parece estar psicologicamente confusa. Fora isso, só resta esperar os amigos voltarem, se voltarem.

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domingo, 12 de julho de 2015

Aventura e Ficção #05

AVENTURA E FICÇÃO #05 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Um cavaleiro chamado Beliar é encontrado ferido nos arredores de Camelot. Levado para o castelo, o Rei Arthur procura saber mais sobre o jovem e como ele acabou parando ali e, além de tudo, tão ferido. Após contar sua hitsória, Beliar acaba por cair nas graças não só de Arthur, mas de toda Camelot, com exceção de Merlin, que tem desconfianças quanto ao homem que parece ter surgido do nada. Entre festejos e combates, Beliar se torna cada vez mais confiante. Mas, tudo pode não ser como todos pensam. 

Um conto de Camelot, escrito por Doug Moench, ilustrado por John Buscema e arte-finalizado por Tom Palmer.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O Paraíso de Zahra

O PARAÍSO DE ZAHRA
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TEXTO DA INTRODUÇÃO:

"Então, um escritor persa, um desenhista árave e um editor judeu entram em uma sala...

Isso parece o começo de uma piada ruim. Mas, na verdade, é o começo de uma aventura editorial inusitada. A primeira deste tipo. Aqui está, para o prazer de sua leitura, uma série de HQ lançada on-line em inglês, persa, árabe, francês, italiano, espanhol, holandês e português, além de outras línguas que as estas se juntaram mais à frente. A Firts Second Book orgulhosamente apresenta O Paraíso de Zahra, de autoria de Amil e Khalil, lançada em conjunto com a Casterman na França e Holanda, Rizzoli Lizard na Itália e Norma Editorial na Espanha.

Situada no período subsequente às eleições fraudulentas no Irã, em 2009, O Paraíso de Zahra é a história ficcional da busca por Mehdi, um jovem que protestava e desapareceu nos gulags da República Islâmica. Ele sumiu em uma zona de penumbra extrajudicial, onde os habeas corpus são suspensos. O que impede que sua memória seja esquecida não é a lei. É a coragem e determinação de uma mãe que se recusa a entregar seu filho ao próprio destino, e também à tenacidade de um irmão, um blogueiro, que combina cultura e tecnologia para explorar e explodir o vazio, o vácuo onde Mehdi desapareceu.

O Paraíso de Zahra tece uma composição de pessoas reais e eventos. Enquanto o mundo testemunha o que não pode mais ser escondido, através de vídeos no Youtube, Twitter e Blogues, esta história também tinha de existir e ser contada.

Amir, o autor, é um iraniano-americano defensor dos direitos humanos, jornalista e diretor de documentários que já morou nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Afeganistão. Seus ensaios e artigos têm aparecido, e bastante, na grande imprensa.

O trabalho artístico de Khalil tem sido muito elogiado. Ele esculpe, cria cerâmicas e desenha desde bem jovem. O Paraíso de Zahra é sua primeira graphic novel.

Amir e Khalil sonham há muito tempo com projetos conjuntos, mas O Paraíso de Zahra mostra todo o potencial deles, como se estivessem se prepaando a vida toda para isso e, com ela, respondem ao chamado de sua era. Os autores preferiram se manter anônimos por razões óbvias."

sábado, 4 de julho de 2015

Akira #05 e #06

AKIRA 2.0 #05 e 06 de 38
Digitalização e Restauração by HORDA Comics


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Kaneda descobre que Tetsuo está liderando a Gangue dos Palhaços. Também fica sabendo que ele anda matando pessoas apenas com o pensamento. Tudo isso faz com que Kaneda e sua gangue decidam que precisam enfrentar tanto Tetsuo, quanto sua nova gangue. Porém, atrás de todos eles está o todo-poderoso General, que anseia por capturar Tetsuo e levá-lo para as instalações apropriadas para continuar estudando-o.

Mas, antes que o General cionsiga seus intentos, a guerra entre as gangues explode. Amigo enfrentando amigo, em uma batalha acirrada. Enquanto isso, Kay tenta não ficar fora de tudo que está acontecendo. E assim, temos mais duas edições da obra prima de Katsuhiro Otomo.

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sandman - Volume 03

SANDMAN: EDIÇÃO DEFINITIVA VOLUME 03 
Digitalização e Ajustes por HORDA Comics

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Sinopse: Confesso que fazer as edições definitivas de Sandman são uma odisséia em si mesmo. Esta, por exemplo, com suas 618 páginas, levou esse tempo todo, Não que eu me importe em demorar. Afinal isso é um efeito colateral do gfato de ter me aprimorado mais, o que faz com que um perfeccionimso latente faça com que leve mais tempo. Já que se vai fazer, que se faça o melhor possível. Mas, fatores extermos fazem com que a demora pareça muito maior, como por exemplo, ficar doente durante esse tempo.

Lembo como no começo, lá no início de 2003, se colocava uma HQ por dia, ou mais. Mas, claro, o modo como era feito naquela época, era totalmente diferente. A HQ mais volumosa tinha 68 páginas e encadernados quase não eram feitos. E, nem tínhamos encadernados como este, circulando por aí.

Uma série de fatores faziam com que tudo fosse diferente de hoje: a digitaliazção era feita às pressas, assim como a limpeza, que quase nada limpava. Mas, devido ao fator "velocidade da internet", tudo isso era, de fato, uma vantagem, pois os scans eram enviados com um tamanho adequado ao que a internet permitia até então. Aida lembro como era ter de dividir um arquivo de meros 10 MB em quatro partes, para poder enviar. Diferente de agora, em que um com quase meio GB vai de uma vez só.

Com tudo isso, não quero que pareça que estou reclamando. Apenas seria bom poder fazer as muitas HQs que tenho com mais velocidade. mas, não é possivel. Não se quiser que saiam bem feitas. E, com tudo isso, ainda assim aqui está o terceiro volume das volumosas edições definitivas de Sandman, em nove dias. Quase um milagre de Roque Santeiro.

A edição traz a edição especial Orfeu, além dos arcos Vidas Breves e Fim dos Mundos. A edição especial é sobre o filho de Lorde Morpheus, Orfeu e sua odisséia para tentar salvar sua amada Eurídice. O arco Vidas Breves traz a pequena Delirium tentando encontrar o irmão desaparecido Destruição, com a ajuda de Sadman. E o arco Fim dos Mundos é sobre a Taverna no Fim dos Mundos, onde seus clientes contam, cada um, uma história diferente. Além de tudo, os costumeiros extras ocupam mais de 100 páginas.

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Esther & Helena



ESTHER & ELENA: VOLUMES 01 e 02 - SEGREDO DE FAMÍLIA e A BUSCA
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics, HQs Cedidas por Pablo L.

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Sinopse: Esther e Helena são duas jovens amigas que viveram durante os horrores da Segunda Guerra Mundial, enquanto moravam na Holanda. As duas HQs aqui disponibilizadas contam a história de casa uma delas:

Segredo de Família começa com o neto da agora idosa, Helena, procurando nos pertences antigos da avó, algo que possa vender. Acaba encontrando vários recortes de jornal da época da Segunda Guerra e um punhal. Ao perguntar para a avó do que se trata aqueles objetos, ela passa a contar-lhe tudo que ela e sua família viveram durante a ocupação nazista.

A Holanda tentou se manter neutra no conflito o máximo que pode, mas acabou sendo invadida e ocupada pelos nazistas. Pouco antes disso acontecer, ela conheceu Esther, uma menina judia-alemã, que já saiu da Alemanha com a família, por causa da ascenção nazista e a perseguição aos judeus. Agora eles estava ali, na Holanda, também.

Logo Helena e Esther perdem contato por conta das frequentes prisões de judeus. Agora a menina holandesa precisa conviver com uma mãe receosa pelo futuro, um pai policial, que se vê obrigado a cooperar com os nazistas, um irmão que admira os invasores e outro irmão que tem planos de se juntar à resistência.

Em A Busca voltamos a nos encontrar com Esther. Agora sob o ponto de vista da menina judia, ficamos sabendo tudo que aconteceu quando as duas perderam contato. Esther se separou dos pais, que foram levados para um campo de concentração e ela, que estava na escola, conseguiu escapar. Agora tenta saber o que aconteceu com eles. Porém, precisa manter-se viva.

Através de um amigo que fugiu do campo de concentração onde seus pais estavam aprisionados Esther passa a saber tudo que aconteceu. São dois pontos de vistas diferentes de uma época sombria. Esther e Helena são fictícias, mas o que aconteceu a elas e a seus familiares, aconteceu a milhares de pessoas, cujas histórias foram usadas para compor estas obras. E, como diz o final do posfácio de A Busca, "a importância de ler [essas HQs] está em não deixar [serem] esquecidas aquelas imagens [da Segunda Guerra Mundial]. Não para proteger só judeus, mas [para proteger] qualquer indivíduo vítima da incapacidade de [se] viver com o diferente".


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terça-feira, 23 de junho de 2015

Uma História de Violência


UMA HISTÓRIA DE VIOLÊNCIA - WAGNER & LOCKE
Tradução e Letras by
GIBISCUITS


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Sinopse: Apesar de, nesta nova fase do RA, que já dura alguns anos, eu preferir postar apenas material que eu mesmo digitalize, ou que alguém envie diretamente para mim, às vezes encontro nos blogs e fóruns alguma HQ que é essencial divulgar por aqui, também. Não todas, pois seria um trabalho meio que inútil, já que é só ir ao local onde elas são feitas e baixá-las. A maioria desses lugares estão listados, com pequenos banners aí ao lado direito. Aconselho que as pessoas que aqui vêem, façam visitas constantes a eles, pois vão achar centenas de gibis que não são postados aqui.

Voltando à HQ em questã, o Gibiscuits fez um enorme favor em traduzir e letreirar a graphic novel, Uma História de Violência de Matt Wagner e Vince Locke. Ela gerou o filme de David Cronnenberg, Marcas da Violência, estrelada pelo ator Viggo Mortensen, em 2005, há longos 10 anos atrás. A HQ em si é de 1997.

Uma das coisas mais frustrantes que há, quando assistimos um filme e sabemos que é baseado em alguma graphic novel que não dará as caras por aqui é, exatamente isso, ela não dará as caras por aqui. A menos que seu inglês seja muito bom, você não vai lê-la. E, talvez este seja o melhor que há no trabalho de distribuir scans, encontrar material realmente relevante e trazê-lo até nós. Desde que vi o filme pela primeira vez, fiquei com vontade de ler a graphic. Hoje eu fiz isso. E, me surpreendi.

Cronenberg é conhecido por fazer excelentes filmes e A Marca da Violência não é diferente. O filme teve até mesmo duas indicações ao Oscar. Mas, ao ler a graphic novel de Matt Wagner (Juiz Dredd) e Vince Locke (Sandman: Teatro do Mistério) nos vemos diante de uma obra muito mais tensa e abrangente que sua cópia cinematrográfica. Se Cronenberg não tivesse alterado tanto o que está na HQ, o filme seria um épico inesquecível.

A história gira em torno um homem comum, dono de uma pequena lanchonete, que acaba por matar dois assaltantes dentro de seu estabelecimento. Esse acontecimento irá alterar toda sua vida antes pacata. A partir de então, ele começa a ser assediado por mafiosos que insistem dizer que o conhecem. A partir dese ponto HQ e filme divergem e seguem caminhos diferentes. A versão gráfica acaba sendo, como de costume, ainda melhor que a película, com cenas, que vou ser sincero, digna dos antigos filmes de terror de Cronenberg, o que chega a ser irônico.

Mas, no fim das contas, são duas obras que nos marcam com suas histórias de violência.

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domingo, 21 de junho de 2015

Ex Machina - Vol. 01


EX MACHINA - VOLUME 01 de 09
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Sinopse: Mitchell Hundred era um cara comum, como todo super-herói é, antes de se tornar super-herói. Trabalhando na patrulha do cais, com seu amigo Bradbury, eles acabam por encontrar um estranho objeto boiando na água. Quando Mitchell se aproxima para tentar ver o que é, a coisa explode diretamente em seu rosto, mutilando-o e dando-lhe um peculiar superpoder: se comunicar com qualquer tipo de máquina. Assim, ele se torna o primeiro super-herói do mundo real... ou, pelo menos, daquele mundo real.

Com a ajuda do velho amigo Kremlin, uma espécie de inventor, e de Bradbury, Mitchell Hundred se torna A Grande Máquina, um herói com um foguete nas costas e capacete que protege sua identidade e sua cabeça. Ser um super-herói no mundo real, no entanto, se mostrar bem mais difícil e perigoso do que os quadrinhos mostram. Às vezes ele mais atrapalha do que ajuda. Além de tudo, há confrontos com a polícia, o que o desmotiva mais ainda.

Para continuar fazendo o correto pela cidade de Nova York, Mitchell resolve aposentar a carreira de super-herói e começar uma carreira na política. Logo é eleito prefeito e terá de lidar com os problemas que isso traz. Porém, seu passado como vigilante alado ainda o assombra.

Entre flashbacks de sua vida passada, vemos Micchell ás voltas com um serial killer e até mesmo com uma peça de arte no museu de Nova York que se mostra polêmica demais. A vida de um político pode ser bem mais agitada que a de um super-herói. Brian K. Vaughn, de Y: O Último Homem e Saga, nos traz essa elaborada tramasobre um super-herói que tenta negar seus poderes, mas estes ainda o acompanham a todo lugar. Além de tudo, ainda permanece oi mistério, o que realmente aconteceu naquela noite em que ele recebeu o seu dom de se comunicar com as máquinas?


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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Justiça Ltda


JUSTIÇA LTDA - MINISSÉRIE EM 02 EDIÇÕES
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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Sinopse: Justiça Ltda não é uma HQ convencional e isso é algo que precisa ser dito logo de cara. Thiago Borges, do Universo HQ, a define como uma HQ politizada, e é a mais pura verdade. O protagonita é Richard Benson, conhecido também como O Vingador. Abaixo, como ele surgiu:

Surgido em 1939, criado por Paul Ernst para a revista pulp The Avenger. O personagem, um bon-vivant explorador da natureza, sofre um choque traumático após o assassinato de esposa e filha durante um voo: os músculos de seu rosto ficam paralisados, dando-lhe a chance de manipulá-los como bem entender - inclusive copiar as feições de outras pessoas. A partir dessa tragédia, ele passa a dedicar a vida ao combate ao crime por meio de uma agência de detetives, a Justiça Ltda. do título.

Assim, esta minissérie em duas partes, publicada pela Editora Abril, nos idos de 1990, é uma releitura desse tão pouco conhecido personagem e, também, de sua origem, que é ampliada e ganha um espectro político muito mais abrangente, bastante influenciado pela Guerra Fria.

Andrew Helfer e Kyle Baker optam por não oferecer soluções fáceis, principalmente por baterem forte na política externa dos Estados Unidos, o macarthismo e a Guerra Fria. Por trás da trama de espionagem, está um libelo pela liberdade e democracia.

Justiça Ltda é uma daquelas HQs que nos dá uma dimensão extada de como os quadrinhos podem ser usados para bem mais do que entretenimento. Andrew Helfer não tem pudores em criticar a política norte-americana:

A visão de mundo de Helfer e Baker é clara: a política feita pelos EUA se baseia na agressão. Nem é preciso se limitar às ditaduras plantadas pela América Latina e outros locais do mundo durante a Guerra Fria para perceber isso. Basta lembrar do Vietnã, Iraque, Afeganistão etc.

Hoje em dia. os direitos sobre o personagem pertecem à Dynamite, que já anunciou, desde fevereiro, que lançaria uma nova série, com roteiros de Mark Waid e desenhos de Ronilson Freire. Abaixo, o segundo número da minissérie e logo depois um número especial já pela Dynamite em uma aventura mais convencional
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O VINGADOR ESPECIAL - DYNAMITE
Quadrinhos Inglórios, Os Invisíveis e Só Quadrinhos


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domingo, 14 de junho de 2015

Akira 2.0 #04


AKIRA #04 de 38
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Sinopse: Depois de fugir do hospital militar, Tetsuo encontra com a Gangue dos Palhaços, delinquentes rivais. Após um breve confronto onde Kaneda demonstra seus recém-adquiridos poderes mentais, os motoqueiros resolvem levá-lo até o chefe da gangue. Enquanto isso, Kaneda e Kai estão fugindo do Coronel. Ao mesmo tempo, o militar está indo até a base secreta onde se encontra o adormecido Akira.


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domingo, 7 de junho de 2015

Preacher - Vol. 05


PREACHER - VOLUME 05 de 09
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Este volume abre com o especial com Cassidy, Sangue e Whisky, onde ele encontra alguém que carrega a mesma maldição que ele, porém, é um completo idiota. Além de tudo, alimenta o fanatismo de um grupo denominado Les Enfants du Sang, góticos que idolatram o vampiro. Seguindo a trilha de Jesse Custer, temos também o Cara-de-Cu, que reaparece com sede de vingança. Mas, Custer, Cassidy e Tulipa têm que lidar com problemas bem mais graves que este. Determinado a acessar as informações que estão escondidas dentro de sua mente, Custer aceita consultar um amigo de Cassidy que pratica vudu. Para isso, eles precisam ir para Nova Orleans, justamente onde Cassidy, há tempos atrás, fez alguns inimigos que não o esqueceram.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015


AKIRA #03 de 38
Digitalização e Restauração HORDA Comics


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Sinopse: Depois que Tetsuo volta para seus amigos, saindo do hospital para onde foi levado, ele é monitorado, porém consegue escapar, dando de cara com a Gangue do Palhaço, novamente. Desta vez ele quer vingança. Kaneda impede-o de matar um dos membros da gangue, o que começa a gerar uma instabilidade entre os dois amigos. Kay e Kaneda se encontram novamente, e desta vez Kaneda vai parar no submundo dos rebeldes que procuram Akira. Kay não concorda com sua permanencia ali e, quando kaneda está preste a fugir, os dois tem uma visão assustadora. Enquanto isso, o Coronel recebe uma notícia a qual ele não esperava tão cedo: Akira está prestes a acordar.

domingo, 31 de maio de 2015

Aventura e Ficção #04

AVENTURA E FICÇÃO #04 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Em Cavalgada Para Além do Nascente Roy Thomas, Sal Buscema e Tony DeZuñiga nos trazem Kull o rei bárbaro da Era Perdida de Atlântida cavalgando para o leste místico para responder a um desafio. Conseguirá ele retornar? Em seguida Jim Neal compila a história de Kull - segundo a Marvel - em O Tigre de Atlântida. Em Um pequeno Atraso, um caronista convicto não sabia onde estava se metendo. Mas, não demorou muito para dar uma liçãozinha a um moleque folgado. Por Steeve Skeats e Ralph Reese. Por fim, a volta de Vulcão de Will Jungkuntz.